segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

2014

2014
O ANO DA MAIOR FRAUDE ELEITORAL NA HISTÓRIA POLÍTICA DA HUMANIDADE !!!




REPASSANDO...

E está concluído o trabalho de auditoria, depois de cerca de 200 horas de trabalho, muita estatística e refinamento sucessivo em cima da dados reais.
 A fraude na eleição por urnas eletrônicas. 
 Houve fraude no processamento do somatório na central do TSE, o sistema central, sobre controle da Smartmatic empresa com sede na Venezuela e reputação de fraudadora, que foi contratada pelo TSE para fazer o serviço, usou um algoritmo pequeno e malicioso, todavia o rastro está no movimento dos números. 
 A fraude em atos. 
 1º Ato: Não há meio de fazer auditoria no sistema.
 2º Ato: Não há como recontar votos. 
 3º Ato: Propaganda maciça enganosa sobre a segurança do sistema, antecipação de horário de verão para o povo não acompanhar ao vivo e não ficar chocado, ênfase na diferença de votos no nordeste, foram apenas elementos do teatro fraudulento, para tornar o processo crível. 
 4° Ato: No momento em que a apuração chegou a 75.000.000 de votos, o algoritmo entrou em ação, enviando para abstenção 0,00135% (Cerca de 55.000) de votos de Aécio a cada boletim emitido, até que Dilma superasse Aécio 2.500.000 de votos, então processo entrou em desaceleração, parando com cerca 6.000.000 de votos de Aécio convertidos em abstenção. Observe o gráfico feito por engenharia reversa. Se quiser detalhes sobre este trabalho, só pedir e mando a planilha com todos os dados e fundamentos.

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https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfa1/t31.0-8/10626261_730320167074856_7460345610708081965_o.jpg

https://scontent-b-iad.xx.fbcdn.net/hphotos-xpa1/t31.0-8/10873362_730320037074869_791148805922013436_o.jpg

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Gilson Da Silva Paula.

sábado, 13 de dezembro de 2014

CONCEITOS DE COMUNISMO

Conceitos sobre o comunismo apresentados por dois homens de escol: um brasileiro e outro português.
O Duque.

O comunismo não é a fraternidade; é a invasão do ódio entre as classes. Não é a reconciliação dos homens; é a sua exterminação mútua. Não arvora a bandeira do evangelho, bane Deus das almas e das reivindicações populares. Não dá trégua à ordem. Não conhece a liberdade cristã. Dissolveria a sociedade. Extinguiria a religião. Desumanaria a humanidade. Everteria, subverteria, inverteria a obra do Criador” (Rui Barbosa)

“O comunismo é um dogmatismo sem sistema. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo o que dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um deles.” (Fernando Pessoa)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

MANDELA Saiba quem foi


Na África do Sul, um guerrilheiro chamado Rolihlahla criou uma milícia, apesar da oposição dos companheiros, que condenavam a violência. Ele vestiu-se com trajes militares, escondeu-se com seus homens na mata e distribuiu armas. Seu grupo começou a explodir bombas, sabotar fábricas, atirar em guardas desprevenidos e espalhar o pavor entre a população civil. Rolihlahla incitava a violência contra membros da elite e muita gente acabou sendo assassinada na onda de atentados que se seguiu. Até que prenderam Rolihlahla. Sujeito horrível esse Rolihlahla, não é? Terrorista da pior espécie, não há dúvida. Por sorte, ele foi condenado à prisão perpétua. Aliás, talvez você já tenha ouvido falar dele. Ele é mais conhecido pelo nome inglês que adotou depois do batismo cristão: Nelson. Nelson Mandela. Depois de mais de um quarto de século cumprindo pena, Mandela foi solto em 1990.[1]
O Congresso Nacional Africano (CNA) foi inegavelmente um grupo terrorista e Mandela era um de seus principais líderes, sendo por causa disso preso e julgado por um tribunal independente, com observadores internacionais;  o próprio acusado assumiu ter cometido todos os crimes do qual fora acusado (eram mais de 190) incluindo a colocação de bombas em locais públicos (não apenas em locais estratégicos sem vítimas civis)[2]
Mandela foi um terrorista. Seu modus operandi incluía uso de minas e explosivos contra civis inocentes, assassinato de negros não alinhados à sua causa, incêndios contra negócios cujo proprietário era negro, greves e boicotes incitados através de coerção e tortura. Aterrorizava as mesmas pessoas que dizia estar libertando da tirania do Apartheid.[3]
Mandela iniciou sua vida pública na Juventude do ANC - African National Congress - em 1944, quatro anos antes do início do regime segregacionista sul-africano. A despeito do nome bonitinho e da sua aparente inocuidade, o movimento era uma típica organização de base marxista.[4]
Mandela era dirigente do PC [Partido Comunista] quando participou da luta armada e foi condenado à prisão perpétua. Nada demais na militância comunista contra séculos de exploração colonial e décadas de apartheid, regime sustentado urbi et orbi (em 1987, Estados Unidos, Inglaterra e Portugal votaram nas Nações Unidas contra a soltura de Mandela). Mas relembre-se que o PC sul-africano foi tão stalinista quanto o de Cuba e o da Coréia do Norte. O partido se insurgiu contra as denúncias de Kruschev dos crimes de Stalin e apoiou as invasões soviéticas da Hungria e da Tchecoslováquia. Montou campos para encarcerar adversários e usou a tortura como método.[5]
Seguindo diretivas do Kremlin, Mandela foi um dos fundadores, em 1961, o Umkhonto we Sizwe (MK), traduzido como "Lança da Nação", o braço armado do CNA, cujo objetivo era uma revolução comunista, como preconizava a agenda soviética para o continente. (Mises)
Ele foi Prêmio Lênin (anteriormente Prêmio Stálin) da Paz em 1962. Manteve-se próximo de Fidel Castro. Em 1988 a URSS emitiu um selo em homenagem a Mandela.[6]
Entre 1980 e 1994, dezenas de milhares de civis inocentes foram mortos em ataques do CNA, sendo que boa parte destes crimes foi ordenada ou autorizada por Nelson Mandela. Em cerca de 80% das vezes o alvo dos ataques era a população civil.
Somente entre 1985 e 1987, as minas terrestres colocadas nas estradas rurais pelo CNA custaram 125 vidas inocentes. Entre 1984 e 1989 cerca de 7200 casas de negros não-membros do CNA foram destruídas, além de 1770 escolas, 10318 ônibus, cerca de 50 templos e milhares de carros e estabelecimentos comerciais. (Mises)
Esteve preso por delitos terroristas. Quem o tirou da cadeia foi Nelson Rockefeller, porque desejava o controle das minas (Olavo de Carvalho).[7]
Mandela elogiou Fidel Castro e Kaddafi. Silenciou sobre as ações de Robert Mugabe no Zimbabwe. Foi um apologista da indústria do diamante.[8] A África do Sul produz mais de $1 bilhão de dólares em diamantes por ano. Mandela teve muita amizade com Harry Oppenheimer, dirigente da empresa de diamantes De Beers.[9]
Desde que chegou ao poder, em 1994, 20% dos brancos fugiram do país, por falta de segurança.[10]
Suas políticas baseadas no marxismo transformaram a África do Sul em um país violento e com índice de desemprego elevado (sem contar o problemas com AIDS e corrupção). Mais de 300 mil pessoas morreram de Aids porque o presidente Mbeki acreditava que o vírus do HIV era invenção dos brancos.
A África do Sul se transformou na capital mundial do crime organizado. Há 600 sindicatos do crime operando no país, incluindo mafiosos russos e sicilianos e traficantes nigerianos. (Mises)


[1] BURGIERMAN, Denis Russo. Existe terrorista bom? Super, 06-12-2013. Disponível em: <http://super.abril.com.br/blogs/mundo-novo/author/denis-burgierman/>. Acesso em: 16-12-2013.] BARRICELLI, Roberto. Os dois lados de Nelson Mandela . Instituto Liberal, 09-12-2013.. Disponível em: <http://institutoliberal.org.br/blog/?p=8897>.
 [3] KOGOS, Paulo. A verdadeira face de Nelson Mandela. Instituto Ludwig von Mises Brasil, 09-12-2013. Disponível em: <http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1758>. Acesso em: 16-12-2013.

[4] Cf. KELLER, Bill. Nelson Mandela, comunista. O Estado de São Paulo, 11-12-2013. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,nelson-mandela-comunista-,1107007,0.htm>. Acesso em: 17-12-2013.  (Artigo do The New York Times)
[5] CONTI, Mário Sérgio. Celebridade cordial.  O Globo (Cultura), 11-12-2013. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/cultura/celebridade-cordial-11041394#ixzz2nJWous9B>.  Acesso em 15-12-2013.
[6] <http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1758>.
[7] http://www.youtube.com/watch?v=F39l9zy1p-U
[8] CHOTINER, Isaac. Yes, Even Nelson Mandela Could Say Dumb Things. New Republic,12-12-2013. Disponível em: <http://www.newrepublic.com/article/115862/nelson-mandela-mistakes-and-commentary-after-his-death>. Acesso em: 12-12-2013.
[9]  CHOTINER, Isaac. Nelson Mandela, the Diamond Shill. New Republic,18-12-2006. Disponível em: <http://www.newrepublic.com/article/mandela-diamond-shill>. Acesso em: 12-12-2013. [Revista quinzenal americana]
[10] http://anotacionesdepensamientoycritica.blogspot.com.br/2013/12/ante-la-manipulacion-hagiografica-de.html


sábado, 6 de dezembro de 2014

"VOCÊ ESTAR COMUNISTO?"


Seria ingênuo acreditar que o PT não está cumprindo uma etapa para a instauração de um regime totalitário.

O falecido Jean Mellé, fundador e diretor do “Notícias Populares”, que se tornaria um clássico do jornalismo de escândalo, era um refugiado romeno que tinha sólidas razões para odiar o comunismo. Grande e musculoso, de vez em quando agarrava um de seus subordinados pela goela e, com um olhar feroz de grão-inquisidor, perguntava: “Você estar comunisto?”. Se a resposta fosse “Não”, ele se dava por satisfeito.
Em noventa por cento dos casos, o interrogado era um membro do Partido e saía rindo do patrão cujo poder ameaçador se neutralizava a si mesmo com uma dose patética de ingenuidade.
Na verdade, Mellé não era nada ingênuo. Conhecia de trás para diante a ambiguidade escorregadia da conduta dos comunistas. Não tinha a menor ilusão de que andassem com foice e martelo estampados na testa ou declarassem de bom grado sua identidade ideológica. Contentava-se com a resposta sumária somente porque não dominava a língua nacional o suficiente para encompridar a discussão. Queria apenas infundir um pouco de medo no coração dos comunas, e conseguia. Eles vingavam-se com risadinhas forçadas que espalhavam o mito do adversário simplório, grandão bobo que até crianças poderiam enganar. Mentiam, e mentiam sobre a mentira: ocultavam sua filiação partidária e fingiam que tinham conseguido ludibriar “a direita”. A satisfação com que se entregavam a esse empreendimento acabava por se impregnar nas suas mentes, transfigurando o fingimento ocasional numa sintomatologia histérica completa e o autoengano num estilo de vida permanente.
Decorrido meio século, o movimento comunista ainda tem no jornalismo brasileiro um exército de colaboradores fiéis cuja tática persuasiva habitual e praticamente única consiste em inventar uma versão ridiculamente simplória do comunismo, atribuí-la aos direitistas e, demolindo-a com duas ou três piadinhas sem graça, cantar vitória, ficando assim provado que o comunismo não existe, que é apenas uma fantasia paranoica de direitistas raivosos. É o bom e velho recurso erístico do “homem de palha”, que nessas pessoas já se tornou uma segunda natureza.
Alguns dos praticantes dessa mágica besta são homens tarimbados, treinados em Havana e Praga. A prova mais patente do poder que adquiriram nas redações é a naturalidade com que estágios em centros de propaganda e desinformação na Cortina de Ferro entram nos seus currículos como provas de “experiência jornalística”, como se a técnica de mentir fosse a mesmíssima coisa que a de relatar os fatos. É óbvio que, ao menos nos velhos tempos, muitas dessas gentis criaturas eram agentes pagos de serviços secretos comunistas. Seus nomes, com atraso de meio século, vão sendo pouco a pouco revelados pelos documentos arquivados em Praga no Instituto para o Estudo dos Regimes Totalitários . 
Outros, mais jovens, não precisaram viajar para adquirir as manhas da prosa comunista. Aprenderam-nas por aqui mesmo, em faculdades de jornalismo que os cavalheiros mencionados no parágrafo anterior transformaram em centros de adestramento da militância pelo menos desde a década de 70 do século passado.
O primeiro sinal de que você é inteligente é a sua capacidade de perceber que um outro é mais inteligente. Mutatis mutandis, o primeiro sinal de burrice é supor, sempre, que o outro é mais burro do que é. Nisso consiste o artifício de retórica erística a que me referi: O sujeito define o comunismo da maneira mais simplória e mecânica e, argumentando que esse comunismo não existe (como de fato não pode existir), conclui que todo anticomunismo é uma doença mental, fonte de violência e “crimes de ódio”.
A definição usada nesse truque é a seguinte: o comunismo é a estatização completa, repentina e ostensiva dos meios de produção e de toda propriedade particular. O governante pega o microfone e anuncia: “Olhe aqui, gente, eu sou comunista. Agora quem manda nesta porcaria é o comunismo. Passem aí as suas propriedades ou vão para o Gulag.”Para tipos como o sr. Jô Soares e outras cabeças iluminadas que guiam o pensamento nacional, o fato de que isso nunca tenha acontecido é a prova cabal de que o perigo comunista não passa de uma invencionice criada para justificar um golpe de Estado ou coisa pior.
Em contraste com essa desconversa vagabunda, vejamos o que é o comunismo de verdade, na sua teoria e na sua prática no mundo.
Karl Marx ensinava que a estatização dos meios de produção – etapa inicial da construção do socialismo – seria um processo complexo que deveria se estender por muitas décadas ou séculos, e que não poderia nem mesmo começar antes que os meios capitalistas de produção alcançassem o seu máximo desenvolvimento possível.
A última coisa que um governante comunista deve fazer – sobretudo se chegou ao poder pelas vias democráticas usuais e sem derramamento de sangue -- é portanto sair estatizando tudo, desmantelando a classe capitalista. Ao contrário: deve ajudar os capitalistas a ganhar o máximo de dinheiro que possam, ao mesmo tempo que os destitui dos seus meios de ação política e ideológica. A função do capitalista nessa fase do socialismo é fazer dinheiro e não dar palpite, tornando-se tanto mais próspero quanto mais politicamente inócuo e subserviente à elite governante comunista. Seduzidos pelos ganhos fáceis, os capitalistas vão transferindo aos comunistas todo o seu poder ideológico, de modo que, em prazo relativamente breve, quatro coisas acontecem:
(1) Em pleno regime de prosperidade capitalista, só há ideias comunistas em circulação. De maneira mais ostensiva ou mais camuflada, a propaganda comunista se torna o único discurso vigente na sociedade. As ideias concorrentes desaparecem ao ponto de se tornarem impensáveis. Subsistem, na melhor das hipóteses, como vagos mitos de outras épocas. Um restinho de “ideologia capitalista” permanece no ar, reduzido à apologia da eficiência econômica, que os comunistas seriam os últimos a negar.
(2) A riqueza deixa de ser um meio de ação política independente e se reduz a instrumento da propaganda comunista. Cada capitalista gasta rios de dinheiro elegendo comunistas e financiando o ódio ao capitalismo.
(3) Ter uma imensa conta bancária dá menos poder do que uma carteirinha do Partido ou um cargo público qualquer. O poder político-ideológico é transferido da burguesia para a elite partidária sem que a propriedade capitalista sofra qualquer arranhão visível.
(4) Os comunistas, por seu lado, podem tanto se gabar de ser os dominadores absolutos da situação como continuar a se fazer de vítimas indefesas da burguesia. Passam do discurso ameaçador às lágrimas de autocomiseração com a maior facilidade, e a incoerência mesma da sua atitude serve para desnortear ainda mais o adversário.
Nessa etapa, não há guerra econômica. Não se trata de tomar as propriedades dos burgueses, mas de destituí-los de seus meios de autodefesa ideológica.
Esse é o programa que o governo do PT vem cumprindo à risca, esse é o esquema comunista real e genuíno. Ele não é um homem de palha, muito menos é uma ameaça: é a realidade em que vivemos.

Fonte: Diário do Comércio eletrônico.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

UM MISTÉRIO A SER DESVENDADO


Acre envia, (sem avisar), 04 ônibus de Haitianos ilegais para o Sul do Brasil

Haitianos ilegais estão sendo bancados pelo governo do Acre e pela União. Os mesmos alegam que não querem ir para outra região do Brasil porque preferem o sul onde acreditam existir mais fartura de trabalho, alimentos e melhores condições de viver.

O governo do Acre segue repetindo o que fez com São Paulo em abril: lota ônibus e os envia sem aviso ou acordo prévio. Os haitianos têm o direito de sair de lá em busca de uma vida digna, mas eles precisam ser recebidos com dignidade aqui e, se soubéssemos com antecedência, poderíamos unir esforços para a acolhida, diz representante do governo Gaúcho.

O governo do Acre enviou quatro ônibus com haitianos para o território gaúcho. É a primeira vez que Porto Alegre recebe imigrantes a partir de viagens fretadas pelo poder público. O governo do Rio Grande do Sul alegou não ter sido informado previamente da chegada dos caribenhos.
No total, deverão se r oito viagens para a capital gaúcha (passando antes por Rio Branco, Porto Velho, Cuiabá, Campo Grande, Curitiba e Florianópolis, onde parte dos haitianos é deixada) e outras 16 viagens até São Paulo. O investimento, fruto de um convênio entre o governo acreano e a União, é de quase R$ 1,2 milhão. Pelo contrato, a empresa vencedora deve oferecer ônibus com ar condicionado, poltronas reclináveis e cortinas, além de alimentação aos passageiros.
Os imigrantes caribenhos ingressaram ilegalmente no Brasil e estavam num abrigo em Brasileia (AC). Não houve comunicação oficial ao governo do RS sobre o envio previamente. Só depois de uma semana de insistência é que a Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) confirmou a chegada dos estrangeiros.
Segundo informações, o fretamento de ônibus para levar imigrantes é feito há cerca de um ano e meio, mas que mais de 29 mil já passaram pelo Acre desde o final de 2010. (Fonte: informações de Zero Hora) (Foto: Link)