terça-feira, 24 de junho de 2014

A NOITE DOS CRISTAIS


Nazista ou Terceiro Reich.

A pedido de Adolf Hitler, Goebbels juntamente com os dirigentes da Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, ou Partido Nacional Socialista Trabalhista Alemão – NSDPA, utilizou os Sturmabteilung – SA (Destacamento Tempestade) como tropas de assalto formando uma milícia paramilitar, suas ordens determinavam que deveriam estar vestidos à paisana, a fim que o movimento parecesse ser um movimento espontâneo de uma população furiosa, e que alguns estivessem com seus rostos cobertos.

Os SA promoveram a destruição de Sinagogas, Lojas, habitações e agressões contra pessoas em especial aquelas identificadas como judias, mas não somente contra estas, mas também contra alemães que não aceitavam os rumos que a Alemanha estava tomando.

A historia se repete, O Partido dos Trabalhadores – PT, utiliza-se das mesmas ações do Partido Nacional Socialista Nazista, nosso Hitler tupiniquim Luiz Inácio, promove e estimula a luta de classes tanto contra a “ELITE BRANCA”, como qualquer outro que possa ser um “problema” para o plano totalitário do PT, assim como foi feito para com a população alemã que não apoiava o Partido de Hitler quanto aos e judeus (maiores vítimas).

Nosso Goebbels, conhecido como Franklin Martins, fez curso de guerrilha em Cuba, período em que foi treinado para o uso de armamentos e explosivos, além de táticas de selva, confirma ter feito a "segurança" da operação de assalto à casa do então deputado Edgard Magalhães de Almeida, político ligado às artes que tinha cerca de U$ 70 mil no cofre de casa, dinheiro que foi levado pelos militantes na ação, descrita ainda hoje por ele como de "expropriação", tenta impor o controle da mídia.

O PT possui o monopólio das ruas, possui o controle sob quase todos os órgãos representativos de classe e sindicatos, aparelhou o funcionalismo público e possui o monopólio das ruas, onde os seus Sturmabteilung – SA (Destacamento Tempestade) representados pelos diversos movimentos ditos “Sociais” disseminam o pânico e a destruição, apedrejam igrejas, lojas, habitações, além de agressões físicas à população.

Sabemos como terminou o Terceiro Reich, que custou milhares de vidas. Assim como o NSDPA, o PT promove a desunião, o ódio e a maldade, procura obter e expor o que ha de pior do cidadão.

Dias sombrios nos esperam, os Nazi-neobolcheviques Petralhas pensam que estão em Petrogrado em 1917, e preparam-se para tomar o poder de assalto. Covardes que são tentarão realizar um putsch assim como Lenin fez.

Tentam implantar um regime totalitário e gradualmente aos ditames de Antonio Gramsci.

Os petistas são sociopatas [psicopatas], são como um paciente psiquiátrico internado em um hospício, acreditam que possuem superpoderes e que podem violar todas as regras da natureza humana como bem entenderem.

Brasileiros, preparem-se: Vocês estão prestes a enfrentar a experiência Nazi-Soviética em todo seu esplendor. (Nelson Bruni).

terça-feira, junho 24, 2014

PRESSÃO DO PT NA POLÍCIA FEDERAL E ASSÉDIO MORAL OCASIONAM TAXA RECORDE DE SUICÍDIOS DE POLICIAIS. HÁ 600 OPERAÇÕES PARA SEREM DEFLAGRADAS, A MAIORIA CONTRA ADVERSÁRIOS POLÍTICOS DO GOVERNO.

O jornalista Claudio Tognolli, acaba de fazer uma revelação aterradora em seu blog: 14 agentes da Polícia Federal já comentaram suicídio, o que é um recorde histórico. O motivo: problemas psicológicos e assédio moral decorrentes do aparelhamento dessa instituição.
E tem mais: neste ano eleitoral, afirma o jornalista, a Polícia Federal tem nada menos que 600 operações para serem deflagradas - preferencialmente - destaca, contra os adversários políticos do governo.
Já se sabia do aparelhamento pelo PT não só da Polícia Federal, mas de todos os órgãos governamentais. No que tange à PF, não é de estranhar a tentativa dos psicopatas do PT de transformar essa importante instituição policial numa espécie de Stasi, a temível e assassina polícia do regime comunista a ex-Alemanha Oriental.
A denúncia contida no blog de Claudio Tognoli é devastadora e dá a medida exata da maldição que constitui o governo do PT. Vale a pena acompanhar o Blog de Tognolli. Leiam:
No dia 13 de junho passado este blog denunciou que  uso político da Polícia Federal por parte do governo tem feito os agentes baterem recorde histórico de suicídios e afastamentos da instituição por problemas psicológicos e assédio moral.
Neste ano eleitoral, a situação piorou: e a PF tem nada menos que 600 operações para serem deflagradas a qualquer momento –preferencialmente contra inimigos políticos do governo.
As informações são de Luis Boudens, da presidência da Federação Nacional dos Policiais Federais, a Fenapef (a congregar em todo o Brasil). Em entrevista a este blog, ele disparou os números catastróficos jamais antes vistos: nos últimos 3 anos ocorreram na PF 29 mortes: 13 delas por suicídio e 6 por acidente de automóvel, face pressões e assédio moral sofridos pelos policiais.
Mais dois casos engordam a lista: uma tentativa de suicídio de agente federal ocorrida semana passada na Região Norte do Brasil.
E nesta segunda-feira, 23 de junho, a tentativa de suicídio mais brutal: o agente Paulo Sérgio Caramuru, lotado na Delegacia contra Crimes Institucionais (DELINST), da PF de São Paulo, tentou se matar com um tiro na boca.
Até a feitura final deste post, ele estava sendo operado.
O suicídio fez com que a maior entidade a agregar agentes da PF, a Fenapef, passasse esta segunda-feira reunida com seu corpo jurídico.
E resolveram pedir a intervenção na PF junto ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Os federais alegam o não cumprimento de uma acordo firmado entre os agentes federais, o Ministério da Justiça e a Secretaria de Direitos Humanos, em 2010. Por ele ficou acordado o acompanhamento diário, pelo governo, do moral  “bio-psico-social” dos agentes federais. Nada foi feito.
Luiz Boudens, da presidência da Fenapef, dispara:
Os suicídios são a consequência mais escandalosa e revoltante de uma má gestão de pessoas e da aplicação de uma lei da época da ditadura como regime disciplinar, justamente numa PF dita republicana. Não podem (os 14 suicídios) ser tratados de forma desconexa da causa que é o surreal ambiente de assédio moral e guerra interna que o DPF vive por conta da gestão imatura e irresponsável do atual Diretor-Geral e do Ministro da Justiça. Por isso a intervenção do MPF se faz necessária e urgente!” Do Blog de Claudio Tognolli

quarta-feira, 18 de junho de 2014

OS CRIMES DO COMUNISMO




Carlos I. S. Azambuja


A ignorância da dimensão criminosa do comunismo se juntou à indiferença da maioria dos nossos contemporâneos para com os seus irmãos humanos

O comunismo foi, inegavelmente, um dos fenômenos mais importante do Século XX. Antecedeu o fascismo e o nazismo, sobreviveu a ambos e atingiu todos os continentes.
Seus crimes, em todo o mundo, não foram ainda submetidos a uma avaliação legítima, tanto do ponto de vista histórico como do ponto de vista moral. E, talvez, nunca sejam. Alguns poderão refutar, alegando que a maioria dos crimes respondia a uma “legalidade”, ela própria sustentada por instituições pertencentes aos regimes vigentes. Mas não ocorreu o mesmo com o nazismo, que foi julgado em Nurenberg?
Os testemunhos abundantes, confirmados pela abertura dos arquivos do partido e da KGB após o fim da União Soviética, demonstram que o terror foi uma das dimensões fundamentais do comunismo. Em seu nome foram cometidos inúmeros crimes contra o espírito, contra a cultura universal, contra as culturas nacionais e sobretudo contra a vida.
Stalin ordenou a demolição de centenas de igrejas na Rússia; Nicolau Ceaucescu destruiu o coração histórico de Bucareste para construir edifícios e traçar perspectivas megalomaníacas; Pol Pot desmontou, pedra por pedra, a Catedral de Phnom Penh, abandonou à selva os templos de Angkor e, durante a chamada revolução cultural maoísta, tesouros inestimáveis foram destruídos pelos Guardas Vermelhos.
Em um primeiro balanço foram estabelecidos os seguintes números: URSS, 20 milhões de mortos; China, 65 milhões; Vietnã, 1 milhão; Coréia do Norte, 2 milhões; Camboja, 2 milhões; Leste-Europeu, 1 milhão; América Latina, 250 mil; África, 1,7 milhão; Afeganistão, 1,5 milhão. O total aproxima-se dos 100 milhões de mortos, contra 25 milhões de mortos pelo nazismo. Ou seja, os regimes comunistas foram os mais criminosos do Século.
Stalin ordenou ou autorizou inúmeros crimes, sendo o mais espetacular a execução da quase totalidade dos oficiais poloneses aprisionados em 1939, durante a II Guerra Mundial, dos quais os 4.500 oficiais mortos na Floresta de Katyn foi apenas um episódio. Entretanto, outros crimes passaram despercebidos pela opinião pública mundial, como o assassinato, nos Gulags, de centenas de milhares de cidadãos russos, bem como de alemães aprisionados entre 1943 e 1945.
Essa foi uma decisão dos bolcheviques, tão logo tomaram o Poder, em outubro de 1917: a eliminação legal de toda e qualquer oposição e resistência ao novo regime.
Logo após a Revolução Bolchevique, centenas de milhares de pessoas engajaram-se, em todo mundo, nas fileiras da Internacional Comunista, definida por Stalin como “o estado-maior político e ideológico do movimento revolucionário do proletariado, destinado a preservar o marxismo revolucionário das deformações oportunistas de direita e de esquerda”. Nos anos 50/70, outras centenas de milhares de homens e mulheres veneraram o kamarada Mao, o Grande Timoneiro da revolução chinesa, e cantaram em prosa e verso os grandes méritos do Grande Salto Adiante e da Revolução Cultural que mandou milhões de chineses para os cemitérios.
No mundo ocidental, muitas pessoas (já naquela época...) alegaram que não sabiam. Todavia, com freqüência, essa ignorância era, tão somente, resultado de uma cegueira provocada pela crença militante. Desde os anos 40, muitos fatos eram conhecidos e incontestáveis. Ora, se um grande número dessas pessoas abandonou hoje seus ídolos de ontem, a grande maioria foi com silêncio e discrição. Mas não deixa de ser um profundo amoralismo abandonar um engajamento político público no maior dos segredos, sem dele tirar nenhum a lição.
A ideologia comunista propõe a imagem de uma sociedade melhor e nos incita a desejá-la e lutar por ela. Além do mais, ela priva os indivíduos de suas responsabilidades, pois são sempre eles, os Secretários-Gerais quem decidem por nós. A atração desse sistema totalitário, experimentada inconscientemente por muitos, provém de um certo medo da liberdade e da responsabilidade, o que pode explicar a relativa popularidade dos regimes autoritários em todos os tempos.
Recorde-se que o sistema político arcaico dos Czares que a Revolução Bolchevique varreu do mapa, no período de 1825 a 1917 condenou à morte por suas opiniões políticas, 3.932 pessoas, número ultrapassado pelos bolcheviques já em março de 1919, com menos de dois anos de exercício do Poder total.
Diante disso, pergunta-se: por que os crimes comunistas têm uma tão pequena repercussão na opinião pública? E, sobretudo, por que um silêncio acadêmico sobre a catástrofe comunista – e até mesmo sua negação – que atingiu, por cerca de 80 anos, um terço da humanidade, nos quatro continentes? Por que a incapacidade dos políticos e historiadores de situar no centro da análise da doutrina comunista um fator tão essencial quanto o crime, o crime em massa, o crime sistemático, o crime contra a humanidade ou, simplesmente, os crimes comunistas? Não seria essa uma recusa deliberada de saber, de um medo de compreender?
Cupidez, apatia, vaidade, fascinação pela força e pela violência, paixão revolucionária? Qualquer que seja a motivação, os líderes das ditaduras comunistas sempre encontram os bajuladores de que tanto necessitam. E continuam a encontrar. Fidel Castro, por exemplo, não é aplaudido quando diz que está “construindo o socialismo” e quando vocifera, ao final de seus discursos “socialismo ou morte”? Também como quando é fotografado em eventos internacionais ao lado de outros governantes?
O kamarada Hugo Chávez não era aplaudido quando se referia à tal revolução bolivariana e a um socialismo à la Simón Bolívar?
Finalmente, cabe lamentar que à ignorância – desejada ou não – da dimensão criminosa do comunismo tenha se juntado, quase sempre, a indiferença da maioria de nossos contemporâneos para com seus irmãos humanos.

domingo, 1 de junho de 2014

Reações ao Decreto 8.243 - a sociedade ainda respira, Até quando?

MAIO 31, 2014

Por Rodrigo Gurgel

Reações ao Decreto 8.243 — a sociedade ainda respira. Até quando?

A principal característica de um governo esquerdista é que ele jamais se contenta em governar de acordo com a ordem legal, instituída. Ele sempre acredita que detém a chave, a poção, a receita miraculosa para transformar o país no que, ele imagina, será o melhor dos mundos. O problema é que o melhor dos mundos, quando se trata da esquerda, está sempre próximo do que imaginamos ser o Inferno, quando não é o próprio Inferno.

A prova do que afirmo encontra-se não apenas na história das revoluções — vejam o Purgatório congelado no tempo em que Cuba se transformou, sobrevivendo graças à submissão de um povo sem esperança e sem armas e à propaganda esquerdista mundial, ou os milhões de crimes perpetrados pelo comunismo soviético —, mas também no presente, no cotidiano da sociedade brasileira, sequestrada, em grande parte, pelo pior tipo de populismo que já conhecemos, superior, em método e recursos, aos refinamentos do getulismo.

Esta semana, mais uma vez, o governo ensaiou uma tentativa de golpe. O alarme foi dado pelo editorial do Estadão, “Mudança de regime por decreto”, e rapidamente se espalhou pelas redes sociais e blogs, transformando-se em um fenômeno viral.

De fato, enquanto os políticos de oposição dormem, refestelados em seus altos salários e mordomias, parcela da sociedade vigia, atenta, os ensaios para se criar uma ditadura. As reações foram múltiplas: Reinaldo Azevedo pontificou: “A ‘democracia direta’ de Dilma é ditadura indireta do PT”. Alexandre Borges deu uma breve mas incisiva aula de história em “Todo poder aos sovietes petistas”. Felipe Moura Brasil denunciou a lentidão dos tucanos, sempre envergonhados ou sempre pactuando silenciosamente com o governo, no post “Ronaldo Caiado sai na frente de Aécio: ‘É golpe do PT!’”. No artigo “Um tumor inserido por decreto”, Fábio Blanco sangrou ainda mais a manobra traiçoeira. E Milton Simon Pires não deixou por menos: mostrou, em“Brasil 8243”, como o PT pretende destruir as instituições do país.

O mais didático e irônico, contudo, foi Erick Vizolli, no sempre ótimoLiberzone. No artigo “Afinal, o que é esse tal Decreto 8.243?”, Vizolli mostra que o sistema representativo, apesar de todos os seus defeitos, ainda é a única forma de nos protegermos de um Estado controlado por grupos que não têm compromisso com a democracia ou a liberdade, mas apenas com suas próprias ideologias.

Todos esses articulistas me recordaram as reflexões de Roger Scruton em The Uses of Pessimism and the Danger of False Hope (As vantagens do pessimismo, Editora Quetzal, Lisboa). No Capítulo 6, “A Falácia do Planeamento”, Scruton faz uma brilhante analogia entre a estrutura da União Europeia e a forma como Lenin aboliu, na Revolução Russa, “todas as instituições através das quais o partido e seus membros pudessem ser responsabilizados pelo que fizeram”, permitindo que um erro se sucedesse a outro, sempre maior, sempre mais criminoso.

Scruton reflete como se tivesse acabado de ler o decreto de Dilma Roussef:“Quando os poderes de Governo estiverem adequadamente repartidos e quando os que detêm a soberania puderem ser expulsos por uma votação, os erros podem encontrar o seu remédio. Porém suponhamos que as instituições de Governo estão montadas de tal maneira que toda a concentração de poder é irreversível, de modo que os poderes adquiridos pelo centro nunca podem ser recuperados. E suponhamos que aqueles que mandam no centro são nomeados, não podem ser afastados a pedido do povo, encontram-se em segredo e guardam poucas ou nenhumas atas das suas decisões. Acha que, nessas circunstâncias, existem condições em que possam ser retificados erros ou mesmo convincentemente confessados?”.

Todos os infinitos casos de corrupção; todas as manifestações de ódio coletivo que têm tomado as ruas; o longo e incansável trabalho de controle ideológico feito pelo Ministério da Educação, censurando, de forma velada, o conteúdo de milhões de livros didáticos distribuídos país afora; todas as tentativas de manter sob vigilância a mídia e a Internet; o evidente controle do Executivo sobre parcela do Congresso e do Supremo Tribunal Federal — tudo contribui para transformar o Decreto 8.243 na cereja do bolo.

Se ainda podemos ter alguma esperança, ela reside no fato de que eles sempre acabam destruindo uns aos outros. “Doze vozes gritavam cheias de ódio e eram todas iguais. Não havia dúvida, agora, quanto ao que sucedera à fisionomia dos porcos. As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era porco” — conta George Orwell no final de A Revolução dos Bichos.