segunda-feira, 24 de novembro de 2014

TERAPIA DO ELOGIO

Por Márcio Del Cistia

"Quando uma tensão razoável é aplicada a partir do meio-ambiente então todas as várias habilidades e faculdades do eu interno entram em alerta, prontas para uma ação efetiva. Porém, quando uma quantidade intolerável de tensão é aplicada, então essa geometria desaba em uma sopa cega, indiferenciada, uma personalidade primitiva, regredida. A pessoa é reduzida a um animal, as habilidades altamente diferenciadas e versáteis desaparecem. O ambiente controlado domina a personalidade." K.Lewin

É isso, amigo.

O texto acima explica claramente o porquê do empenho dos esquerdopatas - desenvolvido pacientemente ao longo das últimas décadas - em aparelhar todas as instâncias da ambiência nacional: mídias, escolas, igrejas - fontes formadoras de opinião; instâncias governamentais reitoras de estamentos jurídicos e policiais, de regulamentação econômica, de parâmetros didáticos escolares, etc, etc... O domínio do ambiente social.

Isto é a guerra psicológica em processo.

A criminalidade organizada, protegida e apoiada pelos comunistas - caboclos e forâneos - destruindo 50 mil vidas de civis a cada ano;
a livre e crescente disseminação das drogas corrompendo nossa juventude, devastando famílias; o medo omnipresente induzindo à redução dos espaços de trocas sociais; a permanente insegurança empregatícia; instituições sócio-políticas arruinadas; o incompreensível alheamento por parte das Forças Armadas ante recorrentes crimes contra a Constituição; um estado confusional cuidadosamente alimentado pelas distorções das mídias; um sentimento de desesperança e impotência ante um mundo ameaçador e incompreensível...

... têm produzido "uma quantidade intolerável de tensão" e conseqüente distress desagregador de personalidades e de relações sociais sadias.

A partir dos ecos deprimentes em clientes de psicoterapia, detectamos há tempos a generalização desta dificuldade exposta no anexo, agora tão comum, em reconhecer valores alheios, e aquela ainda maior, de reconhecê-los abertamente, pari passu com a aumentada freqüência do criticismo ácido e destrutivo - porque o mal-estar emocional, a falta de autoestima, não suporta a alegria ou felicidade do outro.

E isso, entre outras concomitâncias, ocorre junto a atualíssimo fenômeno dentro das empresas - a curiosa seleção preferencial de maus caracteres para cargos de chefia, a eleição de absurdas metas de produtividade, redundando num massacre em humilhações. Subentenda-se, como fatores agravantes, nossas miserandas condições empregatícias e salariais, induzidas por uma política econômica estúpida e canhotamente viciosa punindo a produtividade e geração de empregos com taxações castradoras.

Como resultado, cria-se uma sociedade de depressivos e estressados, com feridas emocionais em permanente supuração, baixíssima autoestima, com conseqüências terríveis também sobre as novas gerações. Os resultados de pesquisa pelo canal Nickelodeon realizada há mais de 5 anos em catorze países com a finalidade de mensurar o equilíbrio emocional de crianças entre 8 e 15 anos, mereceu o seguinte comentário de Noel Gladstone, vice-presidente internacional de pesquisas do canal dedicado à infância:

"Esperávamos números elevados entre as crianças brasileiras nas questões relativas ao medo. Ainda assim, as proporções em que eles surgiram chegam a ser chocantes. As crianças do Brasil são as mais estressadas do mundo." Nossa infância vive em medo constante!

Farpas lançadas de todos os lados induzem ao fechamento dentro de muros atitudinais defensivos, a uma solidão real, sufocante e esterilizante, mesmo, em grupo ou entre casais, criando-se relações corrompidas em cada-um-por-si-contra-todos-os-demais.

Divide et impera - pretende o Inimigo encastelado no Poder, origem e agente desta mortal guerra contra `corações e mentes`: Mantenha todos amedrontados, inseguros, confusos, alienados, desconfiados, sozinhos, divididos, desarmados, de antemão derrotados... e não haverá reação.

Somos hoje uma cultura doentia, com o egoísmo tacanho e a desconfiança generalizada eleitos como valores básicos de sobrevivência.

Não há espaço para a generosidade, para a tolerância afetuosa, para o estender de mãos amigas - fraternais - em ajuda e suporte: o Outro é sempre o concorrente, o adversário, o inimigo. Hoje vivemos emocionalmente naquele pântano existencial que precede o caos social, a desagregação das relações humanas embasadas no respeito à humanidade e ao direito alheio. O Divide et impera está ganhando.

Neste terreno não medram a honestidade essencial que nasce do auto-respeito, ou, com a mesma origem, o saudável - admirável! - senso de honra, que nos leva a privilegiar o melhor em comportamentos... substituídos pela "lei do Gerson`, de levar vantagens em tudo a qualquer custo.

O amor está condenado, a priori.

Ainda estudamos as implicações de eventos variados no quadro maior, mas desde já, lhe adianto que também por isto devemos agradecer à hegemonia do `intelectuário` comuno-gramsciano, o `pensador politicamente correto` e seu empenho nas décadas de destruição de nossos valores morais e da fé religiosa num Deus de Amor.

Não obstante conhecê-los de há muito, ainda me espanto seguidamente ante a imensidão de sua demência, estupidez e cegueira, alimentadas por inveja, ódio e rancor - e em última instância, também suicidas.

São, na mais profunda acepção da expressão, inimigos do gênero humano. Isto precisa ser entendido por todos nós.

Estes sub-humanos esquerdopatas, tão freqüentes no mundo e cá em casa, sequer alcançam perceber que, necessariamente, a colheita terá a natureza das sementes que se plantam.

Deus (a Natureza, as Leis Maiores, como se queira chamar) não é, nunca foi, `bonzinho`; mas apenas justo: ação-reação, causa-conseqüência.
Se não paramos - cada um de nós - para ponderar sobre nossa condição pessoal e as conseqüências da negatividade de nossas atitudes... o futuro próximo será sombrio.

Há que rever nossas posturas e ativa, inteligente e deliberadamente voltar-nos para a reconstrução de pontes relacionais, aproximando-nos dos amigos para debater, esclarecer-nos quanto ao atual status quo e fortalecermo-nos uns aos outros com generosidade e valentia no coração; buscar informações confiáveis e tentar encontrar vias de solução preferencialmente dentro de grupos emocionalmente coesos - será bom início da batalha contra a insídia venenosa da esquerdopatia hegemônica, que intenta transformar-nos em escravos - vencidos e dóceis.

Então, esteja certo, Deus nos ajudará.

Fique em Paz e com Ele.

M.

[Márcio Del Cistia]

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

GRAMSCI NO BRASIL

- O movimento gramsciano no Brasil começou com a criação do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento - CEBRAP, em 1969, por Fernando Henrique Cardoso e os professores comuno-socialistas revolucionários da USP.

O CEBRAP foi, e ainda é, a organização comuno-socialista que planejou e organizou todas as estratégias adotadas pelas esquerdas brasileiras com a adoção dos ensinamentos de Antonio Gramsci que se estruturam na ocupação de espaço e hegemonia de pensamento. É a irmã brasileira da Escola de Frankfurt alemã.
Com uma mãozinha do General Golbery do Couto e Silva que entregou a Educação Brasileira nas mãos da Esquerda (o maior presente da história política do Brasil), foi muito fácil chegar onde chegamos (no fundo do poço). Tudo dominado pelas esquerdas a ponto de só existirem candidatos da esquerda para a presidência da república. Foi o mesmo que comer mamão com açúcar.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

CENSURA À VISTA NA RÚSSIA E A MENTIRA SERÁ O BODE EXPIATÓRIO

Rússia pensa isolar seus cidadãos da Internet “capitalista”

O Conselho de Segurança da Rússia está temendo algum movimento de contestação em grande escala, do gênero do que se deu em Hong Kong.

As manifestações contra Putin e a guerra na Ucrânia soaram o alarme.

E o governo russo, que atribui 90% de popularidade a seu chefe supremo, estaria preparando um plano de emergência.

Segundo a BBC, o plano considera aproximar-se o momento em que a população sentirá falta de muitas benesses importadas, que não mais o serão devido às sanções da União Europeia e dos Estados Unidos à invasão russa da Ucrânia. 

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, não quis reconhecer os temores do Kremlin em relação à população russa, e apelou ao velho truque dos ditadores: inventar uma ameaça externa.

Ele justificou mais medidas de repressão à cidadania afirmando que recentes ações dos Estados Unidos e da Europa “foram marcadas pela imprevisibilidade, e precisamos estar prontos para qualquer coisa”.

Por sua vez, o ministro das Comunicações, Nikolai Nikiforov, confirmou que o país está fazendo planos e levantou uma ponta do véu.

“Estamos trabalhando em cenários nos quais nossos parceiros subitamente decidam nos cortar a Internet”, explicou.

Porém, o que de fato acontece é que o Kremlin já está cortando o acesso dos cidadãos russos à Internet, a fim de abafar a dissidência.

E excogita agora um plano mais radical: especialistas entrevistados pelo site de notícias russo Vedomosti afirmaram que o órgão federal Rossvyaz poderia assumir o controle dos domínios da Internet, como aqueles terminando em .ru ou .rf.

Se as redes sociais e os bancos de dados estão em via de sujeição total ao regime, agora seria a vez de todos os provedores em território russo.

A radicalização do controle da rede na Rússia afetaria as relações com a organização norte-americana ICANN, que rege internacionalmente os domínios da Internet.

Desta maneira, a Rússia prepara-se para desligar os internautas da rede mundial, pondo a culpa nos EUA.

O ministro Nikiforov afirmou que seu ministério realizou exercícios com o Ministério da Defesa e o FSB (polícia política russa), preparando um cenário no qual a Rússia se desligue da Internet atual e passe a funcionar sob o controle absoluto do sistema de repressão.

Keir Giles, especialista em segurança cibernética de Londres, afirmou que o FSB recebeu novos poderes de vigilância da Internet. Contribuíram para isso as delações do analista americano Edward Snowden sobre o funcionamento do serviço de informações dos EUA.

De acordo com o site de notícias russo Gazeta.ru, o Kremlin visa mudar características das conexões de Internet no país para impedir fugas virtuais.

A ditadura orwelliana está se tornando oficial na “nova URSS”, aliás tão desprovida de tecnologia como a velha URSS

Fonte: Flagelo Russo.

OBEDIÊNCIA CANINA

DO PÓ DOS ARQUIVOS À REALIDADE CONTEMPORÂNEA


A Internacional Comunista sempre acalentou planos de incentivo a soluções radicais para a América Latina.
Na década de 30 do século passado, o presidente da Comissão Executiva do Comintern, Dmitriy Manuilsky, foi taxativo: os partidos comunistas deveriam “romper o cordão umbilical que os prendia à sociedade burguesa de classes”. (Por isso que Marilena Chaui “odeia a burguesia”, foi contaminada pela ideologia e a segue caninamente). Era uma ordem – como disse o próprio Manuilsky – dada com firmeza suficiente para que fosse ouvida na América Latina, onde os partidos comunistas “se encontravam na estaca zero do movimento revolucionário da classe proletária”. (Proletário é aquele sujeito que só produz filhos – para os outros sustentarem – só serve para isso. Eis porque a “bolsa esmola” faz tanto sucesso nesta plaga).

Dmitriy Manuilsky ou Dmytro Zakharovych Manuilsky foi um militante comunista russo que exerceu uma grande influência na Internacional Comunista nas décadas de 1920 e 1930. 

domingo, 16 de novembro de 2014

ÍNDOLE MARXISTA

Por O Duque:


- A primeira coisa que você tem que aprender é que os marxistas não possuem dilema moral, portanto são imunes a esse tipo de apelo. Dou dois exemplos:
a) As denúncias de escândalo (roubalheira) do PETROLÃO não impediram que a candidata do PT se reelegesse.
b) A condenação dos mensaleiros transformou todos eles em HERÓIS NACIONAIS. Alguém foi expulso do partido? Não.
Então, apelar para o mensalão, petrolão ou roubalhão é chover no molhado ou malhar em ferro frio. Eles não estão nem aí como isso.

- A segunda, é que para marxistas o conceito de BEM e MAL não existe, o que existe é a Causa Revolucionária. Explico de novo:
a) Se o fato ajuda a causa da revolução, então é um BEM;
b) Se o fato não ajuda a causa revolucionária, então é um MAL.

- A terceira, é que todo marxista é um relativista congênito. O mesmo fato pode ser BEM e MAL ao mesmo tempo ou em diferentes épocas. A época não importa. Dois fatos antagônicos entre si podem ser um BEM ou um MAL ao mesmo tempo. Explico novamente e dou exemplos:
a) Matar homossexuais na U.R.S.S. na época de Stalin ou em Cuba na época de Fidel é BOM porque ajuda a causa da revolução. A revolução precisa do "homem forte", "do homem de pegada" e o homossexual é fraco e "delicado".
b) Defender os homossexuais no Brasil é um bem à causa revolucionária porque ajuda a DESTRUIR A FAMÍLIA e reforça o conceito de luta de classes.

Então, fatos antagônicos, MATAR ou DEFENDER, passa ser igualmente BOM porque favorece a causa da revolução marxista. O mesmo raciocínio se aplica ao MAL. Compreendeu?

domingo, 2 de novembro de 2014

ESTRATÉGIAS DA NOVA REVOLUÇÃO MARXISTA

A Erotização da infância e a Pedofilia como estratégias da nova revolução marxista.
Guilherme Schelb
Promotor de Justiça da Infância em Brasília (1992-1995)
Mestre em Direito Constitucional

"Não queremos seu dinheiro, só seus filhos!"

Observamos uma avalanche de propostas absurdas contra a infância, apresentadas até mesmo no Congresso Nacional:
§  projeto de lei propõe autorizar crianças a 'mudar de sexo', até mesmo contra a vontade dos pais. (1)
§  projetos de lei propõem a legalização da prostituição ou da produção e consumo de drogas no Brasil. (2)
§  o Ministério da Educação-MEC estabeleceu para crianças o direito ao 'prazer sexual', principal fundamento do movimento pedófilo internacional.
Somos levados a pensar que estamos diante de depravados sexuais ou radicais insanos.
Mas não é nada disto!

1. História.
Nos anos 60, o comunismo enfrentou uma crise: os trabalhadores, especialmente europeus, não estavam mais dispostos à 'luta revolucionária'. Por haverem alcançado condições econômicas e sociais satisfatórias, não estavam mais propensos a tomar o poder político pelas armas. Na expressão de um filósofo comunista, "os trabalhadores se aburguesaram". Houve um desencanto com a viabilidade da 'causa operária', como até então vinha sendo priorizada, ou seja, a conquista do poder pela 'revolução proletária'. Concluíram que era preciso mudar a estratégia comunista e encontrar uma nova classe revolucionária.

2. Minorias: a nova classe revolucionária.
Os teóricos marxistas (3) elegeram como nova classe revolucionária as minorias e 'discriminados' da sociedade: desempregados, prostitutas, presidiários, dependentes de droga, gays, entre outros. Causas sociais justas tornaram-se pretexto e as pessoas discriminadas 'massa de manobra' para a 'luta revolucionária'.
É preciso considerar que, de fato, há discriminação e preconceito na sociedade contra grupos ou pessoas com características ou estilo de vida especiais. Todavia, os movimentos sociais e partidos políticos extremistas se aproveitam desta pauta legítima de justiça social para propósitos obscuros.  Eles não desejam apaziguar os conflitos na sociedade, pelo contrário. Sua lógica para conquista do poder é criar mais antagonismos e conflitos sociais.
A lógica perversa é sempre aguçar a divisão na sociedade em dois grupos opostos: opressor e oprimido. Na pedagogia, desenvolvem teorias para 'libertação' dos alunos da 'repressão' dos professores. No âmbito social, estimulam o antagonismo de negros contra brancos, mulheres contra homens, filhos contra pais, empregados contra patrões, pessoas humildes contra a 'elite'. A desobediência e o descumprimento da lei é estimulado como 'luta política'. Nesta leitura marxista, os direitos humanos são transformados em direito da minoria contra a maioria.
A maior parte das pessoas discriminadas desconhece esta ideologia política e suas propostas radicais.  São indivíduos que apenas querem respeito e igualdade, sem saber que sua justa causa está servindo de pretexto para a causa marxista.. (3)

3. O assalto à democracia.
Não há nenhum problema em defender ideologias. O que não podemos aceitar é aparelhamento político dos direitos humanos e das causas das minorias por grupos ideológicos que não se apresentam abertamente ao debate público. Escondem-se atrás dos "Direitos Humanos" para propor a implantação de seus valores e propostas sem discussão democrática, movidos por ideologias antidemocráticas.
Devemos combater organizações ideológicas que usam o combate à discriminação e preconceito como pretexto para a conquista do poder político. Alegam agir em defesa de pessoas em situação de fragilidade social, mas na verdade são ideólogos marxistas, anarquistas e pedófilos que pretendem impor seus valores e programas sem discussão democrática.
Quando sofrem oposição em suas propostas radicais de revolução cultural, se valem do pretexto de defesa dos direitos humanos de minorias, para acusar seus opositores de homofobia, racismo, machismo, e por aí vai.
Em nome dos direitos humanos tudo podem!
Por esta razão, inclusive, é que ao mesmo tempo em que são capazes de propor a 'mudança de sexo' para crianças, pretendem criminalizar as opiniões contrárias ao seu estilo de vida ou valores. (4)
Quando os pedófilos defendem abertamente sua pretensão de manter relação sexual com crianças, podemos combater esta perversidade de forma democrática. Mas, quando a defesa da pedofilia é travestida em argumentos científicos, por juristas, psicólogos ou pedagogos, nos deparamos com uma manipulação. Porque agora, os pedófilos se escondem atrás dos direitos humanos, da pedagogia ou da psicologia, tornando suscetível de debate os mais sórdidos propósitos contra criança se adolescentes.
É sintomático que no julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a 'marcha da maconha', o relator da causa sugerisse que até mesmo pedófilos poderiam manifestar em praça pública seu desejo de fazer sexo com crianças!! (5)
A grande vantagem ao eleger as minorias como nova classe revolucionária, é que se consegue fragmentar a 'ação revolucionária' em diversas 'frentes' de atuação, aparentemente sem nenhuma conexão entre si.
Observem.
Qual a relação entre a legalização da prostituição e a defesa da pedofilia ?
Ou entre a legalização da maconha e a erotização de crianças ?
Aparentemente nenhuma, não é ?
Ledo engano.

4. Família: o inimigo a ser destruído.
Como todos sabem, o comunismo (ou marxismo) tem como alvo central a extinção da propriedade privada. Na leitura marxista, a família tradicional monogâmica (homem, mulher e filhos) é a causa do surgimento da propriedade privada. É o que Engels escreveu em seu livro "A origem da família, da propriedade privada e do Estado."
Colocando em prática este objetivo de destruição da família monogâmica tradicional, os movimentos extremistas propõem abertamente a proibição da menção à expressão "pai" ou "mãe" em escolas e até em registros públicos de identificação civil (6), em explícita violação à constituição e às leis brasileiras, que reconhecem o direito da criança à sua família natural.
O alvo central é alcançar a mente das crianças, afastando-as do entendimento e compreensão da importância da família natural.
De fato, na lógica marxista, a família natural – pai, mãe e filhos – deve ser desvalorizada ao máximo. Por isto, hipertrofiam a noção de 'afetividade' e diminuem a importância da maternidade ou paternidade natural. "Mãe é quem cria" tornou-se o aforisma marcante desta visão, como a dizer que a gestação e a hereditariedade biológica fossem de menor importância.
Devemos reagir a isto e respeitar o que dispõe a Constituição: a criança tem direito à sua família natural. (7)
Na lógica revolucionária marxista, é preciso enfraquecer toda esfera de autoridade na sociedade. A família é alvo central, não só pelas razões ideológicas já analisadas, mas também porque é a principal instituição que exerce controle efetivo sobre crianças e adolescentes. E aqui se revela claramente outra estratégia marxista para a destruição da família tradicional: o estímulo ao confronto de filhos contra pais e o enfraquecimento da autoridade familiar. (8)
A mídia tem um papel fundamental nesta tarefa. Vou exemplificar.
Imaginem que todo crime violento praticado por homossexual fosse divulgado com destaque pela mídia. Certamente todos seriam induzidos erroneamente a pensar que os homossexuais são violentos, em razão da exposição midiática anormal. Se o exemplo causa repulsa só de imaginar, por outro lado, aceitamos docilmente que os casos de abuso praticados por pais ou padrastos sejam estampados com destaque pela mídia.  Todos são levados a pensar erroneamente que a família é um local de risco, e que a criança precisa de proteção contra os pais. (9)
A mídia é importante também para hipertrofiar situações sociais em favor destes movimentos ideológicos. Os dados sobre homofobia, por exemplo, são divulgados pela mídia unicamente com base em afirmações dos próprios movimentos radicais, sem nenhuma base de pesquisa oficial e isenta. Embora o preconceito contra gays seja uma triste realidade no Brasil, é incorreto inflar os dados estatísticos inserindo como ato de homofobia acidentes de trânsito ou, ainda, crimes passionais praticados, muitas vezes, por outro homossexual.

5. Pedofilia e erotização da infância.
Nos anos 50, o marxista Herbert Marcuse propôs a 'liberação sexual' como meio para, em suas palavras, "destruir a família monogâmica tradicional".
Ele acreditava na 'revolução' por meio da difusão de uma ideologia sexual, consistente na inexistência de qualquer restrição a práticas sexuais, de qualquer tipo: bestialismo, pedofilia ou necrofilia. Tudo está exposto abertamente em seu livro "Eros e Civilização", leitura principal dos radicais sexuais e anarquistas.
Sua proposta central é destruir a família monogâmica tradicional por meio da radical liberação sexual, especialmente de crianças e adolescentes, eliminando qualquer restrição moral a práticas sexuais como masturbação ou sexo anal, inclusive o incesto (10). Nesta lógica perversa, diversos livros didáticos aprovados pelo MEC a partir de 2004 orientam e incentivam crianças do ensino fundamental à masturbação, alertando, em alguns casos, para não 'contar aos pais', em flagrante violação da lei e da Constituição. (11) (12)
O ciclo é completado na década de 90 pelas doutrinas do gênero - que propõe a ruptura entre o sexo biológico da criança e seu comportamento sexual - e a do gênero neutro - que propõe que até os 10 anos de idade a criança não tem 'sexo definido', e portanto, pode ser orientada livremente a comportar-se como homem ou mulher, independente do sexo biológico. A "ideologia do gênero" representa profunda violação à dignidade infanto-juvenil. O primeiro passo é implantar nas mentes de adultos e crianças o falso entendimento de que a identidade sexual é construída por cada pessoa, desde a infância. O objetivo é realizar uma ruptura entre o sexo biológico e o comportamento ou opção sexual. Para alcançar este objetivo, propõe ensinar as crianças a romper os padrões culturais e sociais que fortalecem sua identidade biológica de sexo. Meninos poderiam ser chamados por nomes femininos ou se vestir como meninas, incentivando a troca de papéis sociais entre meninos e meninas. Para a perversa ideologiado gênero uma criança-travesti é uma 'conquista' da civilização moderna. E aqui encontramos o elo central de união entre o movimento pedófilo e o movimento gay: ambos propõem a autonomia de vontade (sexual) a crianças.
Esta estratégia está em plena implementação no Brasil, como vimos, especialmente em escolas de ensino básico. Projeto de lei no Congresso Nacional para autorizar a 'mudança de sexo' em crianças ou livros didáticos do MEC apresentando temas da sexualidade adulta para crianças, inclusive o direito ao prazer sexual, são apenas a ponta do iceberg desta estratégia política de erotização da infância.
Fica muito evidente, assim, que estamos diante de um movimento político ideológico que utiliza os direitos humanos, especialmente a defesa de minorias e discriminados, como instrumento de ação política revolucionária. As minorias e discriminados são 'massa de manobra', um pretexto maquiavelicamente utilizado, para destruir valores e a cultura da maioria, especialmente a família monogâmica tradicional. (Engels, Heidegger e Marcuse)
O local principal de influência desta classe revolucionária não será o Congresso Nacional, mas o Supremo Tribunal Federal e órgãos administrativos, especialmente da educação. Aliás, para estes radicais é fundamental enfraquecer a democracia representativa, regida que é pelo princípio majoritário, do qual sabem não obterão vitórias em seu pleito revolucionário.
Neste contexto, a erotização da infância e a pedofilia são instrumentos para implementar radical reengenharia psicológica e social em crianças e adolescentes, ou na expressão tão utilizada pelos radicais marxistas, "quebrar tabus'.
E aqui encontramos o elo entre propostas aparentemente desconexas. Por exemplo, ao propor a legalização da prostituição, partidos e movimentos radicais alegam que desejam proteger as pessoas que se prostituem, para que possam usufruir direitos trabalhistas e previdenciários. Mas, na verdade, o resultado será o fortalecimento da erotização na infância e adolescência. Imaginem, se a prostituição é legalizada, crianças e adolescentes, que já são o principal alvo da prostituição nos dias de hoje, serão ainda mais estimulados a servir ao comércio sexual. É evidente a fragilização da defesa da infância contra a corrupção sexual. Se a prostituição for legalizada, será plenamente lícita a abertura de cursos profissionalizantes para prostitutas, ou ainda, sugerir acrianças e adolescentes, como opção na vida adulta, se tornarem prostitutas. A erotização infanto-juvenil faz parte de um projeto de mudança de marcos civilizatórios, como já vimos.
A liberação do consumo de drogas também integra este arcabouço de ações fragmentadas que têm como alvo a infância e adolescência. As pesquisas revelam que os danos biológicos causados pelo consumo de drogas na infância ou adolescência são muito maiores, e que o principal resultado comportamental do consumo de drogas na adolescência é a desobediência (especialmente na família e escola) e a precoce iniciação sexual, inclusive por violência sexual. (13) Imaginem, se não conseguimos controlar atualmente o consumo de bebida alcoólica por crianças e adolescentes, quanto o mais da maconha, que pode ser cultivada em qualquer residência.

6. Conclusão
É claro que nenhum partido marxista pretende estatizar os meios de produção, embora se encontre tal impropério em seus estatutos. O alvo, agora, é abater a 'sociedade burguesa' em seu elo mais fraco: a família e as crianças. A ideia é destruir nossa cultura e valores morais.  A legalização do consumo da maconha, da prostituição ou do 'direito' da criança ao prazer sexual (pedofilia) são exemplos de batalhas silenciosas desta trágica 'revolução', que não virá mais pelas armas, mas por meio de decisões do Supremo Tribunal Federal e de órgãos administrativos.
Não é uma questão moral ou ética, mas de conquista do poder político.
Mas, primeiro, é preciso destruir a maioria. Querem começar a luta revolucionária abatendo as crianças!
Proponho aos homens e mulheres de bem que se posicionem ativamente contra este assalto à democracia e abuso contra a infância.

Guilherme Schelb

Notas:
(1) Projeto de Lei Nº 5002/2013, Câmara dos Deputados, de autoria dos Deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Erika Kokay (PT-DF).
(2) Dados facilmente acessíveis em pesquisa no google.
(3) Especialmente os marxistas da 'Escola de Frankfurt', que se reuniam nesta cidade alemã. Estes estudiosos comunistas davam ênfase especial à influência da cultura e da psicologia como instrumento para a destruição da sociedade capitalista.  Por esta razão, seu pensamento ficou conhecido como 'marxismo cultural'.
(4) Em sua redação original, o projeto de lei nº 122/2006, da Câmara dos Deputados, determinava a prisão de até 3 anos para quem "constrangesse politica ou filosoficamente' um homossexual. Em outras palavras, pretende-se criminalizar a conduta de discordar ou desagradar homossexual, por divergência de opinião política ou filosófica.

(5) Ação Direta de Inconstitucionalidade 4.274-DF, na Revista Trimestral de Jurisprudência, nº 222, pág. 156.
(6) Proposta elaborada pela Ordem dos Advogados do Brasil.
(7) Art. 226 da Constituição Federal.
(8) A lei da palmada é um exemplo claro desta estratégia ideológica de antagonizar filhos contra pais, e enfraquecer o poder familiar.  Sua justificativa é justa – proteger crianças de castigos físicos -, mas na verdade, o objetivo é antagonizar filhos contra pais. Imaginem uma criança desagradada por restrições corretas impostas pelos pais, recebendo a informação de que pode obter benefícios denunciando-os a autoridades!
(9) Esta absurda exposição midiática de abusos praticados por familiares, está levando até mesmo a propostas de suspeição de todas as famílias. Na Escócia, projeto de lei em análise no parlamento, prevê a designação de um tutor legal para cada criança nascida, para representá-la contra seus pais, em caso de 'conflitos de interesse'. O nome do projeto é 'Named Person Bill'.
(10) Marcuse entende que a causa do surgimento da razão dominadora (logos grego) foi a família monogâmica tradicional.  Ele propõe substituí-la por uma nova razão, que surgiria a partir da liberação sexual completa de crianças e adolescentes de qualquer tabu ou restrição a práticas sexuais. Assim, o incesto, a homossexualidade, a pedofilia e até a necrofilia seriam instrumentos para 'libertar' crianças e adolescentes da razão dominadora grega !!!
(11) A Prefeitura de Recife-PE adotou livro didático infantil em que havia orientação expressa a práticas sexuais aos alunos, inclusive desenho de uma criança se masturbando. No município de Fernandópolis-SP foram apreendidos livros didáticos com o mesmo conteúdo erotizador da infância.
(12) Lei nº 8.069/90-ECA
Art. 79. As revistas e publicações destinadas ao público infanto-juvenil não poderão conter ilustrações, fotografias, legendas, crônicas ou anúncios de bebidas alcoólicas, tabaco, armas e munições, e deverão respeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família.
O Brasil é signatário do Pacto de São José da Costa Rica, que determina:
Art. 12. (...) 4. Os pais (...) tem direito a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja acorde com suas próprias convicções."
(13) Pesquisas nos EUA revelaram que em 90% dos casos de estupros em universidades, o autor, a vítima ou ambos estavam sob efeito de drogas. Goleman, Daniel. Inteligência Emocional.