segunda-feira, 24 de março de 2014

A KGB NO BRASIL

O BRASIL NOS ARQUIVOS DE ESPIONAGEM DO BLOCO
 SOVIÉTICO



Publicado em Domingo, 23 Março 2014 18:57 Escrito por Olavo de Carvalho

CWT / NYTS

Quem leu o meu artigo "A história proibida", publicado no último número do Digesto Econômico (https://www. facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10152251944597192), não deve perder o vídeo "O Brasil nos arquivos de espionagem do bloco soviético" (http://www. youtube.com/watch?v= Dbt1rIg8FbI), que o confirma integralmente com documentos de fonte primária revelados pela primeira vez no mundo.

Os papéis, obtidos diretamente dos arquivos da polícia secreta da antiga Checoslováquia, estavam, desde o fim do regime comunista, guardados no acervo do Instituto para o Estudo dos Regimes Totalitários, na República Checa, onde, com a ajuda de pesquisadores locais, foram encontrados por Mauro Abranches, um tradutor brasileiro que mora na Polônia.

Sem qualquer intenção política, o autor do vídeo se abstém de opinar sobre o conteúdo dos documentos. Apenas os exibe e traduz. Mas eles falam por si, e o que dizem compõe um requisitório devastador contra a pseudo-historiografia, sectária e mendaz, que há décadas intoxica a mentalidade dos brasileiros com uma versão unilateral e deformada de sessenta anos da vida política nacional.

O que caracteriza essa bibliografia, consagrada no mercado editorial, na grande mídia e nos currículos universitários como verdade de evangelho, é a balela pueril de que tudo o que aconteceu na política brasileira, nos anos 60-70 do século 20, foi o conflito entre agentes de uma superpotência imperialista, armados até os dentes, e, do outro lado, um punhado de bravos patriotas minoritários, isolados e entregues praticamente inermes à mercê de um poder tirânico e repressivo.

Quando reconhecem que a luta foi um episódio da Guerra Fria, buscam dar a impressão de que esta se travou entre os americanos e um grupo de brasileirinhos desamparados. O antagonista maior dos EUA, a URSS, desaparece por completo, dando a entender que a ameaça comunista, na época, era um delírio de direitistas paranóicos ou a desculpa esfarrapada dos golpistas para derrubar um governo democraticamente eleito.

Milhares de livros, reportagens, teses universitárias e especiais de TV construíram e defenderam laboriosamente essa versão, que se baseava e se baseia até hoje, essencialmente, em dois pilares: (a) a repetição servil e obstinada do que os serviços secretos soviéticos mandaram dizer; (b) a ocultação sistemática da atuação da KGB e de seus parceiros tchecos no Brasil.

Complementarmente, o papel dos EUA na produção dos acontecimentos aparece monstruosamente ampliado, a despeito do fato de que na época nem mesmo o chefe da KGB no Brasil, Ladislav Bittman, sabia de qualquer agente da CIA lotado no país e até hoje nenhum nome de espião americano comprovadamente associado ao planejamento do golpe de 1964 jamais apareceu. Nem um único sequer.

Em 1985 Bittman publicou o livro de memórias The KGB and Soviet Disinformation ,no qual confessava que a história da participação americana na derrubada de João Goulart fôra inteiramente inventada pelos seus subordinados, na base de documentos forjados.

A "Operação Thomas Mann" ou "Operação Toro", como a chamaram seus criadores, ditou os termos em que a história do golpe deveria ser escrita. Até jornalistas do calibre de um Otto Maria Carpeaux ajudaram a impingi-la ao público. E ainda hoje a vontade de Moscou é obedecida sem discussões por milhares de jornalistas, historiadores e professores neste país.

Não há talvez, na história do mundo, exemplo similar de tão duradoura fidelidade residual às ordens de um regime extinto. Desde 2001 insisto que entrevistar Bittman seria o dever estrito de qualquer historiador ou jornalista que desejasse contar com honestidade a história de 1964, mas, é claro, fui sempre recebido com um silêncio desdenhoso. A hipótese, então, de investigar mais amplamente nos arquivos soviéticos a penetração da KGB no Brasil, essa era repelida como um verdadeiro crime de lesa-pátria.

Mas agora não se trata só da palavra de um agente secreto aposentado ou do clamor de um articulista maluco. São centenas de páginas de um acordo oficial assinado no início dos anos 60 entre a KGB e o serviço secreto checo (STB) para operações no Terceiro Mundo, incluindo o Brasil.

A conclusão é incontornável: enquanto a ação dos serviços secretos americanos nas altas esferas da vida nacional primava pela rarefação ou pela completa ausência, a KGB-STB estava infiltrada e atuante em todos os escalões do poder, incluindo-se aí ministérios, empresas estatais e Forças Armadas, instituições científicas e educacionais e, é claro, grande mídia. A "ameaça comunista" nunca foi um pesadelo de malucos ou uma "teoria da conspiração", mas sim uma presença intrusiva e avassaladora, o mais profundo golpe já desferido na soberania nacional.

Os documentos trazem, junto com o plano, um extenso relato das operações já em curso de realização, com os nomes das entidades infiltradas, das ações aí empreendidas e, melhor que tudo, dos agentes encarregados. O prof. Abranches, com muita razão, pede que esses nomes não sejam ainda denunciados, por ser impossível distinguir, num primeiro momento, quais deles são de agentes profissionais e quais os de pessoas que foram forçadas a colaborar com a polícia secreta mediante chantagem ou ameaça.

Não comentarei, portanto, aqueles que pude ler na tela e reconheci de imediato.

Só digo uma coisa: muitos desses velhos servidores de uma potência genocida ainda estão por aí, brilhando nos jornais e nas cátedras, com as caras mais respeitáveis do mundo, ludibriando diariamente o público brasileiro. "Não existe ex-KGB", ensina Vladimir Putin.
Olavo de Carvalho é jornalista, ensaísta e prof. de Filosofia
Fonte: Diário do Comércio

sábado, 15 de março de 2014

SAIBA O QUE É IDEOLOGIA DE GÊNERO

1. O que é a ideologia de gênero

A introdução obrigatória da ideologia de gênero como meta da educação nacional através do PLANO NACIONAL DA EDUCAÇÃO não é uma ideia momentaneamente equivocada de alguns educadores.
Embora a proposta foi introduzida no Plano Nacional de Educação por iniciativa da deputada Janete Pietá, do PT de Guarulhos, em São Paulo, em junho de 2011, segundo o site da Câmara, ela na realidade faz parte do programa bastante claro do governo petista que pretende alcançar a subversão de todo o sistema escolar através de uma revolução socialista que, com o apoio das mesmas Fundações internacionais que promovem o aborto, tem como objetivo, através das instituições educacionais, eliminar da estrutura social a família natural.
Se o Congresso Nacional aprovar a inclusão da ideologia de gênero como meta do Plano Nacional da Educação, todos os alunos serão obrigados a aprender como sexualidade normal todas as formas de vida sexual que não possuem qualquer relação com a formação de uma família fundamentada na união entre um homem e uma mulher. Os kits e livros textos gays, bissexuais, transexuais, lésbicos, etc., já amplamente promovidos e distribuídos pelo nosso governo nas escolas, se tornarão obrigatórios para as crianças em idade escolar. O sistema educacional será transformado no principal instrumento ideológico de uma revolução socialista organizada para a demolição e a destruição do conceito da família natural.
Para entender em detalhes o que é, e como surgiu a ideologia de gênero, baixe aqui gratuitamente em pdf o relatório "A Agenda de Gênero": http://www.votopelavida.com/agendagenero.pdf
O relatório "A AGENDA DE GÊNERO" é de importância extraordinária. Pouquíssimas pessoas tem conhecimento da extensão das informações que ali estão contidas.
A ideologia de gênero afirma que o comportamento masculino e feminino das pessoas não é decorrente do sexo biológico, mas da identidade de gênero, que é resultado de uma convenção social imposta sobre os indivíduos. Introduzir os conceitos de igualdade de gênero e orientação sexual como metas da educação nacional significa que caberá aos professores libertar os alunos de sua supostamente inexistente sexualidade para que possam livremente adotar as mais diversas identidades de gênero. Com isto os professores poderão desempenhar a missão de libertar também os jovens da estrutura supostamente opressora da família quando ela é entendida como uma instituição originária da união entre um homem e uma mulher.

2. Qual é a origem da ideologia de gênero

A ideologia de gênero é o desenvolvimento mais recente do marxismo revolucionário.
No Manifesto do Partido Comunista de 1848, Karl Marx apresentou o comunismo como um movimento revolucionário cujo objetivo era a eliminação da propriedade privada capitalista, o principal mal da sociedade contemporânea:
"O que distingue o comunismo não é a supressão da propriedade privada em geral, mas a supressão da propriedade privada burguesa (industrial).
Neste sentido, os comunistas podem resumir suas teorias nesta única expressão: supressão da propriedade privada.
Não precisamos suprimir a propriedade dos camponeses, o desenvolvimento da indústria já a suprimiu.
A propriedade privada já está abolida para nove décimos da sociedade. Os comunistas são criticados porque pretendem suprimir a propriedade privada do outro décimo.
Efetivamente, é isso o que pretendemos". [Marx, Manifesto Comunista]
Para abolir a propriedade privada, Marx pregou a revolução operária, que tomaria a propriedade privada dos empresários capitalistas e estabeleceria a sociedade comunista.
Mas, próximo do fim de sua vida, Marx aprofundou estas ideias em um livro que não chegou a terminar e que foi publicado postumamente através de seu amigo Engels.
O livro chamava-se "A origem da família, da propriedade privada e do Estado".
Neste livro Marx chegou à conclusão de que no início da história, quando os homens eram apenas caçadores, não existia a instituição familiar na sociedade.
Na sociedade primitiva, segundo Marx, todos os homens tinham relações sexuais com todas as mulheres e, quando as crianças nasciam, elas somente sabiam quem eram as suas mães, mas não quem eram os seus pais.
Mais tarde, quando a humanidade aprendeu a cultivar os campos e começou a acumular grãos nos celeiros, iniciou-se a acumulação da riqueza e os homens não podiam mais tolerar a ignorância de quem seriam os seus herdeiros. Os novos proprietários queriam saber a quem deveriam passar suas riquezas, ou então não haveria sentido em acumulá-las. Decidiram então escravizar as mulheres através da família, obrigando-as a não terem relações sexuais com outros homens, através do que poderiam ter certeza sobre quem seriam seus herdeiros. Segundo Marx, portanto, a família, que seria contrária à natureza humana e produto de alienação, seria também a condição indispensável para o surgimento da propriedade privada e, mais tarde, da industrial. Assim, pouco valeria uma revolução operária que redistribuísse a renda e abolisse a propriedade privada à força, se a instituição familiar continuasse a existir, porque o principal estímulo para a acumulação da riqueza em grande quantidade continuaria a existir. A verdadeira revolução, portanto, não seria a operária, com a destruição da propriedade privada, mas outra bem diferente, que tivesse como objetivo a destruição da instituição familiar na sociedade, não apenas a heterossexual, mas também a homossexual, a lésbica ou de qualquer outro tipo. Assim, segundo Marx, se destruíssemos a família, consolidaríamos para sempre os resultados da revolução operária. Talvez até mesmo a revolução operária não seria mais necessária.
Marx não tinha razão em dizer que a família somente surgiu quando começou a existir a acumulação de riqueza e que ela é produto da escravização da mulher. Os homens não se casam porque querem escravizar as mulheres para poder acumular riqueza, mas porque encontram uma companheira com quem desejam dividir suas vidas. É o impulso natural de todos as pessoas normais, que inclusive é partilhado por algumas outras espécies animais que não acumulam riquezas. O resto pode ser um discurso inteligente, mas não passa de argumentação que parte de pressupostos ideológicos que o próprio Marx não quis ou não pode apresentar.
Marx, porém, morreu antes que pudesse terminar o livro e explicar ao mundo como executar uma revolução que tivesse por objetivo a abolição da família na sociedade.
O caminho foi descoberto, pela primeira vez, pelos socialistas suecos. O método era através do sistema escolar. Orientados pelo casal de prêmios nobel Gunnar e Alva Myrdal, o governo sueco iniciou em 1938 uma revolução educacional que, mais tarde, primeiro através das conferências da UNESCO, e hoje pela ONU e pelos partidos de esquerda, está sendo exportado, para todos os países do mundo.
A ideia dos socialistas suecos consistiu em aliviar os pais do dever de educar seus filhos em casa. A carga horária das escolas foi aumentada para período integral, as crianças passaram a ser admitidas nas escolas cada vez mais cedo obrigatoriamente, já no seu primeiro ano de idade. A educação sexual se tornou obrigatória, sem direito à objeção de consciência dos pais, e as crianças passaram a ser educadas de modo a entenderem que as diferenças entre homens e mulheres são apenas convenções sociais, o que na prática significa ensiná-las a serem bissexuais. Implantou-se aos poucos a ideia que na Suécia na verdade existe uma única família na Suécia, que é o proprio país, por quem todos são educados. A ideologia de gênero, aperfeiçoada posteriormente a partir dos anos 90 e agora tentando implantar-se nas escolas, segundo a qual as diferenças entre homens e mulheres não são biológicas, mas construções teóricas impostas pela sociedade, e que, portanto, não existe fundamento para a família tradicional com base na união do homem e da mulher, é o último avanço teórico desta nova revolução.
Para se ter uma ideia do que aconteceu na Suécia e irá acontecer no Brasil, vale a pena ler algumas passagens de uma entrevista recentemente concedida ao Portal ZENIT por Johan Lundell, Secretário Geral do grupo pró-vida sueco "Ja till Livet":
"Para muitos estrangeiros, a imagem popular da Suécia é a de uma sociedade justa, ordenada e harmoniosa - o modelo exemplar de um estado no qual o bem-estar existe.
Costuma-se dizer, há muito tempo, que se não é possível construir um mundo socialista na Suécia, então não é possível em nenhum outro lugar", disse Lundell.
"É por este motivo que alguns têm tentando torná-la um paraíso socialista.
Contudo, diferentemente da Itália ou da Grécia, na Suécia não se trata do socialismo econômico, mas, ao invés disso, do socialismo das famílias".
"Uma diferença marcante entre a minha geração e a anterior, é que a maioria de nós não foi educada por nossos pais de modo algum.
Fomos educados pelas autoridades em creches estatais durante nossa infância; depois, assimilados pelas escolas públicas, pelos colégios públicos e pelas universidades públicas; e depois pelo emprego no setor público e por mais educação através dos poderosos sindicatos e de suas associações educacionais.
O Estado é onipresente e é, para muitos, o único meio de sobrevivência - e seus benefícios sociais o único meio possível de se ter independência".
"Os suecos já não se importam mais em tentar argumentar que o homossexualismo é genético - um argumento comum usado pelos promotores da agenda homossexual - uma vez que o movimento é tão amplamente aceito, que não necessita mais deste argumento para se apoiar".
"Nos livros de educação sexual, eles não falam sobre alguém ser hetero ou homossexual - não existem tais coisas porque para eles, todos são bissexuais; é apenas uma questão de escolha", disse ele.
Lundell citou uma cartilha destinada às crianças publicada por associações gays e impressa com o auxílio financeiro do Estado.
"Eles escrevem de forma positiva sobre todos os tipos de sexualidade, todo o tipo, até mesmo os atos sexuais mais depravados, e esta cartilha entra em todas as escolas", explicou.
Alguns pais têm feito queixas formais denunciando como um conhecimento sexual muito explícito para uma sala de aula e rotulando as lições como "vulgares" e "avançadas demais". Porém, a maioria se conforma com o curriculum, enquanto a opção de educação em casa é quase proibida.
Essa engenharia social tem tido consequências funestas.
Poucos países europeus têm testemunhado um declínio tão rápido da instituição do casamento, nem um aumento tão exorbitante no número de abortos.
Durante a década de 1950 e a primeira metade de 1960, a taxa de casamentos na Suécia esteve historicamente em seu pico. De repente, ela começou a cair tão bruscamente, que testemunhou uma diminuição de cerca de 50% em menos de 10 anos.
Nenhum outro país experimentou uma mudança tão rápida. Entre 2000 e 2010, quando o resto da Europa estava dando sinais de redução das taxas de aborto anuais, o governo sueco divulgou que a taxa havia aumentado de 30.980 para37.693. A proporção de abortos repetitivos aumentou de 38,1% para 40,4% - o maior nível de todos os tempos".
Secularism in Sweden

3. O compromisso do Partido dos Trabalhadores

O PT tem é um partido de inspiração marxista. Com o apoio da ONU e das grandes fundações internacionais, está seguindo a agenda de promoção do aborto, da ideologia de gênero, e da destruição da instituição familiar no nosso pais como parte de um novo tipo de revolução marxista.
O Plano Nacional da Educação não é um engano momentâneo de alguns legisladores. Ele foi cuidadosamente elaborado e preparado pelo governo federal do PT há vários anos, em convênio com organizações internacionais.
A ideia de que o objetivo do Plano Nacional de Educação é de proteger os homossexuais contra a discriminação é pura propaganda. Ninguém está querendo proteger os homossexuais. O objetivo é usá-los para, através deste engodo, desviar a polêmica da opinião pública com a finalidade de eliminar a instituição familiar, seja heterossexual, homossexual ou a que for, da estrutura social.
Em 2007 o presidente Lula criou o programa “Gênero e diversidade na escola, para a "formação de professoras/es em gênero, sexualidade e orientação sexual". O objetivo era, em conjunto com o Conselho Britânico, o departamento do governo da Inglaterra que trata de questões educacionais internacionais, e o CLAM, uma organização criada pela Fundação Ford para promover as políticas de gênero e direitos sexuais e reprodutivos na América Latina, formar no Brasil 15 mil novos professores da rede escolar por ano em gênero, sexualidade e orientação sexual.
Segundo a página 34 do relatório AGENDAS TRANSVERSAIS, do Ministério do Planejamento do governo Dilma, agora a meta atualizada é alcançar, até 2015, a formação de "140 mil profissionais da rede pública de educação nas temáticas de gênero e orientação sexual por meio do programa gênero e diversidade na escola".
O Programa Nacional de Direitos Humanos do governo Lula, assinado em 2009, afirmava que o quinto objetivo estratégico do programa seria a "garantia do respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero". Este objetivo estava explicado a seguir nos seguintes termos:
"Ações programáticas:
A. Desenvolver políticas afirmativas e de promoção de uma cultura de respeito à livre orientação sexual e identidade de gênero, favorecendo a visibilidade e o reconhecimento social.
B. Apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
C. Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos.
D. Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (lgbt), com base na desconstrução da heteronormatividade".
http://www.mj.gov.br/sedh/pndh3/pndh3.pdf
Nos dias 21 e 22 de fevereiro deste ano de 2014, realizou-se em Brasília uma reunião da Comissão Nacional de População e Desenvolvimento (CNPD), reativada recentemente, no final de 2013, pelo governo Dilma, com a finalidade de expor internacionalmente o posicionamento e o novo perfil do Brasil em matérias de população, gênero e direitos sexuais e reprodutivos. A reunião dos dias 21 e 22 de fevereiro do Conselho teve como objetivo imediato "subsidiar as posições que o Brasil defenderá na sede da ONU em Nova York, em abril, na Conferência Internacional Cairo +20". Estavam presentes o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR), os ministros Luiz Alberto Figueiredo, das Relações Exteriores, Arthur Chioro, da Saúde, Mirian Belchior, do Planejamento, Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Luiza Bairros, da Secretaria de Igualdade Racial, e o representante do Fundo das Nações Unidas para População, Harold Robinson.
Segundo a revista Exame,
"O encontro confirmou a posição brasileira sobre aborto e direitos da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transsexuais e transgêneros).
Dentre os pontos principais, está a descriminalização de circunstâncias que autorizem o aborto, além do que já é permitido, em casos que envolvam a saúde da mulher, bem como o apoio a programas de planejamento familiar, com distribuição de contraceptivos à população e direitos da comunidade LGBT, incluindo políticas de apoio aos jovens.
Jaqueline Pitanguy, do Conselho Nacional de Direitos da Mulher (CNDM), ressaltou que o Brasil vai defender "com unhas e dentes" esses pontos."
Debate das Nações Unidas confirmou a posição brasileira sobre aborto e direitos da população LGBT

4. A situação é gravíssima

A ideologia de gênero é uma nova técnica, idealizada pelo feminismo marxista e patrocinado pelas mesmas fundações que promovem internacionalmente o aborto, que se baseia nas ideia s do último livro escrito por Marx e terminado por Engels, sobre a origem da família, do estado e da propriedade privada. A ideologia de gênero pretende, utilizando o sistema escolar, destruir a família como instituição social para obter uma sociedade sem classes.
Aprovado o Plano Nacional de Educação, no ano que vem poderá ser apresentado outro projeto de lei, que proporá a educação sexual obrigatória nas escolas, sem direito a objeções de consciência por parte dos pais, conforme já faz parte das orientações internacionais da ONU a este respeito.
Veja como a ONU exige a obrigatoriedade da educação sexual na Europa, sim direito à objeção de consciência por parte dos pais, nas páginas 12 a 14 deste documento:
["Padrões para a educação sexual na Europa": Standards for Sexuality Education in Europe.]
Quando estas duas leis estiverem aprovadas, o sistema educacional brasileiro será transformado em uma máquina armada para a demolição e a destruição do conceito da família natural. É a nova revolução socialista de que o PT, orientado por organizações internacionais, é atualmente o principal protagonista no Brasil.
Para os que participam da Igreja Católica, gostaria de chamar a atenção que em 1931, sete anos antes de iniciar-se a aplicação dos princípios do livro de Marx sobre a família, foi a Santa Sé quem deu o primeiro alerta sobre o que estava para acontecer, na Encílica Quadragesimo Anno:
"Acaba de surgir um novo sistema de socialismo educacional, ainda mal conhecido, mas que se vai propagando nos meios socialistas.
É nosso dever chamar a atenção para a gravidade do perigo: o pai deste socialismo educador foi o liberalismo, mas seu herdeiro legítimo será o bolchevismo".
[Pio XI, Encilica Quadragesimo Anno]

5. O que fazer

A. Fale com o professor de seu filho
Com a ajuda do Governo Britânico e da Fundação Ford o governo brasileiro está doutrinando, por ano, através do programa “Gênero e Diversidade na Escola”, dezenas de milhares de professores da rede escolar em ideologia de gênero.
Baixe aqui em pdf o relatório "A Agenda de Gênero", que explica em detalhes o que é, e como surgiu a ideologia de gênero, imprima duas cópias e leve-as para o professor de seu filho na escola. Peçam que eles se manifestem junto à câmara dos deputados.
B. Escreva e telefone para os deputados
Depois de ter lido esta mensagem, escreva e telefone aos deputados da Comissão Especial que irão votar o Plano Nacional de Educação para explicar-lhes o que significa ideologia de gênero e pedir-lhes não introduzam no Plano Nacional de Educação a igualdade de gênero e orientação sexual como meta da educação brasileira. Escreva também para as lideranças dos partidos.

Deputado Relator

Angelo Vanhoni PT/PR: (61) 3215-5672 / (61) 3215-2672 / dep.angelovanhoni@camara.leg.br

Demais Deputados da Comissão Especial

Renan Filho PMDB/AL: (61) 3215-5907 / (61) 3215-2907 / dep.renanfilho@camara.leg.br
Eduardo Barbosa PSDB/MG: (61) 3215-1540 / (61) 3215-2540 / dep.eduardobarbosa@camara.leg.br
Mara Gabrilli PSDB/SP: (61) 3215-5226 / (61) 3215-2226 / dep.maragabrilli@camara.leg.br
Nelson Marchezan Junior PSDB/RS: (61) 3215-5250 / (61) 3215-2250 / dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br
Nilson Pinto PSDB/PA: (61) 3215-5527 / (61) 3215-2527 / dep.nilsonpinto@camara.leg.br
Marcos Montes PSD/MG: (61) 3215-5334 / (61) 3215-2334 / dep.marcosmontes@camara.leg.br
Antônio Roberto PV/MG: (61) 3215-5736 / (61) 3215-2736 / dep.antonioroberto@camara.leg.br
Efraim Filho DEM/PB: (61) 3215-5744 / (61) 3215-2744 / dep.efraimfilho@camara.leg.br
Professora Dorinha Rezende DEM/TO: (61) 3215-5432 / (61) 3215-2432 / dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br
Leopoldo Meyer PSB/PR: (61) 3215-5233 / (61) 3215-2233 / dep.leopoldomeyer@camara.leg.br
Alex Canziani PTB/PR: (61) 3215-5842 / (61) 3215-2842 / dep.alexcanziani@camara.leg.br
Lista de e-mails dos deputados da comissão especial
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