sexta-feira, 30 de maio de 2014

VAMOS DEFENDER A VIDA CONTRA A CULTURA DA MORTE

| Categoria: Sociedade

Vamos defender a vida

Descubra como você pode ajudar a derrubar a Lei Cavalo de Troia e afugentar o aborto do Brasil
Este é um momento importantíssimo de nossa luta em defesa da vida, contra a legalização do aborto no Brasil. No ano passado, a Lei n. 12.845/2013, que aparentemente dispunha “sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”, foi sancionada pela Presidente da República. Olhando para a linguagem do texto legal, alertamos que esta lei abriria uma brecha para a possibilidade de se fazer o aborto em nosso país. Com razão o então projeto foi apelidado de “Cavalo de Troia”.



O argumento do governo – e até de algumas pessoas do movimento pró-vida – era o de que esta lei se referia tão somente à proteção da mulher e que não tinha nada que ver com o Poder Executivo – ainda que fosse o próprio Ministério da Saúde a propor o projeto de lei.
Acontece que, na última semana, o mesmo Ministério da Saúde, por meio da Portaria n. 415 de 2014, regulamentou a Lei Cavalo de Troia, incluindo na tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde a “interrupção da gestação/antecipação terapêutica do parto”, fixando o preço do abortamento em R$ 443,40. O mesmo preço de um parto. (Aparentemente, para essas pessoas, a morte e a vida são a mesma coisa.)
Diante da notoriedade que ganhou a portaria, o Ministério da Saúde acabou por revogá-la esta semana (pela Portaria n. 437), sem apresentar nenhuma justificativa. No entanto, a verdade já havia sido revelada: realmente, a Lei Cavalo de Troia foi concebida para disseminar a prática do aborto no Brasil.
Se a portaria foi felizmente revogada, a Lei Cavalo de Troia, no entanto, continua vigente. Só poderemos cantar um canto de verdadeira vitória quando este texto for totalmente retirado de nosso ordenamento jurídico.
Para isso, é preciso que ajamos, entrando em contato com os parlamentares da Câmara dos Deputados. Há um projeto de lei no Congresso Nacional, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que “revoga a Lei n.º 12.845, de 1º de agosto de 2013”: trata-se do Projeto de Lei n. 6033/2013. É importante que todos os brasileiros, independentemente da religião que professam, telefonem e enviem e-mails aos nossos parlamentares, pedindo que aprovem com urgência o PL 6033/13, a fim de varrer do mapa do Brasil a perfídia do aborto e da cultura da morte.
Segue abaixo a lista com os telefones e e-mails de contato das lideranças dos partidos e dos parlamentares de cada estado:
Liderança do Governo
Henrique Fontana (PT-RS) / 0 xx (61) 3215-9001;
lid.govcamara@camara.leg.br
Liderança da Minoria
Domingos Sávio / 0 xx (61) 3215-9820;
lid.min@camara.leg.br
PT Partido dos Trabalhadores
Vicentinho / 0 xx (61) 3215-9102
lid.pt@camara.leg.br
PMDB Partido do Movimento Democrático Brasileiro
Eduardo Cunha / 0 xx (61) 3215-9181 / 80
lid.pmdb@camara.leg.br
PSD Partido Social Democrático
Moreira Mendes / 0 xx (61) 3215-9060 / 9070
lid.psd@camara.leg.br
PSDB Partido da Social Democracia Brasileira
Antonio Imbassahy / 0 xx (61) 3215-9345 / 9346
lid.psdb@camara.leg.br
PP Partido Progressista
Eduardo da Fonte / 0 xx (61) 3215-9421
lid.pp@camara.leg.br
PR Partido da República
Bernardo Santana de Vasconcellos / 0 xx (61) 3215-9550
lid.pr@camara.leg.br
DEM Democratas
Mendonça Filho / 0 xx (61) 3215-9265 / 9281
lid.dem@camara.leg.br
PSB Partido Socialista Brasileiro
Beto Albuquerque / 0 xx (61) 3215-9650
lid.psb@camara.leg.br
SD Solidariedade
Fernando Francischini / 0 xx (61) 3215-5265
lid.solidariedade@camara.leg.br
PROS Partido Republicano da Ordem Social
Givaldo Carimbão / 0 xx (61) 3215-9990
lid.pros@camara.leg.br
PDT Partido Democrata Trabalhista
Vieira da Cunha / 0 xx (61) 3215-9700 / 9701 / 9703
lid.pdt@camara.leg.br
PTB Partido Trabalhista Brasileiro
Jovair Arantes / 0 xx (61) 3215-9502 / 9503
lid.ptb@camara.leg.br
PSC Partido Social Cristão
Andre Moura / 0 xx (61) 3215-9762 / 9771 / 9761
lid.psc@camara.leg.br
PRB Partido Republicano Brasileiro
George Hilton / 0 xx (61) 3215-9880 / 9882 / 9884
lid.prb@camara.leg.br
PV Partido Verde
Sarnye Filho / 0 xx (61) 3215-9790 / Fax: 0 xx (61) 3215-9794
lid.pv@camara.leg.br

E-mails dos Gabinetes das Lideranças

lid.govcamara@camara.leg.br;
lid.min@camara.leg.br;
lid.pt@camara.leg.br;
lid.pmdb@camara.leg.br;
lid.psd@camara.leg.br;
lid.psdb@camara.leg.br;
lid.pp@camara.leg.br;
lid.pr@camara.leg.br;
lid.dem@camara.leg.br;
lid.psb@camara.leg.br;
lid.solidariedade@camara.leg.br;
lid.pros@camara.leg.br;
lid.pdt@camara.leg.br;
lid.ptb@camara.leg.br;
lid.psc@camara.leg.br;
lid.prb@camara.leg.br;
lid.pv@camara.leg.br;

E-mails dos Deputados

Acre
dep.marciobittar@camara.leg.br;
dep.henriqueafonso@camara.leg.br;
dep.gladsoncameli@camara.leg.br;
dep.flavianomelo@camara.leg.br;
dep.antonialucia@camara.leg.br;
Alagoas
dep.rosinhadaadefal@camara.leg.br;
dep.renanfilho@camara.leg.br;
dep.mauricioquintellalessa@camara.leg.br;
dep.joaolyra@camara.leg.br;
dep.givaldocarimbao@camara.leg.br;
dep.franciscotenorio@camara.leg.br;
dep.arthurlira@camara.leg.br;
dep.alexandretoledo@camara.leg.br;
Amazonas
dep.silascamara@camara.leg.br;
dep.sabinocastelobranco@camara.leg.br;
dep.rebeccagarcia@camara.leg.br;
dep.pauderneyavelino@camara.leg.br;
dep.henriqueoliveira@camara.leg.br;
dep.carlossouza@camara.leg.br;
dep.atilalins@camara.leg.br;
Amapá
dep.viniciusgurgel@camara.leg.br;
dep.sebastiaobalarocha@camara.leg.br;
dep.luizcarlos@camara.leg.br;
dep.fatimapelaes@camara.leg.br;
dep.davialcolumbre@camara.leg.br;
Bahia
dep.sergiobrito@camara.leg.br;
dep.paulomagalhaes@camara.leg.br;
dep.ozieloliveira@camara.leg.br;
dep.robertobritto@camara.leg.br;
dep.marionegromonte@camara.leg.br;
dep.marcosmedrado@camara.leg.br;
dep.marciomarinho@camara.leg.br;
dep.luizdedeus@camara.leg.br;
dep.luciovieiralima@camara.leg.br;
dep.jutahyjunior@camara.leg.br;
dep.joserocha@camara.leg.br;
dep.josenunes@camara.leg.br;
dep.josecarlosaraujo@camara.leg.br;
dep.joaoleao@camara.leg.br;
dep.joaocarlosbacelar@camara.leg.br;
dep.janionatal@camara.leg.br;
dep.fernandotorres@camara.leg.br;
dep.felixmendoncajunior@camara.leg.br;
dep.fabiosouto@camara.leg.br;
dep.eriveltonsantana@camara.leg.br;
dep.edsonpimenta@camara.leg.br;
dep.claudiocajado@camara.leg.br;
dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br;
dep.antoniobrito@camara.leg.br;
dep.antonioimbassahy@camara.leg.br;
Ceará
dep.vicentearruda@camara.leg.br;
dep.raimundogomesdematos@camara.leg.br;
dep.maurobenevides@camara.leg.br;
dep.mariofeitoza@camara.leg.br;
dep.manoelsalviano@camara.leg.br;
dep.joselinhares@camara.leg.br;
dep.goretepereira@camara.leg.br;
dep.geneciasnoronha@camara.leg.br;
dep.edsonsilva@camara.leg.br;
dep.domingosneto@camara.leg.br;
dep.daniloforte@camara.leg.br;
dep.arnonbezerra@camara.leg.br;
dep.ariostoholanda@camara.leg.br;
dep.antoniobalhmann@camara.leg.br;
dep.anibalgomes@camara.leg.br;
dep.andrefigueiredo@camara.leg.br;
Distrito Federal
dep.izalci@camara.leg.br;
dep.jaquelineroriz@camara.leg.br;
dep.luizpitiman@camara.leg.br;
dep.reguffe@camara.leg.br;
dep.ronaldofonseca@camara.leg.br;
Espírito Santo
dep.suelividigal@camara.leg.br;
dep.rosedefreitas@camara.leg.br;
dep.paulofoletto@camara.leg.br;
dep.manato@camara.leg.br;
dep.lelocoimbra@camara.leg.br;
dep.lauriete@camara.leg.br;
dep.dr.jorgesilva@camara.leg.br;
dep.cesarcolnago@camara.leg.br;
dep.camilocola@camara.leg.br;
Goiás
dep.vilmarrocha@camara.leg.br;
dep.valdivinodeoliveira@camara.leg.br;
dep.thiagopeixoto@camara.leg.br;
dep.sandromabel@camara.leg.br;
dep.sandesjunior@camara.leg.br;
dep.ronaldocaiado@camara.leg.br;
dep.robertobalestra@camara.leg.br;
dep.pedrochaves@camara.leg.br;
dep.magdamofatto@camara.leg.br;
dep.leandrovilela@camara.leg.br;
dep.jovairarantes@camara.leg.br;
dep.joaocampos@camara.leg.br;
dep.irisdearaujo@camara.leg.br;
dep.heulercruvinel@camara.leg.br;
dep.flaviamorais@camara.leg.br;
dep.armandovergilio@camara.leg.br;
Maranhão
dep.albertofilho@camara.leg.br;
dep.simplicioaraujo@camara.leg.br;
dep.sarneyfilho@camara.leg.br;
dep.pintoitamaraty@camara.leg.br;
dep.professorsetimo@camara.leg.br;
dep.pedronovais@camara.leg.br;
dep.pedrofernandes@camara.leg.br;
dep.lourivalmendes@camara.leg.br;
dep.heliosantos@camara.leg.br;
dep.gastaovieira@camara.leg.br;
dep.franciscoescorcio@camara.leg.br;
dep.domingosdutra@camara.leg.br;
dep.davialvessilvajunior@camara.leg.br;
dep.cleberverde@camara.leg.br;
dep.carlosbrandao@camara.leg.br;
dep.wevertonrocha@camara.leg.br;
dep.waldirmaranhao@camara.leg.br;
dep.zevieira@camara.leg.br;
Minas Gerais
dep.vitorpenido@camara.leg.br;
dep.zesilva@camara.leg.br;
dep.ademircamilo@camara.leg.br;
dep.aeltonfreitas@camara.leg.br;
dep.toninhopinheiro@camara.leg.br;
dep.stefanoaguiar@camara.leg.br;
dep.subtenentegonzaga@camara.leg.br;
dep.saraivafelipe@camara.leg.br;
dep.rodrigodecastro@camara.leg.br;
dep.renzobraz@camara.leg.br;
dep.pauloabiackel@camara.leg.br;
dep.newtoncardoso@camara.leg.br;
dep.maurolopes@camara.leg.br;
dep.marcuspestana@camara.leg.br;
dep.marcosmontes@camara.leg.br;
dep.luizfernandofaria@camara.leg.br;
dep.luistibe@camara.leg.br;
dep.lincolnportela@camara.leg.br;
dep.leonardoquintao@camara.leg.br;
dep.laelvarella@camara.leg.br;
dep.juliodelgado@camara.leg.br;
dep.josehumberto@camara.leg.br;
dep.joaomagalhaes@camara.leg.br;
dep.joaobittar@camara.leg.br;
dep.jairoataide@camara.leg.br;
dep.jaimemartins@camara.leg.br;
dep.geraldothadeu@camara.leg.br;
dep.georgehilton@camara.leg.br;
dep.fabioramalho@camara.leg.br;
dep.erosbiondini@camara.leg.br;
dep.eduardobarbosa@camara.leg.br;
dep.dr.grilo@camara.leg.br;
dep.domingossavio@camara.leg.br;
dep.dimasfabiano@camara.leg.br;
dep.diegoandrade@camara.leg.br;
dep.carlosmelles@camara.leg.br;
dep.bonifaciodeandrada@camara.leg.br;
dep.bilacpinto@camara.leg.br;
dep.bernardosantanadevasconcellos@camara.leg.br;
dep.aracelydepaula@camara.leg.br;
dep.antonioandrade@camara.leg.br;
dep.alexandresilveira@camara.leg.br;
dep.waltertosta@camara.leg.br;
Mato Grosso
dep.wellingtonfagundes@camara.leg.br;
dep.valtenirpereira@camara.leg.br;
dep.robertodorner@camara.leg.br;
dep.nilsonleitao@camara.leg.br;
dep.juliocampos@camara.leg.br;
dep.elienelima@camara.leg.br;
dep.carlosbezerra@camara.leg.br;
Mato Grosso do Sul
dep.reinaldoazambuja@camara.leg.br;
dep.marcalfilho@camara.leg.br;
dep.mandetta@camara.leg.br;
dep.geraldoresende@camara.leg.br;
dep.fabiotrad@camara.leg.br;
dep.akiraotsubo@camara.leg.br;
Pará
dep.dudimarpaxiuba@camara.leg.br;
dep.elcionebarbalho@camara.leg.br;
dep.giovanniqueiroz@camara.leg.br;
dep.josepriante@camara.leg.br;
dep.josuebengtson@camara.leg.br;
dep.liramaia@camara.leg.br;
dep.luciovale@camara.leg.br;
dep.luizotavio@camara.leg.br;
dep.nilsonpinto@camara.leg.br;
dep.wandenkolkgoncalves@camara.leg.br;
dep.wladimircosta@camara.leg.br;
dep.zequinhamarinho@camara.leg.br;
Paraíba
dep.aguinaldoribeiro@camara.leg.br;
dep.wilsonfilho@camara.leg.br;
dep.wellingtonroberto@camara.leg.br;
dep.ruycarneiro@camara.leg.br;
dep.nildagondim@camara.leg.br;
dep.manoeljunior@camara.leg.br;
dep.majorfabio@camara.leg.br;
dep.hugomotta@camara.leg.br;
dep.efraimfilho@camara.leg.br;
dep.damiaofeliciano@camara.leg.br;
dep.benjaminmaranhao@camara.leg.br;
Pernambuco
dep.wolneyqueiroz@camara.leg.br;
dep.vilalba@camara.leg.br;
dep.silviocosta@camara.leg.br;
dep.robertoteixeira@camara.leg.br;
dep.raulhenry@camara.leg.br;
dep.pastoreurico@camara.leg.br;
dep.mendoncafilho@camara.leg.br;
dep.josechaves@camara.leg.br;
dep.joseaugustomaia@camara.leg.br;
dep.jorgecortereal@camara.leg.br;
dep.inocenciooliveira@camara.leg.br;
dep.gonzagapatriota@camara.leg.br;
dep.fernandocoelhofilho@camara.leg.br;
dep.eduardodafonte@camara.leg.br;
dep.danilocabral@camara.leg.br;
dep.brunoaraujo@camara.leg.br;
dep.augustocoutinho@camara.leg.br;
dep.andersonferreira@camara.leg.br;
dep.andredepaula@camara.leg.br;
Piauí
dep.paeslandim@camara.leg.br;
dep.marllossampaio@camara.leg.br;
dep.juliocesar@camara.leg.br;
dep.iracemaportella@camara.leg.br;
dep.hugonapoleao@camara.leg.br;
dep.atilalira@camara.leg.br;
Paraná
dep.abelardolupion@camara.leg.br;
dep.takayama@camara.leg.br;
dep.reinholdstephanes@camara.leg.br;
dep.ratinhojunior@camara.leg.br;
dep.osmarserraglio@camara.leg.br;
dep.odiliobalbinotti@camara.leg.br;
dep.nelsonpadovani@camara.leg.br;
dep.nelsonmeurer@camara.leg.br;
dep.luiznishimori@camara.leg.br;
dep.luizcarloshauly@camara.leg.br;
dep.leopoldomeyer@camara.leg.br;
dep.joaoarruda@camara.leg.br;
dep.hermesparcianello@camara.leg.br;
dep.giacobo@camara.leg.br;
dep.fernandofrancischini@camara.leg.br;
dep.eduardosciarra@camara.leg.br;
dep.edmararruda@camara.leg.br;
dep.dilceusperafico@camara.leg.br;
dep.cidaborghetti@camara.leg.br;
dep.andrezacharow@camara.leg.br;
dep.alfredokaefer@camara.leg.br;
dep.alexcanziani@camara.leg.br;
Rio de Janeiro
dep.adrian@camara.leg.br;
dep.zoinho@camara.leg.br;
dep.washingtonreis@camara.leg.br;
dep.vitorpaulo@camara.leg.br;
dep.simaosessim@camara.leg.br;
dep.sergiozveiter@camara.leg.br;
dep.romario@camara.leg.br;
dep.rodrigomaia@camara.leg.br;
dep.rodrigobethlem@camara.leg.br;
dep.pedropaulo@camara.leg.br;
dep.paulofeijo@camara.leg.br;
dep.otavioleite@camara.leg.br;
dep.miroteixeira@camara.leg.br;
dep.marcelomatos@camara.leg.br;
dep.manuelrosaneca@camara.leg.br;
dep.liliamsa@camara.leg.br;
dep.leonardopicciani@camara.leg.br;
dep.juliolopes@camara.leg.br;
dep.jairbolsonaro@camara.leg.br;
dep.hugoleal@camara.leg.br;
dep.glauberbraga@camara.leg.br;
dep.franciscofloriano@camara.leg.br;
dep.filipepereira@camara.leg.br;
dep.felipebornier@camara.leg.br;
dep.eduardocunha@camara.leg.br;
dep.edsonezequiel@camara.leg.br;
dep.duduluizeduardo@camara.leg.br;
dep.dr.paulocesar@camara.leg.br;
dep.dr.carlosalberto@camara.leg.br;
dep.dr.adilsonsoares@camara.leg.br;
dep.aureo@camara.leg.br;
dep.aroldedeoliveira@camara.leg.br;
dep.anthonygarotinho@camara.leg.br;
dep.andreiazito@camara.leg.br;
dep.alexandresantos@camara.leg.br;
dep.euricojunior@camara.leg.br;
Rio Grande do Norte
dep.paulowagner@camara.leg.br;
dep.joaomaia@camara.leg.br;
dep.henriqueeduardoalves@camara.leg.br;
dep.felipemaia@camara.leg.br;
dep.fabiofaria@camara.leg.br;
dep.betinhorosado@camara.leg.br;
Rondônia
dep.niltoncapixaba@camara.leg.br;
dep.moreiramendes@camara.leg.br;
dep.marinharaupp@camara.leg.br;
dep.marcosrogerio@camara.leg.br;
dep.carlosmagno@camara.leg.br;
dep.amirlando@camara.leg.br;
Roraima
dep.urzenirocha@camara.leg.br;
dep.raullima@camara.leg.br;
dep.paulocesarquartiero@camara.leg.br;
dep.marciojunqueira@camara.leg.br;
dep.lucianocastro@camara.leg.br;
dep.jhonatandejesus@camara.leg.br;
dep.ediolopes@camara.leg.br;
dep.chicodasverduras@camara.leg.br;
Rio Grande do Sul
dep.afonsohamm@camara.leg.br;
dep.alceumoreira@camara.leg.br;
dep.vilsoncovatti@camara.leg.br;
dep.vieiradacunha@camara.leg.br;
dep.sergiomoraes@camara.leg.br;
dep.renatomolling@camara.leg.br;
dep.osmarterra@camara.leg.br;
dep.onyxlorenzoni@camara.leg.br;
dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br;
dep.luizcarlosbusato@camara.leg.br;
dep.luiscarlosheinze@camara.leg.br;
dep.josestedile@camara.leg.br;
dep.joseotaviogermano@camara.leg.br;
dep.jeronimogoergen@camara.leg.br;
dep.giovanicherini@camara.leg.br;
dep.eniobacci@camara.leg.br;
dep.danrleidedeushinterholz@camara.leg.br;
dep.betoalbuquerque@camara.leg.br;
dep.alexandreroso@camara.leg.br;
Santa Catarina
dep.ronaldobenedet@camara.leg.br;
dep.rogeriopeninhamendonca@camara.leg.br;
dep.paulobornhausen@camara.leg.br;
dep.onofresantoagostini@camara.leg.br;
dep.mauromariani@camara.leg.br;
dep.marcotebaldi@camara.leg.br;
dep.josecarlosvieira@camara.leg.br;
dep.jorginhomello@camara.leg.br;
dep.joaopizzolatti@camara.leg.br;
dep.joaorodrigues@camara.leg.br;
dep.esperidiaoamin@camara.leg.br;
dep.edinhobez@camara.leg.br;
dep.celsomaldaner@camara.leg.br;
Sergipe
dep.valadaresfilho@camara.leg.br;
dep.mendoncaprado@camara.leg.br;
dep.laerciooliveira@camara.leg.br;
dep.fabioreis@camara.leg.br;
dep.andremoura@camara.leg.br;
dep.almeidalima@camara.leg.br;
São Paulo
dep.robertodelucena@camara.leg.br;
dep.robertosantiago@camara.leg.br;
dep.paulopereiradasilva@camara.leg.br;
dep.pastormarcofeliciano@camara.leg.br;
dep.missionariojoseolimpio@camara.leg.br;
dep.nelsonmarquezelli@camara.leg.br;
dep.jorgetadeumudalen@camara.leg.br;
dep.guilhermecampos@camara.leg.br;
dep.dr.ubiali@camara.leg.br;
dep.alinecorrea@camara.leg.br;
dep.alexandreleite@camara.leg.br;
dep.abelardocamarinha@camara.leg.br;
dep.williamdib@camara.leg.br;
dep.vazdelima@camara.leg.br;
dep.vanderleimacris@camara.leg.br;
dep.tiririca@camara.leg.br;
dep.silviotorres@camara.leg.br;
dep.salvadorzimbaldi@camara.leg.br;
dep.rodrigogarcia@camara.leg.br;
dep.ricardoizar@camara.leg.br;
dep.penna@camara.leg.br;
dep.paulomaluf@camara.leg.br;
dep.paulofreire@camara.leg.br;
dep.otoniellima@camara.leg.br;
dep.miltonmonti@camara.leg.br;
dep.marciofranca@camara.leg.br;
dep.marceloaguiar@camara.leg.br;
dep.luizfernandomachado@camara.leg.br;
dep.keikoota@camara.leg.br;
dep.junjiabe@camara.leg.br;
dep.joseanibal@camara.leg.br;
dep.joaodado@camara.leg.br;
dep.jeffersoncampos@camara.leg.br;
dep.guilhermemussi@camara.leg.br;
dep.gabrielchalita@camara.leg.br;
dep.antoniobulhoes@camara.leg.br;
dep.antoniocarlosmendesthame@camara.leg.br;
dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br;
dep.betomansur@camara.leg.br;
dep.brunafurlan@camara.leg.br;
dep.carlossampaio@camara.leg.br;
dep.duartenogueira@camara.leg.br;
dep.edinhoaraujo@camara.leg.br;
dep.eleusespaiva@camara.leg.br;
dep.elicorreafilho@camara.leg.br;
dep.emanuelfernandes@camara.leg.br;
Tocantins
dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br;
dep.osvaldoreis@camara.leg.br;
dep.lazarobotelho@camara.leg.br;
dep.juniorcoimbra@camara.leg.br;
dep.irajaabreu@camara.leg.br;
dep.eduardogomes@camara.leg.br;
dep.cesarhalum@camara.leg.br;
dep.angeloagnolin@camara.leg.br;

segunda-feira, 26 de maio de 2014

BELISCÕES CRIMINOSOS E ABORTOS CONSAGRADOS EM LEI

Por Sidney Silveira
QUALQUER IMBECIL com dois dedos de miolos sabe muitíssimo bem a diferença entre uma palmada pedagógica em meninos levados e quaisquer maus tratos físicos, criminosos, de adultos contra crianças — os quais, a propósito, estão abarcados devidamente pelo nosso Código Penal.

Mas pôr as duas coisas no mesmo saco não é pura e simples imbecilidade, apesar de ser veemente signo dum agônico estado de obliteração mental. Em verdade, implica a pior espécie de má-fé: a do cego voluntário politicamente correto que, nos dias atuais, cerra fileiras entre os próceres da engenharia social globalista cuja urgência maior é destruir as tradições ocidentais, mormente as cristãs.
Tais idiotas inúteis serão levados de roldão por quem os instrumentaliza como a animais pavlovianos obedientes, que salivam perante slogans baratos.

Muitos deles serão literalmente devorados pela geração de monstros que hoje alimentam, com falsas boas intenções. E digo "falsas" porque, contrariamente ao que afirma o ditado popular, o inferno está repleto de tudo, menos de boas intenções!

Quando deduzo o futuro dos próximos 20 anos à luz do quadro atual, sou acometido da certeza de que homeschooling se tornou absoluta necessidade para quem queira formar trincheiras efetivas de sobrevivência, no ambiente inóspito e insalubre da idiotia consagrada como lei universal.

Idiotia criminosa do mundo em que beliscões são crime inafiançável e abortos são prática incentivada pelos governos.

Quando releio na antiga Regra de S. Bento qualquer referência direta ou indireta à caridade sanatória dos castigos moderados impingidos aos pueri oblati, ou seja, às crianças que os pais levavam aos mosteiros a fim de se educarem e, possivelmente, se tornarem monges, e contemplo os nossos legisladores-pedagogos contemporâneos, tenho imediatamente a clara visão da vaca atolada num brejo dos infernos...

P.S. O formato desse homeschooling, ou seja, as suas premissas e vetores, é um problema que não abordo aqui.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

PALESTRA: A CRISE DA UCRÂNIA E A GEOPOLÍTICA MUNDIAL

PALESTRA IMPERDÍVEL: Ouça para entender a crise não só na Ucrânia, mas como ela afeta todo o mundo e, em especial, o Brasil e a América Latina. MAIS QUE UMA PALESTRA! É UMA AULA PARA COMPREENSÃO GEOPOLÍTICA MUNDIAL !!! (Anatoli Oliynik)


quarta-feira, 7 de maio de 2014

PROFESSOR JOSÉ MONIR NASSER

Foto: SAUDADES DO MESTRE MONIR

O poeta brasileiro Carlos Nejar escreveu os seguintes versos em homenagem a Luiz Vaz de Camões:
 
"Não morrerei, não
quero mais morrer.
Nem sou cativo ou mendigo
de uma pátria. Mas da língua
que me conhece e espera.
E a razão que não me dais,
eu crio. Jamais pensei
ser pai de tantos filhos."
 
José Monir Nasser foi o pai intelectual de um sem-número de pessoas. Empresários, estudantes, professores, economistas, profissionais liberais, presidentes de entidades, jornalistas – todos se tornavam alunos diante dele. Era um educador no sentido verdadeiro da palavra, se pensarmos que a palavra educar vem do latim ex ducare, conduzir para fora. Suas aulas sobre literatura, filosofia e desenvolvimento econômico literalmente conduziam os ouvintes para fora da caverna da ignorância, mostrando-lhes a luz pura e espiritual do conhecimento. Luz que emanava dos grandes clássicos: Aristóteles, Platão, a Bíblia, Santo Agostinho, Boécio, Dante, Shakespeare, Dostoievski, Kafka, Chesterton.
 
Virgílio de tantos pequenos Dantes, que antes de conhecê-lo não conheciam a comédia das próprias vidas, ele comprovou que o mundo da criação literária e o mundo da criação de riquezas não estão separados, mas fazem parte de um mesmo princípio, essencialmente espiritual. Uma de suas frases – e ele era um frasista genial – ilustra esse pensamento: “Uma sociedade não pode ser rica antes de ser inteligente. Não pode existir uma economia realmente sólida e desenvolvida sem que haja uma elite cultural voltada para os bens espirituais, capaz de guiar, julgar e interpretar os esforços da comunidade”.
 
José Monir Nasser costumava dizer que nós não explicamos os clássicos; eles é que nos explicam. Da mesma forma, podemos afirmar que qualquer tentativa de explicar o trabalho do professor Monir resultará em fracasso, pois toda explicação possível advém do próprio trabalho. É preciso dizer de uma vez por todas: ele é o professor e nós somos os alunos.
 
Aristóteles discordou de seu mestre Platão em muitas coisas, mas certa vez declarou: “Platão é tão grande que o homem mau não tem sequer o direito de elogiá-lo”. Quem somos nós para elogiar ou explicar o mestre Monir? Ninguém. No entanto, estamos aqui, porque é nosso dever homenageá-lo.
 
Os textos reunidos na série Expedições pelo Mundo da Cultura são transcrições de aulas de José Monir Nasser sobre clássicos da literatura universal, dentro do programa Expedições pelo Mundo da Cultura, que funcionou entre 2006 e 2010. O objetivo era trazer para o conhecimento do público os temas que ocupavam o espírito dos grandes autores. São nomes e histórias que muitas vezes estão presentes na vida e na linguagem cotidiana – vide os adjetivos homérico, dantesco, quixotesco, kafkiano –, mas que em geral ficam adormecidos na poeira das estantes. A missão de Monir era trazer esses enredos e personagens clássicos para a luz do dia.
 
Nomes não existem por acaso. José Monir Nasser tinha o nome de dois importantes personagens bíblicos. José, o interpretador de sonhos. E José, o marceneiro, o guardião, o pai adotivo de Jesus. O primeiro José se tornou o maior sábio de seu tempo. O segundo José é conhecido por não pronunciar uma só palavra em todo o Evangelho. O primeiro José era amigo das palavras. O segundo José era amigo do silêncio. Mas ambos tinham algo em comum: eles fizeram o que precisava ser feito.
 
E o nosso José, o José Monir Nasser, também pertencia a essa casta. Ele fez o que precisava ser feito: espalhou as sementes do conhecimento, da educação e dos valores eternos. O sentido da sua vida era fazer o bem e elevar o espírito de seus semelhantes. E já que começamos homenageando Camões, terminemos citando um dos sonetos camonianos preferidos do professor Monir. A exemplo do pastor bíblico, o nosso mestre não media esforços para servir. E não se desanimava nunca:
 
"Vendo o triste pastor que com enganos
Lhe fora assim negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida,
Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: — Mais servira, se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida!"
 
É bom lembrar que Jacó – que trabalhou 14 anos para se casar com Raquel – foi o pai do primeiro José, o intérprete de sonhos. Uma só existência é pequena para tudo que um homem pode realizar. Por isso, nós estamos aqui para celebrar José. Monir. Nasser. Tão longo amor, tão curta vida de quem nunca pensou ser pai de tantos filhos.
Prof. José Monir Meireles Nasser (1957-2013)

HOMENAGEM PÓSTUMA AO PROF. JOSÉ MONIR NASSER
Data: 06/05/2014
Local: DEPENDÊNCIAS DA FIEP (Jardim Botânico) EM CURITIBA - PR
Este tributo foi de iniciativa da ABRH, SESI e VOLVO.
 

Pronunciamento de Paulo Briguet:

SAUDADES DO MESTRE MONIR
O poeta brasileiro Carlos Nejar escreveu os seguintes versos em homenagem a Luiz Vaz de Camões:

"Não morrerei, não 
quero mais morrer.
Nem sou cativo ou mendigo
de uma pátria. Mas da língua
que me conhece e espera.
E a razão que não me dais,
eu crio. Jamais pensei
ser pai de tantos filhos." 

José Monir Nasser foi o pai intelectual de um sem-número de pessoas. Empresários, estudantes, professores, economistas, profissionais liberais, presidentes de entidades, jornalistas – todos se tornavam alunos diante dele. Era um educador no sentido verdadeiro da palavra, se pensarmos que a palavra educar vem do latim ex ducare, conduzir para fora. Suas aulas sobre literatura, filosofia e desenvolvimento econômico literalmente conduziam os ouvintes para fora da caverna da ignorância, mostrando-lhes a luz pura e espiritual do conhecimento. Luz que emanava dos grandes clássicos: Aristóteles, Platão, a Bíblia, Santo Agostinho, Boécio, Dante, Shakespeare, Dostoievski, Kafka, Chesterton.
Virgílio de tantos pequenos Dantes, que antes de conhecê-lo não conheciam a comédia das próprias vidas, ele comprovou que o mundo da criação literária e o mundo da criação de riquezas não estão separados, mas fazem parte de um mesmo princípio, essencialmente espiritual. Uma de suas frases – e ele era um frasista genial – ilustra esse pensamento: “Uma sociedade não pode ser rica antes de ser inteligente. Não pode existir uma economia realmente sólida e desenvolvida sem que haja uma elite cultural voltada para os bens espirituais, capaz de guiar, julgar e interpretar os esforços da comunidade”. 

José Monir Nasser costumava dizer que nós não explicamos os clássicos; eles é que nos explicam. Da mesma forma, podemos afirmar que qualquer tentativa de explicar o trabalho do professor Monir resultará em fracasso, pois toda explicação possível advém do próprio trabalho. É preciso dizer de uma vez por todas: ele é o professor e nós somos os alunos.

Aristóteles discordou de seu mestre Platão em muitas coisas, mas certa vez declarou: “Platão é tão grande que o homem mau não tem sequer o direito de elogiá-lo”. Quem somos nós para elogiar ou explicar o mestre Monir? Ninguém. No entanto, estamos aqui, porque é nosso dever homenageá-lo.

Os textos reunidos na série Expedições pelo Mundo da Cultura são transcrições de aulas de José Monir Nasser sobre clássicos da literatura universal, dentro do programa Expedições pelo Mundo da Cultura, que funcionou entre 2006 e 2010. O objetivo era trazer para o conhecimento do público os temas que ocupavam o espírito dos grandes autores. São nomes e histórias que muitas vezes estão presentes na vida e na linguagem cotidiana – vide os adjetivos homérico, dantesco, quixotesco, kafkiano –, mas que em geral ficam adormecidos na poeira das estantes. A missão de Monir era trazer esses enredos e personagens clássicos para a luz do dia.

Nomes não existem por acaso. José Monir Nasser tinha o nome de dois importantes personagens bíblicos. José, o interpretador de sonhos. E José, o marceneiro, o guardião, o pai adotivo de Jesus. O primeiro José se tornou o maior sábio de seu tempo. O segundo José é conhecido por não pronunciar uma só palavra em todo o Evangelho. O primeiro José era amigo das palavras. O segundo José era amigo do silêncio. Mas ambos tinham algo em comum: eles fizeram o que precisava ser feito.

E o nosso José, o José Monir Nasser, também pertencia a essa casta. Ele fez o que precisava ser feito: espalhou as sementes do conhecimento, da educação e dos valores eternos. O sentido da sua vida era fazer o bem e elevar o espírito de seus semelhantes. E já que começamos homenageando Camões, terminemos citando um dos sonetos camonianos preferidos do professor Monir. A exemplo do pastor bíblico, o nosso mestre não media esforços para servir. E não se desanimava nunca:

"Vendo o triste pastor que com enganos
Lhe fora assim negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida,
Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: — Mais servira, se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida!"
É bom lembrar que Jacó – que trabalhou 14 anos para se casar com Raquel – foi o pai do primeiro José, o intérprete de sonhos. Uma só existência é pequena para tudo que um homem pode realizar. Por isso, nós estamos aqui para celebrar José. Monir. Nasser. Tão longo amor, tão curta vida de quem nunca pensou ser pai de tantos filhos.
© Paulo Briguet


HOMENAGEM DA VOLVO


A Volvo entende que a formação de suas lideranças passa por algo mais amplo do que o conhecimento de negócios, relacional ou cognitivo. Passa também pela formação cultural de alto nível e ampla. Foi assim que os líderes Volvo tiveram o privilégio de apreender, refletir, repensar temas profundos com o Mestre Monir, um intelectual ímpar do cenário paranaense que tinha o dom de transformar aulas de Literatura numa expedição cultural sem precedentes.

Foram dezenas de obras estudadas. Obras clássicas da literatura mundial. Dramas, comédias, textos filosóficos e teatrais, que permitiram aos participantes uma visão refinada e diferenciada da evolução do pensamento humano, cada vez mais relevante para enfrentarmos os dilemas modernos.

O Grupo Volvo no Brasil faz uma homenagem à dedicação ímpar que ele sempre teve em compartilhar seu conhecimento ao longo dos anos, sua escolha por ser representante da “Primeira Casta”. Traduzir, comentar, resumir e revelar as chaves que permitem entender a essência das grandes obras ajudou a construir histórias, memórias e referências. Na Volvo, os encontros literários eram convites abertos, voluntários, para participar de uma programação cultural elevada. Líderes da Volvo fizeram desses momentos uma vivência cujo valor é incalculável. Valor do saber, do conhecimento e da troca de experiências.
©  Rubens Cieslak - RH/ CoE Volvo




SESI
Escrever o Prefácio de Expedições pelo Mundo da Cultura não é somente escrever uma página para iniciar o livro e instigar sua leitura. É escrever sobre uma viagem por mundos a serem descobertos a cada volume, em cada história que se apresenta página após página, personagem a personagem, cenário após cenário. É escrever sobre uma viagem que permite nos transportarmos de espaços inusitados para o ra­cional e o imaginário; que nos dá oportunidade de sair do lugar comum para lugares consagrados da literatura clássica.

Quando se busca o significado da palavra expedição, encontra-se como uma de suas definições: conjunto de pessoas que viajam para um determinado território, com o objetivo de analisá-lo. Foi isso que Monir Nasser nos proporcionou durante quatro anos de parceria entre ele, ilustre intelectual, e o Sesi Paraná. Momentos únicos nos quais conhecimentos foram compartilhados e viagens por destinos diversos foram realizadas, modificando o olhar que temos de nossa realidade, dando-nos condições de ampliar nossa visão de mundo.

Ao todo se somaram 92 possibilidades de expedições, mediadas por ele, que leva­ram os participantes dos encontros por um mundo indesvendável, por um univer­so cultural a ser desmistificado e descortinado aos poucos. Encontros nos quais já existia a expectativa para o próximo e que, por isso mesmo, não se conseguia parar.

Os encontros possibilitaram atravessar a Ponte Rialto, em Veneza, por nosso imagi­nário e participar da negociação entre Antonio e Shylock. Encontrar Dom Quixote de La Mancha, cavaleiro medieval, em busca da sua amada Dulcinéia, sempre em companhia de seu cavalo Rocinante e seu fiel escudeiro Sancho Pança, pelos cami­nhos espanhóis. Navegar para a Índia, pela obra poética de Os Lusíadas, de Camões, compreendendo a história de Portugal. Entender a complexidade do Livro de Jó, com seus discursos e respostas para perguntas existenciais. Navegar em busca de Moby Dick, refletindo sobre os sentimentos humanos e tantas outras compreensões.

Enfim, Monir nos traduziu obras de William Shakespeare, Tolstói, Miguel de Cervan­tes, Herman Melville, Camões, Aldous Huxley, Tolkien, Nicolai Gogol e livros bíblicos, aproximando-nos dos autores e de suas obras.

Certa vez, meu amigo Monir Nasser disse, durante o encontro que discutia a novela A Morte de Ivan Ilitch, que não adianta olhar para a morte a partir da vida, mas a única solução é olhar para a vida a partir da morte; não há outro jeito de orientarmos a vida.

Assim, devemos olhar para a vida com a possibilidade de continuarmos o legado de Monir, contribuindo com a sociedade e futuras gerações para a descoberta de novas possibilidades que se abrem quando se descortinam as histórias da humanidade.

Esta coletânea representa a existência que transcende a morte e permanece presente em nossos corações e mentes.

José Antonio Fares,
Superintendente Sesi Paraná.


UM ALUNO E AMIGO

Ele continua fazendo a diferença
Perdi a companhia do José Monir em 16 de março de 2013, depois de trinta anos de convivência. Para todos que o conheceram ou privaram de sua frondosa companhia foi uma perda irreparável. Foi um cometa que passou rápido, embora tenha brilhado intensamente.
Como professor conheci o José Monir em 1981 na turma de ‘trainees’ da Fininvest, um grupo de jovens que estava sendo preparado para implementar nos anos seguintes o Mercado Comunitário de Ações em Joinville (SC), onde moramos juntos uns três anos. Depois deste período seguimos caminhos diferentes, mas ficando sempre em contato; sua busca profissional levou-o a várias experiências. A partir dos anos 90 nós dois passamos a residir de novo em Curitiba; ele já atuava como consultor empresarial, caminho que também adotei, inclusive por influência dele.
Ao longo dessa caminhada pude conhecê-lo cada vez mais, tanto suas origens como sua obra. Seu brilhantismo era lastreado por uma formação clássica herdada. O pai, médico, cursara especialização em Paris como bolsista da Aliança Francesa, dirigida em Curitiba pelo casal Garfunkel; a mãe, secretária da Aliança Francesa até casar-se.
O berço familiar transpirava atmosfera cultural. Quando o pai ia para o consultório à tarde, levava junto o filho adolescente para ficar na Biblioteca Pública do Paraná, na quadra vizinha, até o final de sua jornada. ‘Lia de tudo’, dizia; Roberto Campos o influenciaria com seu estilo polêmico e afiado. Frequentou também a Escolinha de Arte, da própria Biblioteca Pública. O José Monir falava e escrevia fluentemente francês, inglês e alemão; na juventude participou de programas de intercâmbio escolar nesses três países; ainda jovem chegou a morar por mais de um ano na Alemanha, vindo a trabalhar como operário numa fábrica, experiência marcante à qual se referia com frequência. Até o final do 2º Grau teve apenas formação clássica, isto é, de humanidades, sem direcionamento profissional, voltada apenas para o desenvolvimento da capacidade de expressão do espírito humano. Sua primeira faculdade foi em Letras, mas já no final desta resolveu cursar Economia, provavelmente em decorrência do clima político do país no final dos anos setenta. Discorria com domínio sobre os mais variados assuntos, indo de arte a filosofia, religião, ciência, literatura, economia e outros tantos. Teve forte influência de Virgílio Balestro, hoje com mais de 80 anos, Irmão Marista professor do colégio em que estudou; com ele tinha aulas particulares de latim e grego. Amadureceu profissionalmente entre seus vinte e cinco e trinta anos, sob a influência marcante de Rubens Portugal, nosso diretor e grande mentor. Mesmo tendo contato com gestão empresarial só nesta idade, o José Monir superou pelo caminho muitos que tinham se iniciado mais cedo.
Nesse tempo destacava-se por sua vivacidade intelectual e arguta capacidade de abordar as situações mais complexas no campo gerencial e econômico, de maneira inovadora. Recendia qualidade em tudo que fazia, desde clareza de raciocínio até redação densa, leve e comunicativa, recheada de vocabulário erudito sem ser pedante. Demonstrava prodigiosa versatilidade; ia direto ao ponto central dos assuntos; conseguia revelar relações incomuns entre fatos e situações aparentemente desconexas. Sabia localizar o ouro. Ele fazia a diferença! Detestava autoridade imposta; pugnava pela autoridade interna da abordagem orgânica dos fatos e análises sobre a situação enfrentada. Irritava-se com mediocridade, e com burocracia em geral. Era hábil em desmascarar espertezas travestidas e agendas ocultas.
Interagia com todos os segmentos sociais, frequentando as mais diversas ‘tribos’ civilizadas. Gostava de merecer o prêmio e a vantagem, em vez de dar-se bem às custas alheias. Sua nobreza de caráter dispensava as competições predatórias; perder para ele era reconhecido como ganho até pelos adversários; nunca o vi tripudiar sobre alguém. Era dono de uma verve humorística ímpar: à sua volta sempre predominavam as satíricas risadas de um ‘fair play’. Sabia portar-se com franqueza lhana; para ele a verdade podia ser dita sem precisar ferir. Era um ‘curitibano da gema’; ainda não consegui encontrar alguém que superasse sua capacidade de entender a ‘alma curitibana’. Dizia que em Curitiba não é bem assim para namorar uma moça de família: ‘antes de pegar na mão, você tem que se apresentar, dar provas, frequentar e ... esperar ser convidado; ser ‘entrão’ pega mal; somos uma sociedade da serra, não da praia’. Sempre aproveitava as oportunidades de aprender quando reconhecia nas pessoas capacidades e experiências extraordinárias; hauriu muito da convivência com Rubens Portugal, com Professor Tsukamoto (de São Paulo) e Arthur Pereira e Oliveira Filho (do Rio).
Sua trajetória profissional foi intensa, árdua e cheia de iniciativas inovadoras, sempre trabalhando por conta própria. Nos anos noventa tornou-se um famoso consultor empresarial junto a grandes clientes do circuito São Paulo-Rio-Brasília. Teve um escritório de consultoria em Curitiba, AVIA Internacional, que editava uma ‘letter’, liderava um Programa de Análise Setorial (Papel/Celulose, Seguros, Bancos), desenvolvia projetos sobre as experiências internacionais de Jacksonville e Mondragon, dentre outros projetos. Nesse período dedicou-se à pintura com atelier próprio; frequentava aulas particulares e convivia no meio artístico local.
Desencantado com a inércia brasileira por ideias inovadoras, no início do novo milênio passou a dedicar-se ao projeto do Instituto Paraná Desenvolvimento (IPD), um centro de pensamento sob a liderança de Karlos Rischbieter. Nesse período participou com Olavo de Carvalho do Programa de Educação (Filosofia), patrocinado pelo IPD. Em 2002 fundou a Tríade Editora e escreveu os livros ‘A Economia do Mais’ sobre ‘clusters’, e o ‘O Brasil Que Deu Certo’, com o empresário Gilberto J. Zancopé, sobre a história da soja brasileira. Chegou a ter um programa de televisão em que corajosamente discutia temas quentes de forma crítica.
No final da primeira década dos anos 2000 imprimiu novo rumo a seu projeto profissional, lançando ‘Expedições ao Mundo da Cultura’. Consistia numa engenhosa adaptação ao Brasil do trabalho do norte-americano Mortimer Adler, a leitura de cem obras clássicas básicas como programa de formação de um cidadão culto. ‘Nada do que eu fiz na vida me deu tanto prazer quanto este trabalho’, dizia. Em menos de um ano tinha grupos em Curitiba, São Paulo e algumas cidades do Paraná. Sua grande inovação foi fazer um resumo de cada obra, com vinte páginas em média, para contornar a dificuldade dos brasileiros em ler um livro a cada quinze dias. Os encontros eram concorridos, animados e muito proveitosos no despertar os participantes para a dimensão cultural. Até que um AVC o abateu.
A semente da herança cultural cresceu, floresceu e frutificou. Seu grande legado é o exemplo de como a Cultura é próspera e construtiva, ao contrário do que se pensa neste país como apenas entretenimento. É exemplo de projeto educacional humanista clássico, ao contrário do que se faz hoje em se privilegiar precocemente a orientação profissional em detrimento da formação humana. É exemplo profissional de trabalhar por conta própria correndo riscos e dedicando-se de corpo e alma ao projeto em que acredita. É exemplo de modernidade inteligente, tanto na sua herança como na sua obra e no seu legado, fundados sobre a matriz cultural clássica no âmbito da família. O que a família não fizer dificilmente será recuperado pela escola e pela empresa. A volta desse cometa acontecerá sempre que se replicar essa proposta de formação.
A trajetória de vida corajosa e realizadora de José Monir (1957-2013) é orgulho para sua família e referência para os amigos e os que o conheceram. Ele continua vivendo em nós; ele continua fazendo a diferença!


Carlos Jaime Loch, Consultor de Gestão Empresarial.