sábado, 26 de novembro de 2016

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

LIBERDADE PARA QUE? LIBERDADE PARA QUEM?

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?
Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?
Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!
Fala-se muito em liberdade!
Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!
Mas, afinal, o que se vê?
Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.
Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.
Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, assaltos a mão armada.
Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e sequestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.
Mas, afinal, onde é que nós vivemos?
Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!
Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!
Vivemos no país da censura velada, do “microndas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas científicas de anos, irrecuperáveis!
Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?
Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?
Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?
E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?
Quanta falsidade, quanta mentira, quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto-estima e a própria dignidade?
Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?

*Paulo Chagas é General da Reserva do Exército do Brasil.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

SEITA DESTRUIDORA DA SOCIEDADE CIVIL

Leão XIII: socialismo, comunismo, anarquismo formam “seita destruidora da sociedade civil”
“Esta seita de homens que, debaixo de nomes diversos e quase bárbaros se chamam socialistas, comunistas ou niilistas, e que, espalhados sobre toda a superfície da terra, e estreitamente ligados entre si por um pacto de iniqüidade, já não procuram um abrigo nas trevas dos conciliábulos secretos, mas caminham ousadamente à luz do dia, e se esforçam por levar a cabo o desígnio, que têm formado de há muito, de destruir os alicerces da sociedade civil. É a eles, certamente, que se referem as Sagradas Letras quando dizem: “Eles mancham a carne, desprezam o poder e blasfemam da majestade” (Jud. 8)”.

“Seita pestífera”
“Todos sabem com que gravidade de linguagem, com que firmeza e constância o Nosso glorioso Predecessor Pio IX, de saudosa memória, combateu, quer nas suas Alocuções, quer nas suas Encíclicas dirigidas aos Bispos de todo o mundo, tanto os esforços iníquos das seitas, como nomeadamente a peste do socialismo, que já irrompia dos seus antros”.

Os comunistas, os socialistas e os niilistas: “peste mortal”
“Peste mortal que se introduz como a serpente por entre as articulações mais íntimas dos membros da sociedade humana, e a coloca num perigo extremo”.

E ainda: “Os socialistas, os comunistas e os niilistas nada deixam intacto ou inteiro do que foi sabiamente estabelecido pelas leis divinas e humanas para a segurança e honra da vida”.

(encíclica “Quod Apostolici Muneris”) - Fonte: Flagelo Russo

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

"O AQUECIMENTO GLOBAL É MENTIRA", DIZ CLIMATOLOGISTA

“O Aquecimento Global é Mentira”, Diz Climatologista da USP

O professor de climatologia da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Augusto Felicio, é um dos poucos céticos quanto ao aquecimento global no Brasil. Para o docente, o fenômeno não passa de uma mentira, já que não existem provas científicas de que a Terra está aquecendo.

Nesta entrevista exclusiva ao Diário Regional, o professor defende sua tese, além de atacar o RIO+20, o Protocolo de Kyoto e afirmar que o documentário “Uma verdade inconveniente”, do ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, é um filme de ficção científica.
Por que o senhor afirma que o aquecimento global não existe?
Quando o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) quer dizer que a Terra esquentou 0,74ºC em 150 anos é o mesmo que contar uma piada aos climatologistas sérios. As temperaturas já variaram muito mais do que 3ºC ou 5ºC há cerca de 5 mil anos atrás. Em outros períodos, a Geologia nos retrata valores de mais de 8ºC. Ao mesmo tempo, dependendo da escala verificada, as variações podem ser grandes ou pequenas e não ocorrem ao mesmo tempo, nos mesmos lugares. Em certas partes, pode-se observar que as temperaturas subiram, em outras, que baixaram. Falar em média é uma verdadeira abstração, que esconde uma gama rica de fenômenos e variações. Não se pode entender clima assim. Só no último século, as temperaturas subiram e desceram duas vezes. Isso faz parte da variabilidade climática e não há nada de errado.
Existem provas que o aquecimento global existe?
Mostrar coisas derretendo não é prova de aquecimento global, pois, do contrário, mostrar coisas congelando seria prova de resfriamento global. Confunde-se as observações localizadas dos fenômenos e extrapola-se isso para o globo. Não é assim. É importante ressaltar que mostrar os fenômenos, observá-los, relatá-los, são etapas do conhecimento científico. Agora, atribuir causa a eles assim do nada é que se torna estranho demais. Note que não é porque observamos melhor o planeta e seus fenômenos, através do nosso aparato tecnológico, que provamos que mudaram, pois as séries são muito pequenas, e muito menos que é o homem a sua causa. Nesses termos, podem apenas achar, supor, imaginar que aconteceu “aquecimento global” pela observação dos dados. Porém, pior ainda, só poder acreditar, crer, ter fé, que foi causado pela atividade dos humanos no planeta. Não há prova que o homem fez alguma alteração climática global. Qualquer afirmação desse tipo não passa de uma distorção do método científico consagrado.
Se o aquecimento global não existe, quais são as consequências do efeito estufa?
O “efeito estufa” é uma física planetária impossível. Em uma estufa, o ar está sob controle, ficando aquecido e não se misturando com o ar externo. É aprisionado e não consegue criar os vórtices, turbilhões e movimentos. Ao mesmo tempo, se tiver vapor d’água, este fica aprisionado. Na atmosfera real, o ar quente sobe, provoca convecção, fenômenos, a dinâmica de fluidos está liberada. É o mesmo exemplo de se estar dentro do carro com tudo fechado e exposto ao Sol. O calor é infernal, mas ao abrir as janelas, imediatamente libera-se a dinâmica de fluidos e as temperaturas caem. Gás em sistemas abertos não fica aprisionando calor. Ainda por cima, a física da re-emissão de infravermelho pregada como religião é absurda, porque se essas moléculas emitissem a energia absorvida, isto ocorreria de maneira isotrópica, sendo a superfície da Terra um dos menores alvos
O CO², gases como o clorofluorcarbono (CFC) e o desmatamento destroem a camada de Ozônio?
Não. Não existe esta coisa de “camada de ozônio”, que já parece uma entidade religiosa. Ozônio é um gás de formação transitória, proveniente do segundo maior constituinte atmosférico, o gás oxigênio (chamado molecular) que só se forma com energia. Assim, necessita-se da energia do Sol, em seus raios ultravioleta da banda C, para que as nuvens ozônicas se formem na baixa e média estratosfera (terceira camada atmosférica de baixo para cima). As nuvens ozônicas surgem e desaparecem, mas em quantidades espetacularmente grandes. Essas variações foram descritas por Gordon Dobson (cientista britânico) e outros cientistas já de longa data, e nada tinham a ver com a hipótese fraudulenta da presença de cloro derivado de CFCs na estratosfera. Aliás, de fato, nunca se provou essa hipótese, nem mesmo em laboratório. Também omitiram durante o período de assinatura do outro protocolo, o de Montreal, que as fontes de cloro naturais, que lançam cloro na estratosfera são 80 mil vezes maiores que as humanas, mas é claro, venderam bem a ideia de que é a sua geladeira que destrói uma coisa que não existe: a tal “camada de ozônio”.
Na questão do desmatamento, alguns estudos sugeriram que os incêndios florestais seriam uma fonte de cloro para a atmosfera, mas apenas isto. Deve-se ressaltar que a quantidade de incêndios florestais é imensamente superior ao número de queimadas, que são fogos de origem antrópica. Os incêndios florestais fazem parte do ciclo natural das florestas, como processo de renovação da biomassa. Esta cresce nos períodos chuvosos e se desfaz em períodos de estiagens. Assim, de novo, essa outra fonte de cloro seria pelo menos 10 mil vezes maior que os gases refrigerantes.
O desmatamento pode alterar o clima local e global?
O desmatamento altera o clima local, por um período de tempo curto, onde a superfície fica desprotegida. Se abandonada, em menos de 20 dias já aparece uma cobertura vegetal rasteira, reiniciando o processo de retomada pela natureza. Nota-se que esta “alteração climática” não enquadra regime de chuvas e outros fenômenos, porque estes pertencem a outra escala. Assim, as alterações vão refletir na absorção, reflexão e emissão de energia, saldo de evaporação (se nenhum outro fenômeno estiver atuando) e temperatura, embora esta última seja o pior parâmetro para referenciar qualquer coisa. Quanto ao global, nada interfere.
Se o aquecimento global não existe, qual foi a importância do RIO+20, ECO 92 e de outros eventos semelhantes? O que foi realmente discutido no RIO+20? Algo de importante?
São todos eventos de carnaval fora de época, em que se discutem negócios, ou seja, quanto vai se levar nesse mercado fraudulento do carbono. Todos os países querem participar disto. Agora tem o lado obscuro de tudo isso, pois os direitos civis das pessoas começaram a entrar no jogo, bem como a criação de mais impostos e a formação de algo que ainda não conseguimos definir muito bem, entre um “eco-imperialismo” ou um “eco-totalitarismo”. Veja bem, teve brasileiro querendo que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tivesse “dentes”, a fim de manipular as nações que se não adequassem ao status quo colocado. Já daria para saber quem tomaria a mordida destes dentes, não? Dessa forma, estamos abrindo precedentes perigosos para a vida da humanidade e ninguém está percebendo isto?
Dizem que o nível do mar está subindo devido o derretimento das calotas polares, é verdade?
Não. O nível do mar apresenta flutuações normais devido à dilatação térmica dos oceanos, movimentos de ciclos lunares entre outros. De fato, os oceanos variam 15 a 25 centímetros por causa desses fenômenos e ainda podem variar até meio metro em fenômenos como La Niña ou El Niño. Em eventos extremos, que não devem ser confundidos aqui, o mar pode subir um ou dois metros, mas isto devido aos ventos, ciclones tropicais e extratropicais. Quando terminam, o mar volta.
Quanto aos pólos, o Ártico é um oceano congelado que pode variar de dois a cinco metros de espessura, que derrete e congela normalmente durante as estações de verão e inverno, em que por um longo período congela mais do que derrete (saldo positivo) e depois inverte (saldo negativo). Em 2012 voltou a sua média normal, que leva em conta os dados dos anos de 1970 até 2000. Assim, gelo dentro da água, quando derrete vira água, não alterando em nada. Quanto à costa da Groenlândia, esta também apresenta alta variação de degelo e congelamento muito conhecida, fazendo parte do ciclo natural. O interior da Groenlândia dificilmente é afetado e não derrete há mais de 10 mil anos. O polo Sul é bem diferente do Norte, pois possui um continente de 14 milhões de quilômetros quadrados, cuja quantidade de gelo passa os 27 milhões de quilômetros cúbicos. Lá não tem como derreter sem que a Terra eleve suas temperaturas acima de 20ºC.
Não há uma marca que o Capitão Cook fez no século XIX como medição do nível do mar? Como que essa marca está?
Levando em conta a fase lunar certa, para não dar distorção entre as marés, o nível do mar está na mesma marca feita em 1841, ou seja, os oceanos, pelo menos em nível médio, continuam do mesmo jeito que estavam há mais de 170 anos.
Qual a sua opinião do famoso documentário “Uma verdade inconveniente”, do ex-vice-presidente dos EUA Al Gore?
É um grande filme… de ficção científica, apenas isto. Deveria ser dito isto para todos de modo que não achassem que o documentário seja verdade. Veja bem, se tem gente que com filmes como o tal 2012 e acham que o mundo vai acabar mesmo em dezembro deste ano, o que imaginariam daquilo (documentário)? Enfim, o filme tem diversos erros científicos ou chamadas inverdades, como a morte dos ursos polares afogados, a subida do mar, o furacão Katrina, entre outros.
Qual a sua opinião sobre o Protocolo de Kyoto?
É o mercado da fumaça. Não serve para nada a não ser manter os países em desenvolvimento presos nos seus grilhões de pobreza. Criaram-se mecanismos burocráticos sem fim para solucionar um problema que não existe. Muita gente ganhou rios de dinheiro com a permanência da pobreza de outros. Porém, não parou por aí, porque esse dinheiro de créditos de carbono voltou aos seus emissores, por meio da compra de produtos por eles vendidos. Enfim, é um esquema fiducitário da pior espécie, em que se vende débitos e grilhões ao mesmo tempo. O protocolo precisa acabar e nunca mais voltar.
Por ser uma minoria nessa questão ambiental, já pensou que pode estar errado?
Exatamente por sofrer todas as sanções e perseguições possíveis e imagináveis, dentro e fora do trabalho, tenho absoluta certeza de estar correto. Ainda mais quando toda essa turma evoca o princípio da precaução, a minha certeza é plena. Quer dizer que sem certeza científica de nada, precisamos pagar uma conta sobre clima e ambiente? E se tivéssemos a certeza, pagaríamos também. Para que a ciência se todas as decisões já foram tomadas?
O senhor é um dos poucos brasileiros que defendem que o aquecimento global não existe, por quê?
Porque é muito mais fácil para vida, em todos os sentidos, dizer que ele existe. Poderia pegar um trecho da minha pesquisa antártica e dizer que o número de ciclones aumentou, portanto, é prova de que o aquecimento global existe e que o homem fez isto. Agora dizer a verdade dá trabalho. Assim, termino com o pensamento do Dr. Ivar Giaever, Prêmio Nobel em Física. Ele diz ser um cético ao “aquecimento”, porque está se tornando uma religião onde não se admite questionamentos. Ainda completa que não interessa o número de cientistas que seguem esta falácia. O que interessa é se os cientistas estão corretos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

TRUMP, AS PESQUISAS NÃO ERRARAM


A madrugada do Electoral Day foi de terror para a esquerda internacional. Eles foram dormir nocauteados e acordaram chocados. Muito ainda estão em sofrimento. Foi uma surpresa! As pesquisas davam Hillary como vitoriosa desde o dia que ela foi escolhida na convenção democrata. Objetivamente, algo deu errado, muito errado. É sobre esse "errado" que eu quero falar.
Eu disse no título que as pesquisas não erraram. Elas não erraram porque foram feitas para induzir a erro, e porque os institutos de pesquisa e opinião estão há décadas condicionados a refletir o pensamento generalizado e a opinião pública criada pela ideologia socialista dominante no nosso tempo. Os criadores desse tipo de massificação de pensamento, um pensamento que tende ao absoluto – a razão única, o pensamento unívoco – agentes da propaganda marxista e também criadores da ficção do mundo globalizado (o governo mundial), também criaram as pesquisas modernas de opinião pública. Então as pesquisas não poderiam expressar outra coisa senão esse mesmo pensamento único. A verdadeira surpresa hoje acontece na cabeça dos mentores e dos seguidores mais ou menos ignorantes desse pensamento único. A mídia que reproduz e massifica esse pensamento único hoje está aturdida, se questionando: onde erramos? Mas ela não diz "eu" errei, porque ela se diz neutra e imparcial, porque assim também ela quer que nós pensemos. Não, ela diz "as pesquisas" erraram, e feio, não "nós jornalistas do mundo inteiro", a mídia marxista ou socialista. A mídia sofreu um duro golpe na sua credibilidade, e essa é a grande conclusão. A conseqüência é o crescimento do status das redes sociais independentes, não atreladas ao jornalismo clássico das corporações. Jornalistas viciados, historiadores, sociólogos e cientistas políticos envenenados pela ideologia estatista odeiam as redes sociais. Entende-se. Na verdade o pensamento marxista, o "politicamente correto" de inspiração frankfurtiana e/ou o discurso jesuíta da "justiça social", sofreram um duro golpe. Estrategicamente eles erraram o bote final, o golpe decisivo na America: não contavam com o povo americano que não vê CNN (a GloboNews americana), o New York Times (onde Lênin foi colunista), o Washington Post corrupto, a BBC, etc., e não dá ouvidos a enganadores intelectuais da universidade, do mundo artístico depravado e satânico, o mundinho sujo da política viciada e corrupta dos parlamentos e tribunais. Eles erraram feio quando pensaram que o povo americano já tinha sido dominado pelo pensamento único marxista. Agora estão surpresos.
Entende-se bem essa decepção, essa tristeza. Mas aqui estou falando de deception(engano premeditado) feito por eles. Em termos práticos o povo americano não aceitou a agenda marxista apresentada pela equipe dos Clinton. Aceitou a agenda apresentada por Obama. Comparou sua situação atual e percebeu a tempo o quê estava em jogo. Assim o eleitorado americano votou em quem o defende do desarmamento, do aborto estatal, da destruição das tradições cristãs, da conversa mole LBGT e da homofobia, do racismo mimimi e, fundamentalmente, da invasão islâmica terrorista. Essa agenda marxista criou o inimigo público número 1: aquele que não é a favor dela. Trump era o inimigo público número 1. Trump não é da patota; não é desse esquema mundialista depravado, não deve nada ao Partido Republicano dos Bush, muito menos à ONU e à União Européia globalistas. Ficou quase sozinho e venceu porque foi acompanhado pelos deplorables da Hillary (os deploráveis rednecks e os que não se deixam enganar pela deception marxista). Simplesmente o povo americano comparou o país que tinha antes de Obama e o que ele tem agora. E não gostou disso.
Agora a esquerda está aterrorizada. Suas mentiras despertaram a ira conservadora que o Brexit inglês já tinha anunciado. As lágrimas dos socialistas americanos incentivaram Marine Le Pen que ameaça os comunistas franceses. Aquelas meninas chorando abraçadas no funeral da Hillary assustaram muito a traidora do povo alemão (Angela Merckel), um povo que foi entregue à sanha assassina do Islã. O mundo globalista está sendo desafiado. Por aqui o corrupto comunista FHC e a escória tucana já se alia ao PT para manter viva a chama desse socialismo, assustados que estão com a "onda conservadora". Vão perder também. Quem viver verá.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

CLAUDIA WILD COLOCA OS PINGOS NO ii's

Algumas lições ficarão com a vitória convincente de Donald Trump:

1. Não existe eleição perdida. O que existe é uma porca e descarada tentativa de se moldar a opinião da população mundial.

2. A dobradinha "esquerda + mídia“ já não funciona mais como antigamente.

3. O cidadão comum (eu, você e a maioria esmagadora do planeta), que não vive em um filme de Hollywood, nas novelas, no mundo encantado de Alice ou na loucura socialista, não quer saber de progressismo e de ter sua vida dirigida por um sistema de burocratas, que não respeita sua identidade, valores e cultura.

4. A esquerda e seus escusos interesses estão sendo desmascarados mundialmente.

5. Que o indivíduo/pessoa é mais importante do que uma série de arranjos para o surgimento de um pensamento coletivista e cheio de engenharia social.

6. A esquerda em xeque, por sua vez tentará se reorganizar.

"O PREÇO DA LIBERDADE É A ETERNA VIGILÂNCIA !"

sábado, 5 de novembro de 2016

NOTA DE FALECIMENTO

Esta nota publicada no jornal Gazeta do Povo em Curitiba pode ser engraçada, mas pode ser, também, uma tática esquerdista para DESARMAR O ESPÍRITO dos cidadãos de bem de que o CAPIROTO e seus DEMÔNIOS estão mortos. Os comunistas russos aplicaram esta tática de que "o comunismo acabou" e com isso desarmaram os espíritos de todo o Ocidente. O que aconteceu? Ressurgiram com força total e já dominam praticamente o mundo todo. O PT, o Foro de São Paulo e todos os partidos esquerdistas serão um exemplo desta afirmativa, se nada for feito a respeito. Eles se fingem de mortos para que a sociedade acredite que estão mortos, assim como "O DIABO CONVENCEU A HUMANIDADE DE QUE ELE NÃO EXISTE",
Leia, ria, mas não desarme o seu espírito. Essa praga precisa ser combatida nos próximos 50 anos, pois ela plantou seus filhotes em todas as frestas da sociedade. Portanto, prepare seus filhos e netos para continuarem a vigilância. Lembrem-se: O PREÇO DA LIBERDADE É A ETERNA VIGILÂNCIA, salvo se fosse não tem amor algum pelo destino de seus descendentes. 

Nota de falecimento

Faleceu neste domingo último o Partido dos Trabalhadores, vulgo PT, aos 36 anos de idade. A autópsia revelou a causa mortis: concussão eleitoral agravada por uma infecção parasitária generalizada. O falecido deixa um filho, Partido Socialismo e Liberdade, 12 anos de idade, e milhares de viúvas espalhadas pelos bairros nobres, redações, universidades e escolas do país.
Durante a autópsia, ao abrirem o crânio, os médicos encontraram evidências de uma malformação congênita que impede o desenvolvimento do cérebro e causa danos irreparáveis na criança. Não há ainda uma explicação de como o falecido conseguiu sobreviver até a idade adulta carregando essa condição, mas uma equipe de pesquisadores tenta no momento correlacionar esta anomalia ao local onde ele nasceu e viveu – eles esperam provar que em nenhum outro país do mundo alguém com uma condição dessas passaria do primeiro ano de vida.
O falecido deixou apenas dívidas, e não haverá mais mesada para nenhuma das milhares de viúvas
Durante a abertura do tórax e da investigação das vísceras, os médicos encontraram uma quantidade de parasitas extremamente anormal, algo nunca antes registrado na história da medicina. De acordo com o médico-legista responsável, "uma pessoa não consegue viver com tantos parasitas sugando os suprimentos energéticos que deveriam alimentar todo o corpo. Esta morte era inevitável. Não existe cura para um estágio tão absurdamente avançado de infecção".
A análise do conteúdo do estômago comprovou algo que relatos anteriores já tinham registrado: o falecido tinha um transtorno alimentar sério, e só se alimentava de dinheiro sujo. Parentes próximos disseram que, alguns anos atrás, na época do mensalão, o falecido tinha dito que iria se tratar, que procuraria uma clínica e ajuda psicológica, mas que tudo não passou de encenação. O hábito vicioso de se alimentar com dinheiro sujo causou uma falência do sistema gastrointestinal, além da destruição do fígado por toxinas. Nem mesmo uma equipe de médicos cubanos, especialista no assunto, foi capaz de salvar o moribundo.
O infortúnio familiar se completou com a notícia de que o filho do falecido (conhecido pelos amigos como PSol) se encontra em coma, respirando por aparelhos. Os médicos dizem que o menino apresenta uma malformação congênita semelhante à do pai, e que suas chances de sobrevivência são muito pequenas. De acordo com os registros médicos, PSol apresenta um índice de crescimento negativo – está menor aos 12 anos de idade do que era aos 8 – e sofreu um trauma extenso durante sua última viagem ao Rio de Janeiro. Uma fonte sigilosa de dentro do hospital disse que "estão tentando esconder, mas o menino já está morto".
Enquanto isso, milhares de viúvas choram inconsoláveis, principalmente depois de terem descoberto que o falecido deixou apenas dívidas, e que não haverá mais mesada para nenhuma delas. Curiosamente, consultórios de psiquiatria da zona sul do Rio de Janeiro apresentaram um aumento de 80% em número de pacientes. Houve também diversos atendimentos a suicidas feitos pela linha de emergência da polícia, muitos deles usando nomes de artistas brasileiros famosos. O delegado responsável não quis se pronunciar sobre o caso quando perguntado se os suicidas eram realmente artistas famosos ou se apenas usaram os nomes para ocultar sua identidade. Disse ele: "Não vou comentar sobre o caso, "não vou confirmar para vocês que são artistas de verdade, porque minha mulher não vive sem novela. Entendam o que quiserem".
O enterro está marcado para 1.º de janeiro de 2017, em local ainda a ser divulgado.


COMENTÁRIOS DOS LEITORES !

Anteontem minha cunhada estava vendo na TV, para passar o tempo, um talking show – aqueles "Saia Justa" ou só com mulheres ou só com homens.
Informalmente, estavam lá os únicos formadores de opinião da TV e da sociedade brasileira, atores como Lázaro Ramos.
Só petistas ou para-petistas. Opinando sobre tudo – porque é essa a profissão deles, palpitar sobre tudo, oferecendo ao expectador modelos de como opinar racionalmente sobre tudo.
Todos muito unidos pelos valores anti-fanatismo religioso, todos vacinados contra o Bolsonaro, todos inteligentes e críticos.
Eis o PT, ou pior, a classe de onde ele brotou, e mesmo essa planta maligna só sofreu uma poda; sem veneno e sem tirar os tubérculos sob a terra, virá revigorada. (SP)

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Concordo,  cossaco. Eles vão ficar hibernando e depois voltam. Talvez até em 2018, pois brasileiro tem memória curta. (SC)

A MILÍCIA DE CALHEIROS E O ABUSO DE PODER

O poder de polícia só pode ser exercido pelos órgãos instituídos na Constituição de 1988 
* Modesto Carvalhosa, O Estado de S. Paulo
29 Outubro 2016 | 03h00
A prisão, no recinto do Senado Federal, do chefe da sua milícia – o Pedrão – e três de seus companheiros põe à mostra até que ponto os donos daquela Casa, nas últimas décadas, a tornaram um feudo para a prática de grandes crimes e de refúgio de notórios corruptos. Para tanto os sucessivos presidentes do outrora respeitável Senado da República formaram uma milícia, totalmete à margem do sistema constitucional, a que, pomposamente, denominaram “Polícia Legislativa”, também alcunhada de “Polícia do Senado”.
Não se podem negar a esse agora notório exército particular relevantes trabalhos de inteligência – do tipo CIA, KGB –, como a célebre violação do painel de votações daquele augusto cenáculo, ao tempo do saudoso Antônio Carlos Magalhães e do lendário José Roberto Arruda, então senador e depois impoluto governador do Distrito Federal. E nessa mesma linha de sofisticação tecnológica a serviço do crime – agora de obstrução de Justiça – a milícia daquela Casa de Leis promove “varreduras”, nos gabinetes e nos solares e magníficos apartamentos onde vivem esses varões da República, a fim de destruir qualquer prova de áudio que porventura possa a Polícia Federal obter no âmbito das investigações instauradas pelo STF.
Acontece que o poder de polícia só pode ser exercido pelos órgãos instituídos na Carta de 1988, no seu artigo 144, e refletidos nos artigos 21, 22 e 42, dentro do princípio constitucional de assegurar as liberdades públicas. Assim, somente podem compor o organograma da segurança pública constitucional a Polícia Federal (incluindo a Rodoviária e a Ferroviária) e as Polícias Civis e Militares dos Estados (incluindo o Corpo de Bombeiros).
Nenhum outro corpo policial pode existir na República. Se não fosse assim, cada órgão de poder criaria a sua “polícia” própria, como a que existe no Senado. Também seriam criadas tais forças marginais nos tribunais superiores e nos Tribunais de Justiça dos Estados, nas Assembleias Legislativas, nos Tribunais de Contas, nas Câmaras Municipais, cada um com seu exército particular voltado para contrastar e a se opor aos órgãos policiais que compõem o estrito e limitado quadro de segurança pública estabelecido na Constituição.
Cabe, a propósito, ressaltar que todos os órgãos policiais criados na Carta Magna de 1988 estão submetidos à severa jurisdição administrativa do Poder Executivo, da União e dos Estados, sob o fundamento crucial de que nenhum ente público armado pode ser autônomo, sob pena de se tornar uma milícia. Nem as Forças Armadas – Exército, Marinha e Aeronáutica – fogem a essa regra de submissão absoluta ao Ministério da Defesa, pelo mesmo fundamento.
E não é que vem agora o atual chefe da nossa Câmara Alta declarar textualmente que a “polícia legislativa exerce atividades dentro do que preceitua a Constituição, as normas legais e o regulamento do Senado”? Vai mais longe o ousado presidente do Congresso Nacional, ao afirmar que o Poder Legislativo foi “ultrajado” pela presença, naquele templo sagrado, da Polícia Federal, autorizada pelo Poder Judiciário. Afinal, para o senhor Renan, o território do Senado é defendido pela chamada polícia legislativa. Ali não pode entrar a Polícia Federal, ainda mais para prender o próprio chefe da milícia – o Pedrão.
E com esse gesto heroico o preclaro chefe do Congresso Nacional proclama mais uma aberração: o da extraterritorialidade interna.
Como se sabe, a extraterritorialidade é concedida às embaixadas estrangeiras que se credenciam num país e ali têm instalada a sua representação diplomática. Trata-se, no caso, da extraterritorialidade externa, que garante a inviolabilidade da embaixada e a imunidade de jurisdição de seus membros, em tempos de paz e de guerra.
Mas não para aí a extraterritorialidade interna proclamada pelo grande caudilho do Senado. As palacianas residências e os apartamentos dos senadores e senadoras tampouco podem ser violadas pela Polícia Federal. Trata-se de um novo conceito de Direito Internacional Público inventado pelo grande estadista pátrio: a noção de extraterritorialidade estendida. Ou seja, o domicílio de um representante do povo é incólume às incursões da Polícia Federal autorizadas pelo Poder Judiciário.
Foi o que ocorreu em agosto, quando o ilustre marido de uma senadora do Paraná foi preso na residência do casal e dali foram retirados documentos comprometedores. A reação foi imediata: marido de senadora, estando na casa onde com ela coabita, não pode ser ali preso, pois se trata de espaço extraterritorial interno estendido!
E assim vai o nosso país, que não para de andar de lado em matéria de instituições republicanas. E o fenômeno é impressionante. Basta o sr. Calheiros declarar que o território do Senado é inviolável para que a tese seja acolhida por um ministro do Supremo, numa desmoralização do próprio Poder Judiciário, que se autodesautoriza, na pessoa do ilustre magistrado de primeiro grau que acolheu as providências da Polícia Federal no território livre do Senado Federal.
E, last but not least, o senhor das Alagoas, não contente com o reconhecimento da legitimidade de sua milícia e da extraterritorialidade interna, por força do despacho do ministro Teori Zavascki, propõe-se, com o maior rompante, próprio dos destemidos senhores medievais, a cercear as atividades da Polícia Federal, do Ministério Público e do Poder Judiciário, sob a égide do abuso do poder, para, assim, livrar-se, ele próprio, e liberar dezenas de representantes do povo no Congresso do vexame das “perseguições políticas” que se escondem nos processos por crime de corrupção, que nunca praticaram, imagine!
E vivam o foro privilegiado, a futura Lei de Abuso de Autoridade e os demais instrumentos e interpretações, omissões e postergações do STF, que, cada vez mais, garante a impunidade desses monstros que dominam o nosso Congresso Nacional, sob o manto de lídimos representantes do povo brasileiro.
Que vexame, que vergonha!