quarta-feira, 26 de setembro de 2012

POSSO VOTAR NO PT? (uma questão moral)

NÃO. Nem no PT e nem em candidatos de Partidos que defendem o ABORTO !
Defenda a VIDA e não o ASSASSINATO de inocentes que não podem se defender!
 
Esta é uma ação de UTILIDADE PÚBLICA deste blog. Portanto, não deixe de assistir ao vídeo.

O Duque.





(Postura cidadã frente aos candidatos a cargos públicos em qualquer nível)

Os cidadãos que reconhecem e defendem o direito natural não podem e não devem votar em representantes que concorrem a cargos públicos, em qualquer nível, que sejam contrários aos seguintes princípios não negociáveis:


1- Respeito à vida desde a concepção até a morte natural;

2- Casamento como uma união entre um homem e uma mulher;

3- Direitos e deveres dos pais de educar seus filhos segundo suas convicções, ou seja, o respeito ao pátrio poder; e

4- Experimentação com embriões humanos são atos condenáveis independentemente dos argumentos apresentados.
Papa Bento XVI


É dever desses cidadãos se mobilizar para estabelecer a agenda de respeito à vida e à família nas eleições para todos os tipos de autoridades.

Estes princípios fazem parte essencial do bem comum da sociedade, que os cristãos e todas as pessoas de boa vontade devem promover de muitas maneiras e também com seu voto.

A laicidade deve ser entendida como autonomia da esfera civil e política, separada da autoridade da esfera religiosa e eclesiástica, nunca como autonomia da esfera moral.

Defenda e D i v u l g u e esta agenda

HISTÓRIA NACIONAL BRASILEIRA

História Nacional
Você Sabia?

Carlos I. S. Azambuja, historiador

– No governo João Goulart algumas organizações de esquerda condenavam a luta pela reforma agrária, porque seu triunfo daria origem a um campesinato conservador e anti-socialista?
Isso está escrito na página 40 do livro
Combate nas Trevas, de Jacob Gorender, que foi dirigente do PCB e um dos fundadores do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, em 1967.

– No governo João Goulart já existiam campos de treinamento de guerrilha no Brasil?
Em 4 de dezembro de 1962, o jornal O Estado de São Paulo noticiou a prisão de diversos membros das famosas Ligas Camponesas, fundadas por Francisco Julião, num campo de treinamento de guerrilhas, em Dianópolis, Goiás.

– Afora o PCB, por seu apego ao ortodoxo “caminho pacífico” para a tomada do poder, foram os trotskistas o único segmento da esquerda brasileira que não pegou em armas nos anos 60 e 70?

– O primeiro grupo de 10 membros do Partido Comunista do Brasil (então partidário da chamada linha chinesa de guerra popular prolongada para a tomada do poder) viajou para a China ainda no governo João Goulart, em 29 de março de 1964, a fim de receber treinamento na Academia Militar de Pequim?
E que até 1966 mais duas turmas foram a Pequim com o mesmo objetivo? (livro Combate nas Trevas, de Jacob Gorender).

– No regresso da China, esses militantes, e outros, foram mandados, a partir de 1966, para a selva amazônica a fim de criar o embrião da tal guerra popular prolongada, a que resultou naquilo que ficou conhecido como Guerrilha do Araguaia, somente descoberto pelas Forças Armadas em abril de 1972, graças à prisão de um casal, no Ceará, que havia abandonado a área, desertando?

– Mais da metade dos cerca de 60 jovens que morreram no Araguaia, para onde foram mandados pela direção do PC do B, eram estudantes universitários, secundaristas ou recém-formados, segundo as profissões descritas na Lei que, em 1995, constituiu a Comissão de Desaparecidos Políticos?

– A expressão socialismo democrático – hoje largamente utilizada por alguns partidos e candidatos – induz a um duplo erro: o de apontar no rumo de um hipotético socialismo que prescindirá do Estado da Ditadura do Proletariado, acontecimento nunca visto no mundo, e o de introduzir a ideia de que o Estado mais democrático que o mundo já conheceu, o Estado Proletário, não é democrático?
(livro História da Ação Popular, página 63, de autoria dos atuais dirigentes do Partido Comunista do Brasil, Aldo Arantes e Haroldo Rodrigues Lima).

No início de 1964, antes da Revolução de Março, Herbert José de Souza, o Betinho, já pertencia à Coordenação Nacional da Ação Popular.(livro No Fio da Navalha, do próprio Betinho, páginas 41 e 42).

– Em 31 de março de 1964, quando da Revolução, Betinho era o coordenador da assessoria do Ministro da Educação, Paulo de Tarso, em Brasília?
(livro No
Fio da Navalha, páginas 46 e 47).

– Pouco tempo antes da Revolução de Março de 1964, o coordenador nacional do Grupo dos Onze, constituído por Leonel Brizola, era Betinho, designado pelo próprio Brizola?
(livro No Fio da Navalha, páginas 49 a 51).

– Em março de 1964 o esquema armado de João Goulart era uma piada”, e que o comandante Aragão, comandante dos Fuzileiros Navais, era um alucinado e eu nunca vi figura como aquela”?(livro No Fio da Navalha, página 51).

– Já em 1935, Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança, era um assalariado do Komintern (órgão de coordenação da subversão da 3ª Internacional Comunista)?
Isso está escrito e comprovado no livro Camaradas, do jornalista William Waak, que teve acesso aos arquivos da 3ª Internacional, em Moscou, após o desmanche do comunismo.

Luiz Carlos Prestes foi Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro por 37 anos, ou seja, até maio de 1980, uma vez que foi eleito em setembro de 1943, quando ainda cumpria pena por sua atuação na Intentona Comunista?
(livro Giocondo Dias, uma Vida na Clandestinidade, de Ivan Alves Filho, cujo pai, Ivan Alves, pertenceu ao partido).

– Quatro ex-militares dirigiram o PCB desde antes de 1943 até 1992: Miranda, Prestes, Giocondo Dias e Salomão Malina? Ou seja, dirigiram – ou melhor, comandaram – o PCB por cerca de 50 anos?

– Após o desmantelamento do socialismo real, que começou pela queda do Muro de Berlim, em 9 de novembro de 1989, foi considerado que “o marxismo-leninismo deixou de ser uma ferramenta de transformação da História para tornar-se uma espécie de religião secularizada, defendida em sua ortodoxia pelos sacerdotes das escolas do partido”? (livro Nos Bastidores do Socialismo, de autoria de Frei Betto).
Uma frase altamente edificante: “Quero deixar claro que admito a pena de morte em uma única exceção: no decorrer da guerra de guerrilhas”. Seu autor? Frei Betto, em seu livro Nos Bastidores do Socialismo, página 404.

– Em fins de agosto de 1995 – 16 anos após a anistia – o governo enviou ao Congresso Nacional um projeto, logo transformado em lei, dispondo sobre “o reconhecimento das pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas, no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979”? Esse projeto definiu que deveria ser criada uma Comissão Especial, composta por 7 membros, com a atribuição de proceder ao reconhecimento de pessoas que tenham falecido de causas não naturais “em dependências policiais ou assemelhadas”?

– Da relação de pessoas desaparecidas que acompanhou o projeto constavam os nomes de 136 militantes da esquerda considerados desaparecidos políticos que, por opção própria, pegaram em armas para instalar em nosso país uma República Democrática Popular semelhante àquelas que o povo, nas ruas do Leste Europeu, derrubou, nos anos de 1989 e 1990.
Entre esses nomes, estavam os de 59 guerrilheiros desaparecidos no Araguaia, quando tentavam implantar o embrião do modelo chinês de “guerra popular prolongada”.

– As famílias de todos esses guerrilheiros do Araguaia já foram indenizados com quantias que variam de 100 mil a 150 mil reais.

– O ex-vereador Leopoldo Paulino, de Ribeirão Preto, que se diz ex-guerrilheiro, foi convidado a lutar no Araguaia e não foi porque disse que tem asma... (extraído do Livro Tempo de Resistência, autor Leopoldo Paulino).

Por conseguinte, à vista do que está escrito na lei, para que essa indenização fosse concedida, a área de selva de cerca de 7 mil quilômetros quadrados em que a guerrilha se instalou,foi considerada uma “dependência policial ou assemelhada”.

Duas senhoras, integrantes da Comissão que representam as famílias dos desaparecidos, Iara Xavier Pereira e Suzana Kiniger (ou Suzana Lisboa) foram militantes da ALN e receberam treinamento militar em Cuba.Iara Xavier Pereira participou de diversas “ações” armadas, conforme ela própria revela, na página 297, do livro Mulheres que Foram à Luta Armada, de autoria de Luiz Maklouf.
E
ssas senhoras ou suas famílias foram indenizadas pela morte de 4 pessoas.
Iuri Xavier Pereira, Alex de Paula Xavier Pereira e Arnaldo Cardoso Rocha (todos membros do Grupo Tático Armado da ALN, com treinamento militar em Cuba, foram mortos nas ruas de São Paulo em tiroteio com a polícia), irmãos e marido de Iara Xavier Pereira, que também recebeu treinamento militar em Cuba, e Luiz Eurico Tejera Lisboa (treinado em Cuba), marido de Suzana Lisboa, que com ele também recebeu treinamento na paradisíaca ilha da liberdade.
No total, 600.000 mil reais, foi quanto os contribuintes pagaram a essas duas senhoras...
A mídia, a famosa mídia que faz a cabeça das pessoas, jovens e adultos, nunca registrou esse “pequeno trecho” altamente edificante da História recente de nosso país...

Mas, há mais, muito mais!

– VOCÊ SABIA que o guerrilheiro do Araguaia, Rosalino Cruz Souza, conhecido na guerrilha como Mundico, incluído na relação de “desaparecidos políticos”, sabidamente justiçado, no Araguaia, pela também guerrilheira Dina (Dinalva Conceição Teixeira) – cujos familiares foram também indenizados – teve sua família indenizada?
Não pelo Partido que o mandou para lá e o matou, mas por nós, contribuintes?

– VOCÊ SABIA que a família do coronel aviador Alfeu Alcântara Monteiro, morto em 2 de abril de 1964 – cuja esposa, desde sua morte, recebe pensão militar – foi também aquinhoada com os tais 150 mil reais, com o voto favorável do general que, na Comissão, representava as Forças Armadas?
Depois, esse mesmo general, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, buscando justificar seu voto, disse que no processo organizado pela Comissão constava que o coronel havia sido morto com “19 tiros pelas costas”? E, diz o general: “depois vim a saber que ele foi morto com um único tiro.
Caso o ilustre general, que também é advogado, antes de dar seu voto, tivesse consultado o Inquérito Policial Militar instaurado na época, para apurar o fato, arquivado no STM como todos os demais inquéritos, teria constatado a versão real:
dia 2 de abril de 1964, o brigadeiro Nelson Freire Lavanère Wanderley deveria receber o comando da então Quinta Zona Aérea, em Porto Alegre, do mais antigo oficial presente, que era o coronel Alfeu Alcântara Monteiro, reconhecidamente janguista.
O coronel recusou-se a transmitir o comando e reagiu, atirando e ferindo o brigadeiro Wanderley, sendo morto com um tiro de pistola 45 pelo também coronel-aviador Roberto Hipólito da Costa, que acompanhava o brigadeiro. Ou seja, o coronel Hipólito matou em legítima defesa de outrém, conforme concluiu o Inquérito, sendo absolvido pela Justiça Militar.

– Que Carlos Marighela, morto nas ruas de São Paulo, delatado voluntária ou involuntariamente por seus companheiros do Convento dos Dominicanos, e Carlos Lamarca, morto no sertão da Bahia, tiveram seus familiares indenizados, embora a esposa de Carlos Lamarca já recebesse pensão militar?
Ou seja, as ruas de São Paulo e o sertão baiano foram considerados, também, pela Comissão,“dependências
policiais ou assemelhadas”.Mas não terminou; eles querem mais, muito mais.
VOCÊ SABIA que membros da Comissão pensaram reivindicar a promoção de Lamarca a general?

– VOCÊ SABIA que o atual Ministro da Justiça também propôs a promoção de Apolônio de Carvalho (um ex-militar expulso do Exército em 1935 e posteriormente fundador e militante do PCBR e, posteriormente banido do país em troca de um embaixador sequestrado) a general?

Mais mentiras deslavadas:

Amplos setores da mídia e toda a esquerda vêm difundindo por todos esses anos a versão de que “a resistência armada” à “ditadura” no Brasil dos anos 60, foi uma resposta ao Ato Institucional nº 5, que “fechou” o regime?

O Ato Institucional nº 5, que teria “fechado” o regime, foi assinado em 13 de dezembro de 1968?
Porém, antes disso:
– A esquerda armada já havia atirado uma bomba no Aeroporto dos Guararapes,em 25 de julho de 1966, matando um jornalista e um Almirante e ferindo um General.
– Também já havia atirado um carro-bomba contra o Quartel-General do II Exército, em São Paulo, matando o soldado sentinela Mario Kosel Filho, em 26 de junho de 1968.
– Já havia assassinado, ao sair de casa, na frente de seus filhos, o Capitão do Exército dos EUA Charles Rodney Chandler, tachado nos panfletos deixados sobre seu corpo, de agente da CIA. Um dos assassinos – um sargento expulso da Polícia Militar de São Paulo pela Revolução de 1964 –várias vezes entrevistado, vive hoje, tranquilamente, em São José dos Campos, após ter sidoanistiado pela ditadura militar “fascista”, indenizado e reintegrado à PM, como reformado...
Em 1968, antes, também, do Ato Institucional nº 5, o Major do Exército da Alemanha Edward Von Westernhagen, que cursava a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, na Praia Vermelha, Rio de Janeiro, foi morto na rua por um grupo do Comando de Libertação Nacional (COLINA), constituído por dois ex-sargentos, um da Aeronáutica e outro da Polícia Militar do Rio de Janeiro, sendo o crime, na época, atribuído a marginais. Ele foi morto por ter sido confundido com o capitão do exército boliviano Gary Prado, que participou da caçada a Che Guevara, no ano anterior, em seu país (e que, por isso, deveria ser “justiçado”), que também cursava a Escola de Comando e Estado-Maior?
(livros A Esquerda Armada no Brasil e Memórias do Esquecimento, de Flávio Tavares).

– A
ntes do Ato Institucional nº 5, guerrilheiros do PC do B chegados da China em 1966 já se encontravam no Brasil Central preparando a Guerrilha do Araguaia. A tática utilizada pela esquerda armada para instalar no Brasil um pleonasmo (uma República Popular Democrática) era: matar, matar e matar...
– A alucinada esquerda armada não matava apenas seus “inimigos”, mas também os amigos e companheiros. Veja a relação dos companheiros assassinados, a título de “justiçamento”, sob a alegação de que sabiam demais e demonstravam desejo de pensar com suas próprias cabeças. Por isso, representavam um perigo em potencial. Não que tenham traído, mas porque poderiam (futuro do pretérito) trair:
Márcio Leite Toledo (ALN) em 23 de março de 1971;
Carlos Alberto Maciel Cardoso (ALN) em 13 de novembro de 1971;
Francisco Jacques Alvarenga (RAN-Resistência Armada Nacionalista) em 28 de junho de 1973;
Salatiel Teixeira Rolins (PCBR) em 22 de julho de 1973;
Rosalino Cruz - “Mundico”, na Guerrilha do Araguaia;
Amaro Luiz de Carvalho – “Capivara” (PCR), em 22 de agosto de 1971, dentro de uma Penitenciária, em Pernambuco;
Antonio Lourenço (Ação Popular), em fevereiro de 1971, em Pindaré-Mirim/MA;
Geraldo Ferreira Damasceno (Dissidência da Var-Palmares) em 19 de maio de 1970, no Rio de Janeiro;
Ari da Rocha Miranda (ALN), em 11 de junho de 1970, em São Paulo.

– O militante da Resistência Armada Nacionalista, Francisco Jacques Alvarenga, “justiçado” dentro do Colégio em que era professor, no Rio de Janeiro, por um Comando da ALN, teve seus passos previamente levantados por Maria do Amparo Almeida Araújo, também militante da ALN. Foi ela própria quem revelou esse detalhe no livro Mulheres que Foram à Luta Armada, de Luiz Maklouf .
Maria do Amparo Almeida Araújo é atualmente a presidente do “Grupo Tortura Nunca Maisde Pernambuco, entidade criada para denunciar as torturas e assassinatos da chamada “repressão”...

Finalmente, leiam este trecho, altamente significativo, considerando a identidade de seu autor:“No curso de Estado-Maior, em Cuba, esmiuço a história da revolução cubana e constato evidentes contradições entre o real e a versão divulgada pela América Latina afora (...) Muitas ilusões foram estimuladas em nossa juventude pelo mito do punhado de barbudos que, graças ao domínio das táticas guerrilheiras e à vontade inquebrantável de seus líderes, tomou o poder numa ilha localizada a 90 milhas de distância de Miami. Balelas, falsificações (...)
O poder socialista instituiu a censura, impediu a livre circulação de idéias e impôs a versão oficial.
Os textos encontrados sobre a revolução cubana são meros panfletos de propaganda ou relatos factuais, carentes de honestidade e aprofundamento teórico (...)
O Partido Comunista é o único permitido, e em seus postos importantes reinam os combatentes de Sierra Maestra ou gente de sua confiança, em detrimento dos quadros oriundos do movimento operário (...)
Os contatos com as organizações de luta armada (de toda a América Latina) são feitos através do S2 (Inteligência), conseqüência das deturpações do regime.
A revolução na América Latina não seria uma questão política e sim, usando as palavras do caricato Totem, “de mandar bala”.
Nos relacionamos com os agentes secretos, que tentam influenciar na escolha de nossos comandantes, fortalecem uns companheiros em detrimento de outros, isolam alguns para criar uma situação de dependência psicológica que facilite a aproximação, influência e recrutamento;
alimentam melhor os que aderem à sua linha e fornecem informações da nossa Organização, concedem status que vão desde a localização e qualidade da moradia à presença em palanques nos atos oficiais;
não respeitam nossas questões políticas e desconsideram nosso direito à auto-determinação”. O
Totem, acima mencionado, é o general Arnaldo Ochoa, comandante do Exército em Havana, no início dos anos 70, fuzilado nos anos 80, sob a acusação de ser narcotraficante.

O que acima foi transcrito está nas páginas 178 a 181 do livro Nas Trilhas da ALN, de autoria de Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz (Clemente), o último dos “comandantes” da Ação Libertadora Nacional que recebeu treinamento militar em Cuba.
Clemente foi autor de vários assaltos a bancos, estabelecimentos comerciais, assassinatos e “justiçamentos” – ou planejamento deles – como o do seu próprio companheiro Márcio Leite Toledo e do presidente da Ultragaz em São Paulo, Henning Albert Boilesen, em 15 de abril de 1971.
Ao concluir o curso em Cuba, nos idos de 1973,
Clemente
foi viver em Paris, somente regressando ao Brasil após ter sido um dos anistiados pelo presidente Figueiredo, derrubando outro mito até hoje difundido pelas esquerdas de todos os matizes: o de que a Anistia não foi Ampla, Geral e Irrestrita Hoje, vive no Rio de Janeiro. Dá aulas de violão para crianças e participa de eventos culturais organizados pelo Movimento dos Sem-Terra.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

DOM ANTONIO AUGUSTO DIAS DUARTE

Fala sobre a VIDA e sobre o MOVIMENTO CONTRA A VIDA gestado pelo GOVERNO BRASILEIRO.




VEJA OUTROS POST SOBRE ESTE ASSUNTO NESTE BLOG.

Dom Antonio Augusto exorta a um voto criterioso nas eleiçoes municipais de 2012.


Dom Luíz Henrique alerta sobre a importância da defesa da vida nas eleições de 2012


DOM ORANI CONCLAMA A SOCIEDADE

Dom Orani Tempesta, Arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro, alerta aos eleitores quanto à responsabilidade de se posicionarem contra as políticas pró-aborto e pró-eutanásia. Fala dos abusos contra a vida, como a tentativa de reforma do Código Penal e a nova norma "técnica" do Ministério da Saúde para a prática do aborto.
 
 


Veja mais detalhes sobre o assunto nos post anteriores, neste mesmo blog. É só rolar a página. O assunto É GRAVE !!!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

MOVIMENTO PRÓ-VIDA - VII ENCONTRO NACIONAL

 
Declaração do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família
Nós, participantes do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família realizado em Brasília de 7 a 9 de setembro de 2012,
CONSTATAMOS:
O crescente favorecimento da causa abortista pelo Governo Federal, em desconformidade com o compromisso assumido pela então candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, com os eleitores, em 2010.
A lamentável nomeação da Sra. Eleonora Menicucci, defensora e praticante confessa do aborto, para o cargo de Secretária de Políticas Públicas para as Mulheres.
A celebração de contrato entre a União Federal e a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), prorrogado pelo atual Governo (1), assim como a manutenção do grupo GEA (Grupo de Estudos sobre o Aborto), criado com a finalidade de promover a despenalização do aborto no país.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ALGUÉM DISSE

"Um país que permite o aborto é um país muito pobre, porque tem medo de uma criança, e o medo é sempre uma grande pobreza."
 
"Ninguém tem o direito de matar um ser humano que vai nascer: nem o pai, nem a mãe, nem o  Estado, nem o médico. Ninguém."

 

Louvado seja, quem disse isso! E você? O que diz?

O Duque.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

CADÊ VOCÊ

Procura-se, desesperadamente, o cidadão de respeito
 
Cadê você que tem vergonha na cara, que fica indignado com a injustiça, que deplora o mau caráter, que clama por honestidade e por dignidade?
Cadê você que ama a Pátria, que abre o peito para entoar o Hino Nacional, que se ufana ao ver a Bandeira ser hasteada e tremular no seu mastro?
Cadê você que julga que o mérito é o diferencial das pessoas, e que os mais capazes e dedicados deveriam subir com dignidade nas escalas do sucesso humano?
Cadê você que tem um mínimo de capacidade de julgamento, e que ao constatar que foi enganado não tem ânimo, nem coragem, nem hombridade ou se mulher, a fibra feminina de dar um basta na hipocrisia e na mentira?
Cadê você, rico ou pobre, mal ou bem nascido, que durante a sua vida pautou sua conduta na correção, respeitou a quem merecia, e acreditou que seguindo o bem e afastando o mal poderia ter uma vida justa?
Cadê você, pai que busca preservar e ensinar aos seus filhos a conduta exemplar, os bons costumes, e que os valores e atitudes dignas ainda não foram expurgados?
Cadê você?
Cadê você que está tão sorumbático, que assiste a tantas patifarias e que calado dá a impressão de que aplaude aos cretinos e suas cretinices?
Cadê você que parece aceitar o lixo humano como o seu mestre?
Cadê você que no seu silêncio tornou-se conivente por sua inexplicável ausência de reação?
Cadê você que se tornou amorfo e semimorto moralmente, e que beneficiado por isenções periódicas de IPI, paga as duras prestações, eletrodomésticos, carrinhos de parcos recursos tecnológicos, mas de altíssimos preços, e que maravilhado com as esmolas, é capaz de calar-se diante de qualquer vilania.
Cadê você que não ficou inebriado com a desculpa de que eles são infames, mas que concedem a você bolsas, benesses, e, portanto estão acima do seu reles julgamento moral?
Cadê você? Cidadão de boa conduta, pai exemplar e dedicado, trabalhador honesto, que assiste a um festival de embromação na televisão, que vivencia impassível à promessa de que no futuro seremos autônomos em petróleo, em etanol, etc?
Cadê você que acredita que a nossa inflação mensal persiste no 0, 0000 e qualquer coisa?
Cadê você, branco, amarelo, mestiço, azul ou vermelho, que será atropelado pelas cotas raciais no ingresso nas universidades?
Cadê você, que gosta de futebol, mas que nitidamente já concluiu que o esporte bretão é o circo que alegra os sem destino e pobres de espírito?
Cadê você que vive nas sombras, que tem receio de aparecer, que está sendo esmagado pelo “politicamente correto”, desvãos morais incutidos na sociedade, paulatinamente, e que consagraram a família gay como um dos segmentos nobres da nossa sociedade.
Cadê você, incógnito na multidão da estrumeira colossal que conspurca o imenso Brasil?
Cadê você, verdadeiro zero à esquerda, escondido na sua calada insatisfação, que sabe que no julgamento do Mensalão existe um sujeito não tão oculto que não foi arrolado entre os acusados?
Cadê você? Você não está sozinho, milhares de brasileiros deploram a impunidade, acreditam nos direitos e cumprem os seus deveres.
Cadê você?
Junte-se a nós, nas praças, nas ruas e em alto e bom som brade o seu repúdio, denuncie o quanto você deplora os rumos caóticos, não apenas econômicos, mas da falta de princípios que assolam esta Nação.
Cadê você que estava em greve de silêncio, que calado seguia fielmente a cartilha da omissão e da conivência?
Rompa com os grevistas e mãos à obra.
Na Semana da Pátria, você será muito bem vindo irmão brasileiro.
 
Brasília, DF, 04 de setembro de 2012.
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira