sábado, 21 de janeiro de 2017

MEMÓRIA CURTA E "FÉ PÚBLICA" NA MÍDIA AMESTRADA !!!

Parece que os brasileiros sofrem de memória curta na forma aguda.

Logicamente que morte prematura de Zavascki foi uma perda para seus filhos, família, amigos e companheiros do STF e de ideologia. Óbvio que me condoo com a dor alheia, mas sei exatamente diferenciar a perda humana da perda institucional.

Teori Zavascki na minha humilde opinião, não passará para a história como um herói brasileiro ou como aquele que tentou moralizar a República através de seu ofício.

Zavascki era um homem alinhado com a esquerda e seus ideais. Foi um ministro que não poupou esforços para dar uma interpretação forçosamente benevolente quando os réus partilhavam da sua mesma orientação político-ideológica.

Lembram dos famosos Embargos Infringentes na ação penal do Mensalão ? 
__Lá estava ele, firme e forte na interpretação pró-quadrilha petista.


Lembram da ação para garantir a quase impunidade para José Dirceu e Delúbio Soares?
__Lá estava ele a postos para entender o comportamento destes criminosos e apressar suas saídas da cadeia.


Lembram do caso do áudio escandaloso envolvendo o ex-presidente Lula e sua criatura Dilma Rousseff?
__Ele foi uma voz destoante para censurar a conduta irrepreensível do juiz Moro e sua atuação profissional, a fim de proteger a dupla das garras da justiça.


Lembram do processo, em que poderia ter culminado com a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva?
__Ele fez questão de abortar esta possibilidade e garantir que o acusado respondesse pelos crimes em completa liberdade, apesar das inúmeras e graves acusações existentes e que autorizariam uma eventual prisão preventiva.


Ele acertou também! Deu votos importantes e relevantes, mas muito longe de ser um expoente impar da nossa magistratura.

De uma forma geral, ele, Teori, foi um juiz que abraçou a causa petista e em razão dela foi escolhido para atuar. Fez questão de ser discreto, mas não o suficiente para esconder suas tendências ideológicas, que muitas vezes se viram refletidas em suas decisões.

Portanto, muita hipocrisia e amnésia neste momento tentar fazer dele um herói da República, um magistrado perfeito e que apenas atendia aos interesses do país e da justiça, quando na verdade tinha nítidas preferências partidárias e se deixou influenciar por elas.

Respeito a dor de seus entes queridos, mas não compactuo com a comoção histérica da morte de um herói inexistente. Tribunais não são locais indicados para a política.
(Desconheço o autor, mas concordo em gênero, número e grau - a.o.)

JOÃO DARCY ESCREVEU:
Não repetirei o que já disse a respeito do Ministro desaparecido, porque para defunto não há prazo para defesa e ou de contestação. 
A história o julgará.

Acho uma grande estultice instar movimento visando à indicação do Juiz SÉRGIO MORO (nossa grande referência de conhecimento jurídico e de coragem para exercé-lo e aplicá-lo) para o posto de Ministro do SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Será o mesmo que esfacelar com o LAVA-JATO para beneficiar bandidos.
Até mesmo ele, lá, estará impedido de julgar seus Atos praticados aqui.
Deixemô-lo onde está em favor da Pátria comum.

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