segunda-feira, 28 de novembro de 2011

PT e Dilma são o pai e a mãe das mentiras e da corrupção

Escrito por Dom Luiz Bergonzini - Bispo Diocesano de Guarulhos


Artigos - Governo do PT 

Os brasileiros somente conseguirão combatê-las se começarem, como digo sempre, a “dar nomes aos bois”, ou dar os nomes dos pais e da mães das mentiras e da corrupção.

No dia 22 de outubro de 2010, escrevemos que O PT é o Partido da Mentira e da Morte” .  Escrevemos isso porque o PT mentiu no TSE para obter a apreensão dos documentos, apelidados pejorativamente de “panfletos”, que são legítimos, legais e verdadeiros, e porque o PT defende o assassinato de crianças inocentes, no útero de suas mães, através da a liberação do aborto.
Como fizemos em 2006 e 2008, antes das eleições presidenciais de 2010,  escrevemos um documento denominado Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, publicado em 01.07.2010, para orientar o voto dos fiéis de Guarulhos contra os candidatos contrários aos princípios cristãos, entre eles a candidata à presidência Dilma Rousseff, favorável à liberação do aborto.

Posteriormente, a seção regional de São Paulo da CNBB, denominada CNBB-Regional Sul-1, que representa e compreende as 41 Dioceses do estado de São Paulo, produziu o documento denominado Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”, assinado por três Bispos, no qual orientou o voto contra os candidatos partidários da liberação do aborto. A CNBB-Regional Sul-1 liberou a impressão do documento para todas as Dioceses, pastorais e organizações que defendem os princípios cristãos, para que o distribuíssem a quem quisessem.

A candidata Dilma Rousseff e seu grupo político pediram,  ao Tribunal Superior Eleitoral, a apreensão dos documentos – “panfletos” – impressos, que ainda estavam na gráfica, sob duas alegações mentirosas:  que o documento era falso e que havia crime contra o PT e contra a candidata Dilma, porque o documento dizia que o PT sempre defendeu a liberação do aborto.

A propagação contínua da mentira pelo PT e seus aliados nas eleições de 2010 – os partidos comunistas seguem a máxima do líder propagandista de Hitler, Joseph Goebbels, segundo a qual  “uma mentira dita cem vezes torna-se verdade”,  foi tão forte que até utilizou o Bispo de Jales, Dom Demétrio Valentini, para conceder entrevista a jornal  de Guarulhos e dizer que nós tínhamos cometido ”crime eleitoral”.

Provamos, no TSE, que o documento assinado pelos três Bispos é verdadeiro e provamos que o PT e a candidata Dilma defendem, sim, a liberação do aborto. E o Ministério Público Federal garantiu que não praticamos crime eleitoral e pediu a devolução do material para a Diocese de Guarulhos.  O TSE mandou a Polícia Federal devolver o material apreendido.   A documentação está todinha em nosso blog, www.domluizbergonzini.com.br. A Igreja Católica tem o direito legítimo de defender o Evangelho e seus princípios, em qualquer época.

Naquele momento e de repente,  a candidata Dilma Rousseff, para enganar os católicos e cristãos, se declarou “devota” de Nossa Senhora Aparecida e até foi ao Santuário da Padroeira do Brasil.  Se católica ou cristã fosse, ela deveria ter promovido uma missa antes de sua posse como presidente.  Quem é católico, não precisa se envergonhar de sê-lo.

Se devota de Nossa Senhora Aparecida fosse, teria, como todos os devotos têm, uma imagem da Mãe de Jesus Cristo em seu gabinete de trabalho. Em vez disso, no seu primeiro dia de trabalho, ela mandou retirar Jesus Cristo Crucificado e a Bíblia do seu gabinete.

Aguardamos, ansiosamente, que ela comparecesse em Aparecida, no dia 12 de outubro de 2011, para demonstrar sua devoção a Nossa Senhora Aparecida e mostrar para todos os brasileiros e para o mundo que ela não havia enganado os cristãos brasileiros para obter votos em 2010. E que, pelo menos, confessasse e comungasse.  Porém, nada disso aconteceu.

O povo brasileiro está enredado por mentiras. Já vimos acima o caso da apreensão ilegal dos documentos da Igreja, nas eleições de 2010. No caso das mortes maternas dizem, mentirosa e preconceituosamente, que as mulheres morrem por serem negras ou pobres; na verdade elas morrem pela precariedade do SUS e do sistema de  saúde  que lhes é oferecido (Brasil recebe condenação inédita da ONU por morte materna).

A mentira gera ou tenta esconder a corrupção e interesses escusos. Lula apresentou Dilma como “gerentona”  do governo, que sabia de tudo e conhecia todos os ministros.  Nunca antes na história deste país houve tantos ministros, nomeados pelo presidente da república, afastados por denúncias de corrupção (AQUI).

O povo brasileiro está tentando lutar contra as mentiras e a corrupção. Os brasileiros somente conseguirão combatê-las se começarem, como digo sempre, a “dar nomes aos bois”, ou dar os nomes dos pais e da mães das mentiras e da corrupção.

Lembram-se como antigamente davam nomes aos bois ?  Era assim: Fora Ditadura, Fora Collor,  Fora FHC, e tantos outros “foras”.  Agora, os brasileiros precisam fazer o mesmo. No caso do governo federal, os nomes do pai e da mãe das mentiras e da corrupção, ou maracutaias, como diziam antigamente, ou malfeitos, como dizem agora, são o PT e Dilma.  No caso dos governos estaduais, os nomes são os dos governadores. E no caso dos governos municipais, os nomes são os dos prefeitos.

As pessoas estão com medo de dar os nomes dos responsáveis. Não tenham medo de dizer:  Fora PT,  Fora Dilma, Fora (Fulano de Tal),  seja governador, prefeito, deputado, vereador, enfim,  fora todos os que consomem até 69 bilhões de reais em atos de corrupção,  sugados dos impostos pagos com muito sacrifício pelos brasileiros. Fora aos que querem afastar o povo dos princípios morais cristãos e  mantê-lo sem educação, sem segurança e, principalmente,  sem atendimento de saúde suficiente para garantir uma vida digna para cada brasileiro – a vida é uma dádiva divina-, desde o momento da fecundação até a morte natural na velhice.


“NÃO LEVANTARÁS FALSO TESTEMUNHO CONTRA TEU PRÓXIMO”. (Ex 20,16) é o mandamento.  Levantar falso testemunho é mentir, como mentiram na época das eleições e continuam mentindo.

Chega de mentiras! Chega de corrupção!

Não tenham medo!  Vamos, juntos, restaurar os princípios morais cristãos e Mudar o Brasil.

22.11.2011

Dom Luiz Bergonzini
Bispo Diocesano de Guarulhos

sábado, 26 de novembro de 2011

O COMUNISMO EM MARCHA

O comunismo (apelidado no Brasil de "socialismo") está em marcha acelerada. O Governo, via judiciário engajado, decreta por vias indiretas o fim do direito à propriedade privada. E assim, aos poucos, estão construíndo um Brasil comunista. Quando tudo estiver bem costuradinho, então convocarão uma Constituinte para adequar a Constituição à prática e pronto: estará decretado o Estado comunista no país, rumo à Cuba. Tudo de acordo com os ensinamentos de Antonio Gramsci.

Exemplo:

As pessoas que possuem chácaras ou terras, poderão perder tudo, já que as mesmas tem alta possibilidade de serem consideradas improdutivas, por não haver provas de produção agrícola nas mesmas.

Você que sonha, que quando seus pais morrerem, você vai ficar com um pedaço de terra, diga adeus para a sua terra.

Você que comprou um pedaço de terra, e acha que aquilo vai ficar de herança para seus filhos, esqueça - É bem provável que fique tudo para o Governo. Veja e ouça. Observe com que empolgação radiante a repórter finaliza a reportagem ! É o sonho !!!




Comentário de um leitor:

"Queiramos ou não a economia de mercado ( e a liberdade) - essência do sistema capitalista  – atualmente – ainda é o modelo mais eficiente para ordenar otimamente os fatores de produção (capital, trabalho, recursos naturais e tecnologia) para produzir mercadorias, bens e serviços necessários para o bem estar social, o crescimento e o desenvolvimento humano.
E o caminho – o bom caminho para sair da barbárie, da pobreza, da ignorância, da exploração, do atraso e do subdesenvolvimento físico e mental – é o capitalismo – operando na DEMOCRACIA política, na economia de mercado, com estabilidade/segurança jurídica, abertura de mercado, incentivos para investimento e desenvolvimento, respeito à propriedade e incentivo à empresa privada e um sistema tributário razoável preconizado desde Adam Smith." (
Rivadávia Rosa)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Hegemonia

Por Olavo de Carvalho

Desde a década de 30, o Partido Comunista foi-se tornando cada vez mais a influência cultural dominante no Brasil, não por sua superioridade intelectual, é certo, mas por sua capacidade de arregimentar escritores, artistas, jornalistas e professores numa elite militante bem organizada, consciente da sua missão de transformar toda a vida do espírito em arma de guerra revolucionária.


A astuta manipulação de cargos e prestígios, a ocupação de espaços, o boicote feroz aos adversários logo reduzidos a servos dóceis da polítca comunista por meio da intimidação e da chantagem – tais foram os instrumentos com que o Partido acabou por emascular uma intelectualidade conservadora na qual avultavam tipos do porte de um Manuel Bandeira, de um Gilberto Freyre, de um Nelson Rodrigues, de um João Camilo de Oliveira Torres, de um Lúcio Cardoso, de um Gustavo Corção, de um Antônio Olinto, de um Paulo Mercadante, de um Otto Maria Carpeaux e tantos outros, com os quais a esquerda jamais poderia concorrer no campo do livre debate.

Eleitoralmente, o Partido jamais foi grande coisa, mas sua influência tornou-se desproporcionalmente maior que seu minguado número de eleitores, ao ponto de impor à nação um presidente pró-comunista e consolidar o seu poder mediante um plebiscito em que a linguagem da lei e da ordem foi habilmente posta a serviço da subversão e da desordem.

Longe de debilitar essa influência, o novo regime advindo em 1964 acabou por fortalecê-la, na medida em que, concentrando seus esforços no combate à subversão armada e esquivando-se preguiçosamente(?) ao dever da luta cultural, permitiu que a esquerda se revigorasse mediante o debate interno, a autocrítica e a reorganização estratégica segundo as linhas preconizadas por Antonio Gramsci, cujas obras, não por coincidência, chegaram ao alcance da militância intelectual esquerdista local precisamente a partir de 1965.

Nessa data começou também a circular a mais importante publicação cultural esquerdista, a “Revista Civilização Brasileira” de Ênio Silveira, que marcou um upgrade intelectual da esquerda e provou sua capacidade de reagir criativamente, agressivamente, a uma derrota política que hoje sabemos ter sido apenas superficial e provisória.

Em meados da década de 1970, a hegemonia cultural da esquerda já era, mais que um fato consumado, um direito adquirido. Sem isso, a total falsificação da história do período, hoje consagrada como verdade incontestável em todo o sistema de ensino e em toda a grande mídia sem exceção, jamais teria sido possível – e, sem ela, a escalada triunfal da esquerda rumo ao poder absoluto jamais teria acontecido.

Ao longo de todo esse trajeto, só duas tentativas de resistência liberal-conservadora organizada se esboçaram, ambas tímidas e débeis.

A primeira veio da Igreja, entre os anos 40 e 60, mas foi logo diluída pela infiltração que veio a fazer da intelectualidade católica o mais eficiente instrumento de camuflagem e legitimação do esforço subversivo. A conversão de Alceu Amoroso Lima e de Dom Hélder Câmara ao esquerdismo, a devassidão ideológica fomentada pelo Concílio Vaticano II e a tomada dos seminários por uma hoste de endemoninhados “teólogos da libertação” resultaram na fundação do PT mediante a tripla união adúltera dos bispos com a intelectualidade comunista e com a militância sindical de esquerda, tudo sob as bênçãos da elite globalista bilionária e da mídia chique internacional.

A segunda foi a fundação do Instituto Liberal no Rio de Janeiro em 1983 e do Instituto de Estudos Empresariais no Rio Grande do Sul no ano seguinte, daí resultando o Fórum da Liberdade, que desde 1988 leva anualmente a Porto Alegre os melhores palestrantes liberais e conservadores do mundo. Essa iniciativa meritória, porém, ademais de ser sistematicamente boicotada pela mídia nacional inteira, ainda padece de duas autolimitações congênitas:

(1) Cinge-se ao debate doutrinal, sem nenhuma perspectiva de ação política e muito menos de uma ofensiva antigramsciana organizada na esfera cultural.

(2) Tende a concentrar-se nos temas econômicos, ignorando as questões essenciais da guerra cultural e da estratégia revolucionária e combatendo antes o estatismo enquanto idéia geral do que a esquerda enquanto força política concreta.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

O HIPÓCRITA E A HIPOCRISIA


Oliynik - "um leitor politicamente incorreto"

O hipócrita vive para enganar os outros e termina por enganar a si mesmo. Ele acredita na personagem que ele próprio criou.

Um exemplo: As marchas e campanhas de combate a Corrupção, onde a "Corrupção" está sendo tratada como se fosse um ente corpóreo, real e concreto!!!

Os brasileiros somente conseguirão combater a corrupção quando começarem a dar os nomes dos corruptos.
Pensem nisso!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

MENSAGEM PARA MINISTROS CORRUPTOS

MENSAGEM PARA MINISTROS CORRUPTOS E SEUS CÚMPLICES DE CIMA OU DE BAIXO
Segundo o Banco Mundial o “Brasil é o campeão em horas de trabalho para pagar impostos”. (Para sustentar um covil de bandidos).
Vocês não passam de mentirosos e pulhas, fraudes humanas que se apresentam sem brio, sem caráter, como cafajestes, calhordas ou velhacos. Deviam ter muita vergonha de chegar às suas moradias e encarar suas famílias depois de passarem o dia conspirando contra o país, enganando de forma descarada os que pagam seus absurdos salários e mordomias.
Vocês são piores do que milhares de suas principais vítimas, os bandidos criados sem alternativa nos guetos e nas favelas, mas que procuram, muitas vezes, uma saída para que seus filhos não sigam os seus caminhos de marginalidade e tenham um futuro melhor do que os deles, contrariamente a vocês seus patifes, que fazem dos seus, potenciais seguidores de suas desonestidades.
A maioria de vocês já virou profissionais da prática do ilícito protegidos por essa farsa de Justiça que temos com Tribunais Superiores e seus togados omissos, ou cúmplices da transformação do poder público em um Covil de Bandidos.
Vocês não passam de políticos bandidos, que fazem parte da geração dos herdeiros da corruptocracia que sobrevivia nos porões do Regime Militar, tramando sua queda, e lutando como ratos peçonhentos para poderem vir à tona para envenenar e provocar a degeneração das relações públicas e privadas e, ao mesmo tempo, praticar a maior das traições possíveis ao futuro do país e da sociedade que sonhava com liberdade, democracia e justiça social, uma hedionda traição: a Fraude da Abertura Democrática.
Vocês se uniram a um terrorismo de esquerda que assassinou mais de uma centena de cidadãos civis e militares e depois foram regiamente premiados com indenizações absurdas e pensões vitalícias pagas sem questionamento pelos contribuintes reféns da degeneração moral que tomou conta do país.
Vocês se nivelam aos mesmos terroristas do PT e seus cúmplices, que aprofundam cada vez mais os estados de falência da educação, da saúde, do segurança e do saneamento.
Vocês viraram cúmplices de um projeto de poder que transformou o país em um Paraíso de Patifes, que têm feito fortunas para número cada vez maior de canalhas que investiram quase três décadas para que a falência educacional e cultural do país fizesse da ignorância o “bálsamo” que entorpece os sem consciência crítica para serem descaradamente traídos pelo assistencialismo comprador de votos, instrumento dos estelionatos eleitorais sempre impunes, e que não param de eleger bandidos para serem representantes da sociedade.
Vocês são subprodutos dos milhares de esclarecidos canalhas que se aproveitaram da Fraude da Abertura Democrática para estruturarem as mais desonestas e corruptas oligarquias e burguesias de nossa história.
Vocês são responsáveis diretos pela transformação das universidades públicas, com poucas exceções, em campos de treinamento de militantes meliantes, muitos adeptos do consumo livre de drogas e práticas prostitutas nos campos universitários, resultado direto da degeneração do sistema educacional e da instituição familiar, que testemunha seus filhos virarem leitores de cartilhas fascistas de educação sexual prematura, com covardes incentivos à procura do homossexualismo como forma de liberdade na época de formação do caráter de crianças e adolescentes.
Somente uma sociedade levada à decadência moral pode conviver com a sordidez de políticos à semelhança de vocês, que declaram, por exemplo, que o sistema de saúde do país estava perto da perfeição e que queriam ficar doentes para serem atendidos no SUS. Sempre que “esses desejos são atendidos pelo destino” os meliantes da política nunca se tratam no SUS, mas nos hospitais mais caros e com os melhores médicos, enquanto dezenas de cidadãos comuns morrem, todos os dias, nos corredores imundos de hospitais públicos, ou na fila de espera de um atendimento que leva à morte pela demora ou pelo tratamento incompetente ou deficiente.
A declaração do maior traficante do Rio de que a metade do que ganhava era para pagar a corrupção das polícias civil e militar somente confirma que, se quisermos ter a mínima chance de evitar a destruição do país devemos começar pela destituição do Covil de Bandidos – a casa de vocês – com suas “filiais” espalhadas por todo o país, pois são todos vocês os fiadores e mantenedores desse regime fascista civil autoritário apelidado de democracia pelos covardes, cúmplices e omissos, uma mentira descarada cuja maior “virtude” é garantir a impunidade para as gangs, tipo a gang dos quarenta e um que acorda todos os dias agradecendo viverem no Paraiso dos Patifes sustentado por milhões de contribuintes feitos, todos os dias, de imbecis e palhaços do Circo do Retirante Pinóquio.

Geraldo Almendra

domingo, 20 de novembro de 2011

DISCURSO DA IMORALIDADE

Maria Lucia Victor Barbosa


Não é à-toa que a classe dirigente petista odeia a liberdade de pensamento que inclui a imprensa livre, aquela que dá azia em Lula da Silva. Incomoda aos outrora defensores da ética o escancaramento da corrupção dos companheiros e de seus sócios em falcatruas, ou seja, da base aliada.
Exemplos de imprensa “inconveniente” não têm faltado, a ponto de se pensar que o Brasil está sendo governado por um sindicato do crime onde larápios do povo se esparramam pelos Três Poderes, refestelados na impunidade que lhe é facultada por não serem “pessoas comuns”.
Recorde-se, para citar um exemplo, a reportagem da Veja (31/08/2011) que trata de um dos mentores do PT, o ex-ministro, deputado cassado, chefe da quadrilha do mensalão (como a ele se referiu um Procurador-Geral da República), homem de duas caras, José Dirceu.


Segundo a Veja, Dirceu é um homem de negócios que gosta de ser chamado de ministro e mantém uma espécie de gabinete em hotel de Brasília por onde transitam figurões como ministros, senadores, deputados, presidentes de estatais e magnatas da chamada elite capitalista. Todos devidamente fotografados pela revista para que não reste dúvida sobre os bons relacionamentos de José Dirceu junto à classe A da economia e da política.
A romaria vai em busca da influência que Dirceu ainda mantém no Congresso, no Judiciário, nas estatais, nos bancos públicos, nos fundos de pensão, na telefonia, nas empreiteiras, nos bancos particulares. Dirceu é, pois, um “cardeal” da seita PT e seus “amigos” nacionais e internacionais contam com o sigilo da confissão e o charme do mistério que envolve os “interesses”. Portanto, Dirceu continua íntimo dos que ele chama no pior sentido de “elites”. Afinal, é “consultor de empresas”, entre outras, as do setor do petróleo e gás.
No seu partido José Dirceu exerce enorme fascínio. Se não ultrapassa Lula da Silva, pelo menos é a segunda estrela fulgurante a ser seguida e adorada. E como tal que fez sucesso no 2º Congresso da Juventude do PT realizado recentemente.
No evento Dirceu proferiu o discurso da imoralidade criticando a “luta moralista contra a corrupção”. Ele se referia aos movimentos espontâneos, que das redes sociais acorrem às ruas e às denúncias da imprensa não cooptada pelo governo petista.
O poderoso homem do PT fez bonito para a juventude dourada petista, devidamente doutrinada para crer que moral é coisa de burguês. Algo que não deixa de soar delicioso porque abre as comportas da roubalheira oficial aos companheiros. Não importa se o povo é lesado pela conduta criminosa dos ministros que têm caído sob o peso de documentos, fotos, depoimentos.
Antigamente o PT dizia ser o defensor dos pobres e oprimidos, que são os mais prejudicados pelos ministros corruptos de Lula/ Rousseff, incluindo Carlos Lupi, do Trabalho, que se agarra vergonhosamente ao cargo. Um péssimo exemplo para a juventude, mas, como ensinou a presidente no discurso do cinismo: “passado é passado”.
Não podia faltar também da parte do misto de lobista e guru do PT o discurso contra as elites. Aquelas que sustentam as campanhas petistas e que devem lhe dar, assim como a muitos companheiros, lucros nada desprezíveis. E os jovens petistas, deslumbrados, agraciaram o ídolo com uma camiseta onde se lia: “Contra o golpe das elites – Inocente”.
O golpe das elites, teoria da conspiração forjada por Dirceu produz aquela excitação aos que se julgam superiores por conhecer certos segredos inacessíveis ao vulgo, aquele prazer de denegrir quem se deseja atingir. Desse modo são forjados mitos que prevalecem como verdades inquestionáveis por mais idiotas que sejam. Ou, então, vingam-se recalques contra os melhores, pois a inveja é sentimento intrínseco ao ser humano. Exemplo: os Estados Unidos são o grande Satã Branco. Os judeus matam criancinhas em seus rituais e querem dominar o mundo. O holocausto não existiu.
No seu discurso da imoralidade Dirceu não podia deixar de mencionar o PSDB. Estranha obsessão contra um partido que, com exceção de alguns de seus políticos nunca foi oposição ao PT. Mas, contra o PSDB Dirceu foi moralista ao sentenciar: “Quando dizem que tem de responsabilizar o ministro e o partido por problemas no ministério, então, tem que se responsabilizar o PSDB, o Geraldo Alckmin e o José Serra pelo escândalo das emendas (?) em São Paulo”. Nessa toada tem que se responsabilizar Lula e seu partido pelos inúmeros escândalos de corrupção de seus ministros. O mesmo serve para Rousseff se não fizer uma faxina de verdade.
Lembre-se, porém, Dirceu, que dentro de todo ser humano existe a capacidade de diferenciar o bem e o mal, independente da época e da sociedade. Por isso, até o mais cínico e hipócrita dos ministros de Lula repassados a Rousseff oculta seus atos corruptos ou trata de mentir sobre eles porque sabe que pode ser jugado, não pela burguesia moralista, mas pela opinião pública.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Declaração Final do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida


A Human Life International e o comitê organizador do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida, realizado na cidade de São Paulo entre os dias 03 e 06 de novembro de 2011, agradece a Deus pela conclusão das jornadas de trabalho deste evento, com a participação de 8 bispos e um grupo de mais de 140 sacerdotes, seminaristas e religiosos de várias partes do Brasil e cerca de 350 leigos.
Consideramos importante apresentar-lhes as conclusões adotadas neste congresso, que servirão para uma ação pastoral na linha da defesa da vida:
• Diante da crescente cultura de morte, denunciamos seu avanço na América Latina, especialmente no nosso País, através do abortismo, da anticoncepção, da pornografia, do homossexualismo, da ideologia de gênero, do controle populacional, da manipulação da linguagem e da reengenharia cultural que pretende minar o conteúdo da nossa fé cristã.
• Reconhecemos que devemos intensificar nosso trabalho como Igreja, no campo da defesa da vida e da promoção da família segundo o projeto divino e o magistério da Igreja, que insiste nos princípios inegociáveis enunciados pelo Santo Padre Bento XVI, a quem expressamos gratidão e fidelidade.

• Saudamos o trabalho de muitos grupos provida, que desenvolvem ações louváveis de esclarecimento e instauração da cultura da vida.

• Reconhecemos que o nosso povo brasileiro é sensível à defesa da vida, porém constatamos a necessidade de uma melhor formação e mais informações sobre as circunstâncias atuais das práticas perversas de muitos organismos transnacionais que influenciam nossos governos para implantar políticas contrárias à cultura da vida e da família.

• Propomos, para fomentar a unidade e a efetividade das nossas ações, criar uma rede informativa que contribua para uma maior difusão de estratégias e iniciativas a favor da vida e da formação católica do nosso povo.

• Também propomos incluir dentro da formação inicial e permanente do clero os temas relativos à defesa da vida e da família.

• Urgimos que todos os participantes deste encontro exijam dos seus representantes parlamentares que trabalhem efetivamente para a aprovação do Estatuto do Nascituro reconhecendo-o como pessoa desde a fecundação, garantindo-lhe assim todos os seus direitos.

• Repudiamos as ingerências do Supremo Tribunal Federal em decisões que ferem a Carta Magna em matéria de vida e família, extrapolando as suas competências, invadindo a área de atribuições do legislativo.

• Como uma iniciativa imediata, animamos a que todos colaboremos com as ações necessárias para que a Constituição Paulista inclua em seu texto o reconhecimento do nascituro como pessoa desde o momento da fecundação, servindo de exemplo para o resto do Brasil e do mundo.

• Exortamos os grupos provida a continuar trabalhando com ânimo e com fé no Senhor da Vida, sob o patrocínio da Virgem de Guadalupe, imperatriz das Américas, para que seja instaurada a cultura da vida e cesse a cultura de morte.
São Paulo, 06 de novembro de 2011.
Human Life International Comissão organizadora.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A MARCHA COMUNISTA NO BRASIL: Caminhos e métodos

Leitor(a):

No Brasil ainda predomina a antiga crença de que comunismo só pode existir após ter sido promovida uma revolução sangrenta ao estilo do que ocorreu na Rússia com Lenin, na China com Mao Tse-tung, em Cuba com Fidel Castro, só para ficar nestes exemplos. No artigo anterior, você poderá conferir em quais outros países tal fenômeno ocorreu, cujo resultado foi a estarrecedora cifra de quase 150 milhões de mortos.
Acontece que, com a Revolução Cultural, nascida na Escola de Frankfurt, na Alemanha, e que se disseminou pelo resto do mundo por meio de infiltração de seus agentes nas escolas, universidades, igreja etc. e com a publicação das teses de Antonio Gramsci em seus "Cadernos do Cárcere", não é mais assim. O comunismo penetra no núcleo da sociedade utilizando várias vias, uma delas "democrática", o voto, e a hegemonia de um novo senso comum que vai destruindo valores e princípios antigos, se modificando e consolidando no meio do povo com novos "princípios" de forma imperceptível, transformando toda uma nação num bando de idiotas. O instrumento acionador de tudo isso são os "intelectuais": Então agora a guerra é de cabeça, de posição, de minagem e solapamento da sociedade.
Olavo de Carvalho, o maior estudioso brasileiro nos tempos atuais sobre a origem, fundamento e funcionamento da "Mentalidade Revolucionária" nos revela, no artigo que se segue, uma parte infinitesimal de como isso se processa na prática. Boa leitura.

O Editor.


Uma lição tardia (4): o reino do ódio
No Brasil, a deformidade congênita da "imaginação esquerdista" descrita por Lionel Trilling tornou-se obrigação legal, critério de veracidade na mídia, mandamento número 1 da moral e princípio fundador da educação.

No artigo anterior falei do zelo devoto com que a matilha do programa "Roda Viva" defende a honra e o prestígio do movimento comunista, atacando seus inimigos a dentadas e habituando o público a dar por pressuposto que ninguém pode ser anticomunista por motivo moralmente respeitável ou intelectualmente relevante. 
Nenhuma apologia do comunismo é mais eficaz e penetrante do que essa. Discursar em favor da estatização da economia, argumentar pela teoria da luta de classes, enaltecer o futuro brilhante da humanidade no jardim das delícias do socialismo – nada disso tem a força persuasiva da prática reiterada, tanto mais sedutora quanto mais implícita, de atribuir aos comunistas e seus parceiros o monopólio do bem e da virtude, reduzindo seus adversários e criticos à condição de delinquentes pérfidos movidos por interesses egoístas. 
A propaganda comunista ostensiva colocaria o seu praticante na difícil contingência de ter de defender o indefensável: o genocídio, a tirania, o trabalho escravo, a miséria. Muito mais prático é contornar o assunto, evitar até mesmo a palavra "comunismo", omitir cuidadosamente as comparações e em vez disso concentrar as baterias no "trabalho do negativo": a demonização constante e sistemática dos inimigos, donde resulta, por irrefreável automatismo mental, a canonização dos amigos, reforçada aqui e ali por alguma louvação discreta e comedida o bastante para não dar impressão de sectarismo.
Toda argumentação explícita em favor de alguma ideia ou partido desperta irresistivelmente o impulso da contestação. A devoção tácita e indireta, consagrada em hábito inconsciente, inibe e paralisa a discussão, dando ao objeto de culto aquele poder mágico cuja conquista Antonio Gramsci considerava o objetivo supremo da propaganda comunista: "a autoridade onipresente e invisível de um imperativo categórico, de um mandamento divino". 
Tal tem sido o objetivo estratégico e a única razão de ser da TV Cultura desde há muitos anos, e especialmente o de um programa cujo nome já é, por si, um dos emblemas consagrados da autobeatificação mitológica da esquerda como vitima santa  da maldade direitista.  
Chamarei a essa devoção "fanática"? O termo é inexato. O fanatismo supõe uma crença formal, positiva, declarada. Os homens do "Roda Viva", como em geral os esquerdistas brasileiros, não necessitam de nada disso. O esquerdismo que os unifica, que lhes garante o sprit de corps, não consiste em nenhuma fé, em nenhuma doutrina, em nenhum projeto de sociedade explícito o bastante para poder ser discutido e, eventualmente, impugnado, mas  unicamente no ódio ao inimigo – um inimigo que ao mesmo tempo não querem conhecer nem compreender, do qual só querem saber, com seletividade obstinada, o que podem dizer contra ele.
No Brasil, a deformidade congênita da "imaginação esquerdista" descrita por Lionel Trilling tornou-se obrigação legal, critério de veracidade na mídia, mandamento número 1 da moral e princípio fundador da educação. No fundo, todo esquerdismo, hoje em dia, é isso e nada mais que isso. Há muito tempo os comandantes do processo já desistiram de impor ao movimento revolucionário a unidade da vulgata marxista-leninista que dava aos militantes de outrora uns ares de "intelectuais populares" não desprovidos de certa nobreza. 
Hoje preferem dirigir as massas na base de slogans e palavras de ordem puramente emocionais, sem um arremedo sequer de conteúdo sociológico ou filosófico. Um marxista às antigas chamaria a isso  "irracionalismo", mas racionalismo e irracionalismo só existem no plano da discussão teórica. Esta foi substituída pela engenharia comportamental, e, nessa clave, nada pode ser mais racional que a manipulação científica da irracionalidade alheia. 
Os arruaceiros de Nova York acreditam combater a alta finança internacional, mas seguem as ordens de George Soros, que é a própria alta finança encarnada, apoiam o governo Obama, que é um pseudópodo de Wall Street, clamam por uma moeda mundial, que é a menina dos olhos da elite bancária globalista, e bradam de ódio a Rupert Murdoch, homem de indústria totalmente alheio a especulações financeiras. 
Se não têm a menor ideia de contra quê estão lutando, tanto melhor: sua fúria pode ser canalizada contra qualquer alvo que o comando revolucionário escolha. A unidade da esquerda militante hoje em dia é simplesmente a do ódio – um ódio que se torna tanto mais radical e intolerante quanto mais vagos e indefinidos os objetos contra os quais se volta e as metas que nominalmente o inspiram.
Como explicar, fora dessa perspectiva, o fato de que a esquerda internacional lute, ao mesmo tempo, pelo império do gayzismo e pelo triunfo do mais estrito moralismo islâmico, sem que surja, no seu seio, a mais mínima discussão a respeito, o mais leve sentimento de desconforto ante uma contradição intolerável? É aí que se deve buscar também a raiz da facilidade com que uma militância inflada de retórica autobeatificante se acomoda, sem  escrúpulo de consciência, aos interesses do narcotráfico e do banditismo organizado em geral. Quando os sentimentos morais prescindem de qualquer deferência para com os dados da realidade e se condensam no puro ódio a um objeto indefinido, é inevitável que já não haja mais distância entre a presunção de santidade e o mergulho na treva mais funda do crime e da maldade.
Isso é a esquerda, hoje em dia: a síntese militante das ambições mais altas com os sentimentos mais baixos.
A tensão insolúvel entre os dois pólos traz como consequência incontornável a redução da vida psíquica aos seus mecanismos mais toscos e elementares, o enrijecimento numa atitude de permanente autodefesa paranoica, a produção obsessiva de novos pretextos de ódio e, portanto, a supressão de toda compreensão humana, trocada por uma autopiedade cada vez mais exigente e rancorosa.
Em muitos países esse fenômeno está limitado às massas militantes, mas, no Brasil, onde a hegemonia esquerdista reina sem contraste, ele se tornou o padrão e a  norma da cultura nacional.
Eis o motivo pelo qual a lição de Lionel Trilling já não pode ser aprendida nesta parte do mundo. Uma esquerda civilizada, capaz de apreender os sentimentos morais de seus adversários (condição sine qua non da alternância democrática no poder), não tem razão de existir, nem possibilidade de vir a existir, num ambiente onde esses adversários se tornaram tão pequenos e inofensivos que a esquerda não precisa mais compreendê-los: pode inventá-los como bem lhe interesse.
Publicado no Diário do Comércio.

Leia também as partes 1, 2 e 3 http://anatolliumblogpolitico-conservador.blogspot.com/2011/11/uma-licao-tardia-2.html

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A CONTA MACABRA DO COMUNISMO/SOCIALISMO

Cuidado com os que defendem esta "ideologia"

Caro(a) Leitor(a):
Muitos não conhecem, outros nunca ouviram falar o que significa o comunismo para a humanidade. O comunismo, nazismo, socialismo e esquerda, são faces de uma mesma moeda: Genocida.
O filósofo, ensaista e jornalista, Olavo de Carvalho, diz com muita propriedade que "a esquerda, embora seja a recordista número um de crimes contra a humanidade, continua se concebendo como a detentora do monopólio das virtudes mais excelsas. Ela pensa assim não porque tenha algum dia feito algum bem capaz de compensar o genocídio soviético, chinês e cambojano, mas precisamente porque é, das duas facções majoritárias em que se divide a arena política do mundo, a mais insensível, a mais brutal e desumana." (os grifos são do editor).
As informações que você lerá no quadro que se segue, não são encontradas na grande mídia, notadamente a brasileira. Talvez esteja aí a causa de tanta desinformação a respeito deste assunto que sempre é varrido para baixo do tapete. Assim, só resta o axioma que resulta na atitude da grande maioria das pessoas: o que a imprensa não divulga, simplesmente não existe. É claro que se trata de um monumental equivoco, mas é assim que a maioria das pessoas pensa e age sem perceber, por mínimo que seja, que a mídia já não informa; desinforma. Deixou de ser informativa para se transformar no núcleo de formação marxista no país.
O números que você verá a seguir são estarrecedores. Quase 150 milhões de pessoas!!! mortas simplesmente por discordar de ideologia mais cruel, brutal e assassina já surgida na história da humanidade. O comunismo matou mais que as duas Grandes Guerras Mundiais somadas.

Como uma ideologia assim pode ser cultuada, tão caninamente, como está sendo no país?

O Duque.

Communist Body Count [contagem de corpos]: 149,469,610

Rank

Country
1
People's Republic of China
Body Count: 73,237,000
1949-Present (57+ years and counting)

R.J. Rummel originally estimated China's body count between between the years of 1949-1987 to be 35,236,000 (Rummel 1994). This excluded 38,000,000 million that died of famine during the Great Leap Forward. After the release of Mao: The Unknown Story, Rummel became convinced that the Chinese government was directly responsible for the famine, thus increasing his original estimate by 38,000,000 (Rummel 2005). 1,000 was added for Tienanmen Square in 1989 (Courtois 1999).




2
Union of Soviet Socialist Republics
Body Count: 58,627,000
1922-1991 (69 years)

The body count only covers the years 1923-1987 (Rummel 1996).
3
Russian Soviet Federated Socialist Republic
Body Count: 3,284,000
1918-1922 (4 years)

This body count does not include the 6,210,000 killed in the civil war (Rummel 1996).
4
Democratic People's Republic of Korea
Body Count: 3,163,000
1948-Present (58+ years and counting)

1,663,000 is attributed between 1948-1987 excluding the Korean War (Rummel 1994). 2,500,000 is the mid-estimate for those who starved to death between 1995-1998 (U.S. Committee for Human Rights in North Korea 2006).
5
Cambodia
Body Count: 2,627,000
1975-1987 (12 years)

The body count estimate is complete (Rummel 1994). The offical country name was Democratic Kampuchea during Pol Pot's reign and then known as People's Republic of Kampuchea afterwards.
6
Democratic Republic of Afghanistan
Body Count: 1,750,000
1978-1992 (14 years)

The body count estimate is complete (Courtois 1999).
7
Vietnam
Body Count: 1,670,000
1975-Present (30+ years and counting)

The body count covers the years 1945-1987 for Vietnam/North Vietnam and excludes 1,062,000 from the Vietnam War (Rummel 1994).
8
People's Democratic Republic of Ethiopia
Body Count: 1,343,610
1974-1991 (17 years)

The body count includes 10,000 political assassinations during 1977-1978, 1,000 children killed in 1977, 110 massacred in an Orthodox church in 1975, 80,000 during the civil war between 1978-1980, 250,000 that died in 1982 through Transit Camps, and 2,500 killed in a bombing raid (Courtois 1999). Another 1,000,000 is added for the famine during 1984-1985 (BBC News 2000).
9
Socialist Federal Republic of Yugoslavia
Body Count: 1,072,000
1945-1992 (47 years)

The body count only covers the years 1945-1992 excluding 100,000 from the Tito Partisans between 1941-1944 (Rummel 1994).
10
Chinese Soviet Republic
Body Count: 700,000
1931-1934 (3 years)

The body count only includes the Jiangxi and Fujian provinces (Chang 2005). Although Mozambique has 700,000 to its name, the Chinese Soviet Republic produced more bodies in a shorter time period and the estimate is low.
11
People's Republic of Mozambique
Body Count: 700,000
1975-1990 (15 years)

100,000 civilians murdered between 1986 and mid-1988 (Young 1991) and 600,000 starved to death between 1975-1985 (Courtois 1999).
12
Socialist Republic of Romania
Body Count: 435,000
1947-1989 (42 years)

The body count only covers the years 1947-1987 (Rummel 1997).
13
People's Republic of Bulgaria
Body Count: 222,000
1946-1990 (44 years)

The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997).
14
People's Republic of Angola
Body Count: 125,000
1975-1992 (17 years)

The body count only covers the years 1975-1987 (Rummel 1997).
15
Mongolian People's Republic
Body Count: 100,000
1924-1992 (68 years)

The body count only covers the years 1924-1987 (Rummel 1997).
16
People's Socialist Republic of Albania
Body Count: 100,000
1946-1991 (45 years)

The body count only covers the years 1944-1987 (Rummel 1997).
17
Republic of Cuba
Body Count: 73,000
1961-Present (45+ years and counting)

The body count only covers the years 1959-1987 (Rummel 1997).
18
German Democratic Republic
Body Count: 70,000
1949-1990 (41 years)

The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997).
19
Socialist Republic of Czechoslovakia
Body Count: 65,000
1948-1990 (42 years)

The body count only covers the years 1948-1968 (Rummel 1997).
20
Lao People's Democratic Republic
Body Count: 56,000
1975-Present (31+ years and counting)

The body count only covers the years 1975-1987 excluding 47,000 war dead (Rummel 1997).
21


Hungarian People's Republic
Body Count: 27,000
1949-1989 (40 years)

The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997).
22
People's Republic of Poland
Body Count: 22,000
1948-1989 (41 years)

The body count only covers the years 1948-1987 (Rummel 1997). Excludes 1,585,000 from ethnic cleansing between 1945-1950 (Rummel 1994).
23
People's Democratic Republic of Yemen
Body Count: 1,000
1969-1990 (21 years)

The body count only covers the years 1969-1987 (Rummel 1997).


References
BBC News (2000, April 6). Flashback 1984: portrait of a famine. Retrieved May 7, 2006, from http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/703958.stm
Chang, Jung, & Halliday, Jon (2005). Mao: the unknown story (1st American ed.). New York: Alfred A Knopf.
Courtois, S., Werth, N., Panne, J., Paczkowski, A., Bartosek, K., & Margolin, J. (1999). The black book of Communism: crimes, terror, repression. United States: Harvard University Press.
Rummel, R. J. (1994). Death by government. New Brunswick, NJ: Transaction Publishers.
Rummel, R. J. (1996). Lethal politics: Soviet genocide and mass murder since 1917 (1st paperback ed.). New Brunswick, NJ: Transaction Publishers.
Rummel, R. J. (2005, November 20). Reevaluating China’s democide to be 73,000,000. Retrieved April 5, 2006, from http://freedomspeace.blogspot.com/2005/11/reevaluating-chinas-democide-tobe.
html
Rummel, R. J. (1997). Statistics of democide: genocide and mass murder since
1900. Charlottesville, Virginia: Transaction Publishers.
U.S. Committee for Human Rights in North Korea (2006). Failure to protect: a call for the UN Security Council to act in North Korea. United States: DLA Piper.
Young, Lance S. (1991). Mozambique’s sixteen-year bloody civil war. Retrieved November 1, 2006, from http://www.globalsecurity.org/military/library/report/1991/YLS.htm
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